DICAS

 

Como acabar com a acne

Problema pode ter até 4 graus diferentes

As incômodas espinhas não são exclusivas de adolescentes. Muitos homens e mulheres na fase adulta também acabam sofrendo com elas. Isso acontece pois a acne é uma doença inflamatória que ataca a glândula sebácea, não possuindo uma relação direta com a idade da pessoa, mas sim com sua saúde. “Um dos fatores desencadeadores são os hormônios andrógenos, por atuarem estimulando a glândula sebácea”, explica a dermatologista do Hospital 9 de Julho, Drª Patrícia Fagundes.

 

A acne pode ser classificada em quatro graus diferentes, de acordo com o tipo de lesão e grau de acometimento, encontrando desde cravos, também chamados de comedões, até verdadeiros cistos infectados.

 

“Algumas vezes, o surgimento de acne pode estar associada a quadros de microcistos de ovários, uso de certos medicamentos orais ou até mesmo após uso excessivo de cosméticos. Por isso, o ideal é que o diagnóstico seja feito por um dermatologista, que saberá classificar o grau de acne e indicar o tratamento adequado ao tipo de lesão” explica Drª Patrícia Fagundes.

 

O tratamento é feito com sabonetes e soluções adstringentes para limpeza e controle da oleosidade, que atuam para aliviar e expelir comedões (cravos) e microcomedões, além de substâncias antiinflamatórias, que ajudam a suavizar a vermelhidão das lesões quando houver necessidade.

 

“Antibióticos podem ser necessários quando houver contaminação pela bactéria Propionibacterium acne manifestada clinicamente pela presença de pontos dolorosos e amarelados repletos de pus. Já casos mais graves podem necessitar de tratamento específico”, esclarece Drª Patrícia Fagundes

 

Em geral, é recomendável que após o tratamento o paciente permaneça em acompanhamento dermatológico para prevenção de recorrências. Além de sempre consultar seu médico para eventuais dúvidas, sem iniciar um tratamento por conta própria.

 

Autor: Redação

Fonte: Hospital 9 de Julho 

 

 
 

Prevenção ao HIV

Com orçamento maior, prevenção ao HIV vai priorizar diagnóstico precoce e luta contra o preconceito

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse, nesta última segunda-feira (21) que os desafios brasileiros para conter o HIV/aids incluem o combate ao preconceito e a ampliação do diagnóstico precoce, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste. “Precisamos de novas atitudes, sobretudo entre o público mais jovem”, destacou.

“O ministério não vai ficar reproduzindo estratégias que tenham investimento maior, mas que atingem menos”, frisou Padilha. Segundo ele, os investimentos, em 2010, totalizaram R$ 15 milhões. Este ano, a previsão é que o montante fique entre R$ 16 milhões e 17 milhões.

Padilha lembrou que 95% da população brasileira declarou saber que o preservativo masculino é a melhor forma de se prevenir contra o HIV. Apesar disso, o ministério detectou uma queda no uso da camisinha. A campanha que será lançada pela pasta no dia 1º de dezembro, segundo ele, terá uma “mudança de estratégia” em relação à do ano passado.

“Temos uma geração que não foi sensibilizada como outra gerações que viram ídolos enfrentando a luta contra a aids”, disse. “Além de continuarmos com as campanhas tradicionais, queremos mudar a atitude de alguns segmentos específicos”, completou.

O foco da campanha de 2011, que deve ser mantida pelo governo até o carnaval de 2012, serão mulheres jovens, de 13 a 29 anos, e homens jovens, de 15 a 24 anos, que fazem sexo com homens.

 

Autor: Paula Laboissière
Fonte: Agência Brasil

 

 
 

Saiba mais sobre a erisipela

A doença manifesta-se principalmente nas pernas e nos pés

O que é?

 

É uma infecção da pele causada geralmente pela bactéria Streptococcus pyogenes grupo A, mas também pode ser causada por outros estreptococos ou até por estafilococos. Manifesta-se principalmente em pernas e pés mas pode também aparecer em membros superiores, tronco e face.

 

Como se desenvolve?

 

A partir de lesão causada por fungos (frieira) entre os dedos dos pés, arranhões na pele, bolhas nos pés produzidas por calçado, corte de calos ou cutículas, coçadura de alguma picada de inseto com as unhas, pacientes com insuficiência venosa crônica ou com diminuição do número de linfáticos têm uma predisposição maior de adquirir a doença, como é o caso de pacientes submetidas à mastectomia, portadoras de linfedema. Diabéticos e obesos também apresentam mais predisposição.

 

O que se sente?

 

No período de incubação, que é de um a oito dias, aparece mal-estar, desânimo, dor de cabeça, náusea e vômitos, seguidos de febre alta e aparecimento de manchas vermelhas com aspecto de casca de laranja, bolhas pequenas ou grandes, quase sempre nas pernas e, às vezes, na face, tronco ou braços.

 

As manchas na pele no início apresentam somente aumento de temperatura, mas logo se tornam bastante dolorosas.

A febre costuma permanecer de um a quatro dias e pode regredir espontaneamente, causando uma enorme prostração.

 

Como se faz o diagnóstico?

 

Exames laboratoriais são geralmente dispensáveis para se fazer o diagnóstico, mas são importantes para acompanhar a evolução do paciente.

 

O diagnóstico é feito basicamente através do exame clínico.

 

Como se trata?

 

A crise de erisipela deve ser tratada com antibióticos,. sempre que possível.

Usa-se uma dose do ataque e se mantém o tratamento por um período prolongado para evitar recidivas. O tratamento deve ser iniciado assim que detectada a doença para evitar complicações como abcessos, úlceras (feridas), e o linfedema ( edema duro e persistente) que pode ser o resultaado de vários surtos de erisipela.

 

Como se prevenir?

 

-Após banho, secar bem entre os dedos dos pés.

-Usar meias limpas todos os dias, dando preferência às meias de algodão.

-Usar fungicidas metodicamente em pó, spray ou cremes.

-Evitar traumas à pele ou calçados impróprios.

 

Autor: Redação

Fonte: ABC da Saúde

 

 
 

Fuja da intoxicação alimentar no verão

Queijo quente, maionese e frutos do mar são os principais vilões da estação

Olha o espetinho de camarão! Vai um sanduba natural ai? Olha a melancia fresquinha! Quem consegue resistir a tantas tentações em pleno clima de verão? Durante as férias, deixamos de lado a rotina rígida mantida o ano inteiro e nos deliciamos com estas tentações, porém, se alguns alimentos já causam preocupação em outras estações, muitos quitutes e petiscos típicos do verão são os campeões dos surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA).

Causada por bactérias, vírus e algumas toxinas, a intoxicação alimentar é mais comum nas altas temperaturas e pode ocorrer tanto no processo de produção quanto de manuseio dos produtos, provocando a deteriorização dos alimentos. "As altas temperaturas e a falta de higiene durante o verão são as principais causas da contaminação e se não for tratada a tempo, esta infecção intestinal pode levar a morte", explica Antonio Carlos Lopes, clínico médico da Unifesp.

Eles podem ocorrer em qualquer época do ano e causar falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, além da possibilidade de atingirem o fígado (hepatite A) e as terminações nervosas periféricas (botulismo). Há um registro médio de 665 surtos por ano no Brasil, com 13 mil doentes, de acordo com o Ministério da Saúde. Por isso, é importante ficar atento à alimentação.

Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, mais de 117 mil brasileiros adoeceram e 64 morreram entre 1999 e agosto de 2008 por esse motivo. Um estudo realizado pelo Centro para Ciência no Interesse Público dos Estados Unidos, divulgado no blog Well, do jornal The New York Times, aponta o ovo cru, consumido principalmente na gemada, como um dos dez vilões mais perigosos da intoxicação alimentar.

Os cientistas explicam que tal resultado se dá pelo fato do ovo cru ser muito suscetível a contaminações por bactérias, como a salmonela, que podem levar à morte se não forem tratadas a tempo. Tais bactérias invadem o sistema imunológico das pacientes e alteram todo o funcionamento do organismo, em especial do intestino, fígado e rins, provocando dores fortes e náuseas. Segundo o estudo, entre os produtos que mais provocaram o problema estão ovos crus e mal cozidos (22,8%), carnes vermelhas (11,7%), sobremesas (10,9%), água (8,8%), leite e derivados (7,1%).

Principais Causas da Intoxicação Alimentar

1. Bacteriana: ss principais causas são as bactérias Salmonela ou Estafilococos. Podem ser originadas no preparo ou pela deterioração dos alimentos. "Quando a intoxicação é causada por bactéria, é mais grave e pode levar a desidratação aguda e ao choque da pressão arterial. Aparecem vômitos, febre, diarreia e, em estágios mais graves, chega a sangrar", explica o clínico Antonio Carlos Lopes.

2. Viral: é menos freqüente, mas alguns vírus podem levar à intoxicação alimentar. A hepatite B pode ser transmitida por copos ou utensílios, que não foram lavados adequadamente. "Se o vilão da história for um vírus, os sintomas são os mesmos: diarreia, febre, vômitos, mas aparecem com menor intensidade e podem ser tratados apenas com ingestão de alimentos leves, como frutas e de líquidos (chás, água de coco e muita água)", continua.

3. Botulismo: É uma forma de intoxicação alimentar rara, mas potencialmente fatal, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo e em alimentos contaminados e mal conservados, principalmente enlatados. A ingestão excessiva desta toxina leva a alterações no sistema nervoso e os primeiros sintomas são boca seca, visão dupla e a incapacidade de focar objetos próximos. "É mais grave, porém pouco comum. Os enlatados são os principais causadores desse tipo de intoxicação e devem ser consumidos com cautela", explica Antonio Carlos.

Tratamento

Por bactérias: "se os sintomas durarem por mais de 3 dias sem melhoras, o ideal é procurar um médico e seguir a risca o tratamento com antibióticos", explica Antonio Carlos.

Cuidados com alimentos

A prevenção é sempre mais importante. O certo seria não ingerir nenhum alimento que você não tenha preparado em casa, em condições ideais de higiene, mas como não é possível, fique atento a alguns fatores como armazenamento e lavagem.

1. Mantenha a temperatura do refrigerador abaixo de 4 graus centígrados. Isto irá retardar o crescimento das bactérias. Esse crescimento ocorre muito rapidamente, entre 16 e 45 graus centígrados, e mais lentamente entre 5 e 15 graus. É ainda importante lembrar que o congelamento não mata as bactérias, mas o seu crescimento fica inibido em temperaturas extremamente baixas. Mantenha o freezer com uma temperatura regulada entre 12 e 15 graus centígrados negativos.

2. Mantenha alimentos, peixes, carnes, ovos e laticínios na geladeira, até o momento de prepará-los. Alimentos fora do refrigerador, nos períodos de verão, têm o risco de apresentarem o crescimento da bactéria Salmonella, causadora de infecções gastrointestinais.

3. Alimentos que sobram de uma refeição devem ser congelados imediatamente, para consumo posterior ou, então, serem descartados. Caso sejam guardados, deve-se procurar remover os acompanhamentos (como molhos), cobri-los e congelá-los imediatamente.

4. Ostras e crustáceos devem ser bem cozidos, pois podem conter desde vírus ( causadores da hepatite, por exemplo), a bactérias (causadoras de intoxicação alimentar).

5. Cuidados ao servir os alimentos: sirva,principalmente carnes e peixes, imediatamente após o cozimento e não aguarde mais de 2 horas para servir o alimento. Nos buffets de restaurantes, verifique se os alimentos frios estão no gelo a temperaturas próximas de zero grau, já os pratos quentes devem ser mantidos aquecidos acima de 60 graus centígrados.

6.Utensílios usados devem ser lavados cuidadosamente, antes de receberem novas porções, mesmo que seja do mesmo alimento. Todas as frutas e outros vegetais devem ser cuidadosamente lavados.

7. Lave as mãos e utensílios de cozinha antes de preparar os alimentos. "Facas utilizadas no corte de peixes ou carnes devem ser lavadas com água quente e detergente, antes de se iniciar o processo de preparo. Assim evita-se a contaminação", sugere o clínico.

8. Cuidado com a água que você consome. "Muita gente acha que só alimentos causam intoxicação, mas a água é um dos principais motivos do problema. Prefira sempre água filtrada da qual você saiba a procedência", finaliza o clínico médico.

Ranking dos alimentos mais perigosos *

1-Ovos

2-Frutos do mar

3-Enlatados

4-Maionese

5-Queijo, em especial os queijos quentes vendidos na praia

6-Frutas vendidas em potes ou em barracas na rua, como açaí, abacaxi , melancia e outros

7-Sorvete

8-Espetinhos em geral

(*Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde)

Por vírus: "nestes casos, o tratamento é mais simples, com ingestão de bastante líquido, em especial água de coco para hidratar, e repouso", continua o clínico.

Botulismo: o tratamento deve ser acompanhada por um médico. "São casos mais graves, não dá para tratar só com repouso e água", explica Antonio Carlos.

Autor: Natalia do Vale

Fonte: Minha Vida

 

 
 

Dicas de emagrecimento

Perder peso não depende de milagres. Confira as dicas!

Uma dieta de emagrecimento depende essencialmente da força de vontade, mudanças na alimentação, hábitos de vida diários e controle da ansiedade.

Quando se deseja emagrecer, todos procuram uma forma fácil, rápida e definitiva. Mas, milagres destes não acontecem.

Sempre que optar por seguir uma dieta, pense em primeiro lugar nos benefícios para a sua saúde e em manter uma alimentação equilibrada. O seu médico pode encaminhar para uma dietista ou outro profissional de saúde. Trace as metas a atingir progressivamente, não exagere. Se tiver uma recaída, não desanime, ganhe forças para ultrapassar e não voltar a acontecer.

Pequenas mudanças / Grandes diferenças

O mais difícil e fundamental numa dieta é a mudança e manutenção de hábitos alimentares. Para conseguir, você deverá:

- Consultar um especialista para lhe fornecer uma dieta de acordo com a sua idade, peso e estatura.

- Reduzir a quantidade de comida. Coma devagar e mastigue bem a comida, para o cérebroreceber a informação de saciedade e a digestão ficar mais facilitada.

- Coma em todas as refeições, principalmente no almoço. Se pular uma refeição, não ocorrerá emagrececimento.

- No lanche, procure trocar os doces e tortas  por cereais e leite magro, ou pão integral com queijo fresco, queijo ou fiambre magro, barras de cerais ou bolachas integrais. Escolha alimentos integrais, que facilitam a digestão.

- Optar por alimentos com menos gordura, light, diet ou magros. Abuse dos vegetais e evite os alimentos pré-cozinhados ou ultra-congelados, prefira os frescos.

- Pode comer carne e peixe. Prefira as carnes brancas porque têm menos gordura (peru, frango). Evite fritos, opte por grelhar, assar ou cozer. Não se esqueça que o peixe é rico em ómega 3, que fornece bastantes benefícios para a saúde.

- Reduzir os alimentos com muito açúcar, principalmente os industrializados.

- Reduzir gradualmente o consumo de açúcar e sal.

- Evite álcool, porque possui muitas calorias. Dê preferência à água e chás, pois é mais saudável e não engorda. .

- Faça exercícios físicos para queimar calorias e manter sua cabeça ocupada.

- Controlar a fome por motivos emocionais como a tristeza, ira ou euforia. Tente reconhecer a vontade de comer só quando tiver fome.

- Pese-se apenas uma vez por semana ou de 15/15 dias para não perder a motivação e congratule-se com cada vitória.

Nos primeiros meses vai ser difícil, mas quando se tornar um hábito você terá uma alimentação que ajuda a emagrecer e com imensos benefícios para a saúde.

Autor: Redação

Fonte: Conhecer Saúde

 

 
 

Leite materno é melhor opção, apesar de deixar bebê mais irritado

Bebês alimentados com mamadeiras podem parecer calmos, mas podem estar supernutridos

 

Um estudo realizado por especialistas do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha indica que mães devem continuar a amamentar seus bebês no peito, apesar de eles ficarem mais chorões do que os alimentados com mamadeira.

Segundo os médicos, é preciso deixar mais claro às novas mães que a irritação dos bebês alimentados dessa forma é algo normal.

"Bebês alimentados com mamadeiras podem parecer mais calmos, mas as pesquisas sugerem que estas crianças podem estar supernutridas e ganhar peso mais rapidamente", disse Ken Ong, que liderou a pesquisa.

"Nossas descobertas são essencialmente parecidas com (outras descobertas em) outras fases da vida, de que a comida é reconfortante", acrescentou.

Insatisfeitos

O motivo mais comum alegado pelas mães que param de amamentar seus filhos é que o bebê não fica satisfeito apenas com o leite materno.

De acordo com os cientistas do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha, isto reflete uma percepção de que a irritação do bebê é algo negativo.

Mas eles acrescentam que esta irritação é normal, é apenas a forma de o bebê comunicar suas necessidades à mãe e não deve ser motivo de preocupação.

No estudo, os pesquisadores britânicos pediram que mais de 300 mães falassem sobre o temperamento de seus bebês e declarassem também se eles eram alimentados com leite materno ou ou outro tipo de leite.

No total, 137 crianças eram alimentas exclusivamente com leite materno, 88 eram alimentadas apenas com outro tipo de leite e 91 eram alimentadas das duas formas.

Os bebês que eram amamentados foram classificados pelas mães como tendo um 'temperamento mais desafiador' e tendência a chorar mais.


Autor: Da BBC
Fonte: G1


 

 
 

Receitas vegetarianas de baixa caloria

Conheça as dicas de pratos vegetarianos saborosos e saudáveis

 

Apesar de serem mais saudáveis, devido à ausência de conservantes e à maior quantidade de fibras, vitaminas, minerais, aminoácidos e antioxidantes, os alimentos vegetarianos podem ser bastante calóricos.

De acordo com a nutricionista funcional da Paraná Clínicas, em Curitiba, Flávia Ferreira Sguario, em uma dieta vegetariana, vale evitar os pratos à base de farinha e açúcar. “Como qualquer outro regime, é preciso que haja equilíbrio e diversidade na escolha dos alimentos, para que o organismo receba todos os nutrientes que precisa”, afirma.

Segundo a especialista, com a eliminação total ou parcial da carne, peixe, laticínios e ovos nas refeições diárias, podem-se perder muitos nutrientes, o que implica em buscá-los em alimentos substitutos. Para isso, a nutricionista dá as seguintes dicas:

- Abuse de frutas e vegetais frescos. Quanto mais, melhor! Couves, acelgas e espinafres (excelente fonte de ferro e cálcio), laranjas, toranjas e limões (ricos em vitamina C) devem constar sempre na lista de compras;

- Aproveite a diversidade de grãos. Além do pão integral e cereais, experimente novas receitas com farinha de trigo integral, farinha de milho, aveia, cevada, milho-miúdo, arroz castanho, preto e vermelho;

-Não se esqueça das fibras. Bolachas e tostas integrais, desde que preparadas com farinha de trigo integral, podem ser ingeridas sozinhas ou acompanhadas de queijo;

-Sempre que possível escolha os laticínios orgânicos e magros, como os queijos brancos;

- Descubra novas receitas com a soja, que pode ser preparada de várias formas, até na lasanha;

- Na hora de temperar, prefira azeite extra virgem, óleos não hidrogenados, e vinagres balsâmicos. Tenha sempre à mão: salsa, ervas frescas, sal marinho, açafrão, cominhos, coentros, pimenta caiena, pimentão-doce, carril e colorau. Nas especiarias secas, utilize alecrim, salva, tomilho, manjericão e oréganos.

- Outras opções de condimentos para uma cozinha vegetariana são: leite de coco, pasta de carril e de azeitona, pasta de soja fermentada, pimentões em conserva, mostarda, pesto, molhos de tomate, soja, teriyaki e amendoim.

 


Autor: Imprensa
Fonte: Lide Multimídia

 

 
 

Saiba como se livrar do sono depois do almoço

Médicos dão dicas preciosas para manter a produtividade depois da refeição

 

Se todos os dias bate aquele sono depois do almoço, atrapalhando um bocado as tarefas da tarde, saiba que há truques que podem evitar o sintoma e melhorar a produtividade. Segundo os médicos consultados pelo R7, a causa dessa sonolência é natural, não podendo ser totalmente evitada, mas, sim, minimizada, principalmente por meio da alimentação.

A primeira e mais preciosa dica é selecionar bem os alimentos durante o almoço. Segundo a endocrinologista Cláudia Cozer, diretora da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), pratos muito volumosos e reforçados com carboidratos como macarrão, arroz, batata e massas em geral dão mais sonolência. Por isso, ela sugere a escolha de apenas um carboidrato no prato, e mais espaço para fibras e proteínas, sempre com equilíbrio.

- Não coma grande volume de comida de uma vez. Quando você processa os alimentos durante a digestão, eles passam por uma série de reações químicas que tornam o sangue menos ácido. Nessas reações há um aumento do gás carbônico, porque o organismo está trabalhando mais e gastando mais energia, e isso dá sonolência.

A ingestão de gorduras também deve ser evitada, pois torna a digestão mais lenta. Evite, portanto, frituras como batata frita, polenta, mandioca e salgadinhos, além de pratos muito gordurosos, como feijoada ou rabada, durante o expediente. Abaixo, leia as dicas:

tabelaEvitarSono.

Soneca

Uma outra causa da "preguicinha" depois do almoço pode ser a diminuição da temperatura do corpo. O pneumologista e especialista em sono, Maurício Bagnato, do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, explica que a sonolência "é um processo fisiológico que acontece porque a temperatura do corpo fica mais baixa. Essa oscilação térmica durante o dia é parecida com a que o corpo alcança quando estamos adormecendo, por isso sentimos sono. Depois que acordamos, essa temperatura começar a subir, mas logo depois do almoço a temperatura começa a diminuir de novo".

- Isso é um sinal que a natureza mostra para gente que dormir um pouco não faz mal, afirma o pneumologista.

Tanto Bagnato quanto a neurologista Anna Karla Smith, médica do sono do Instituto do Sono, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), são entusiastas da soneca. Os médicos recomendam algo em torno de 15 a 30 minutos para quem puder se dar ao luxo.

- [Tirar uma soneca] é saudável, desde que o indivíduo sinta a necessidade, mas não deve passar de 30 minutos. Ela ajuda até a melhorar a produtividade, pois a pessoa se sente mais disposta depois, afirma a neurologista.


Autor: Camila Neumam
Fonte: Portal R7


 

 
 

Posso malhar durante a gravidez?

Exercícios no período de gestação ajudam no bem-estar e na disposição da mulher

 

A gravidez é um momento único na vida das mulheres, porém muitas delas têm receio de fazer esforço, pegar peso, trabalhar. Mas isso não é um problema, uma gestante saudável, pode e necessita praticar algum tipo de atividade física, claro que com orientação médica e de um profissional que esteja acompanhando e dando as dicas dos exercícios certos.

Segundo Leonardo Nestal, gerente da Acqua academia, é importante que as gestantes malhem durante a gravidez, pois além de fazer exercícios que é um benefício, também mantém a boa forma. “Com recomendação médica e com acompanhamento de um profissional, a malhação durante a gravidez é importante para a saúde, disposição da mulher e bem-estar da gestante”, conta. Existem planejamentos adequados de exercícios para as grávidas, dois deles são técnicas respiratórias e alongamentos, que ajudam no bem-estar. Além desses dois treinamentos, a atividade física no período da gravidez mantém o condicionamento físico, diminui as chances de doenças na gestação. Outros exercícios que são bons para as gestantes são a yoga, pilates e os aeróbicos.

No início da gravidez é recomendado que as mulheres que praticam alguma atividade física continuem fazendo, mas com uma intensidade menor, porém é contra indicado realizar exercício se a mulher sofrer alguma contraindicação como sangramentos e dores.

Mais informações: www.acquaacademia.com.br 


Autor: Marcelo Abdalla
Fonte: Acquaacademia


 

 
 

Comida japonesa e a dieta

Os combinados são uma delícia, mas precisam ser consumidos com moderação

 

Imagine a dificuldade dos primeiros imigrantes japoneses que chegaram ao Brasil no Kasatu Maru, em 1908. Idioma, hábitos alimentares, modo de vida e diferenças climáticas. Na mesa, a comida brasileira era rica em gordura de porco e farinhas de milho e mandioca, verdadeiros mistérios para os japoneses. Mais próximo do cardápio japonês encontraram somente o arroz que, para surpresa dos imigrantes, era combinado com feijão (No Japão, usado como ingrediente para doces). Tão comum na culinária cotidiana do Japão, o peixe era exceção na mesa brasileira. No interior de São Paulo, só era possível consumir peixes pescados em rios e córregos. Podemos imaginar, então, o que representava para esses primeiros imigrantes trocar o chá verde, um hábito milenar, pelo cafezinho. E o choque que era se deparar com uma manta de carne seca...

Mais de um século depois, mudanças ocorreram dos dois lados, brasileiros e japoneses influenciaram e foram influenciados pelo convívio mútuo. E, hoje, quando um brasileiro diz que gosta de comida japonesa, pode apostar: ele provavelmente está se referindo ao sushi e ao sashimi. Por aqui, o peixe cru virou sinônimo dessa culinária, que guarda um repertório muito mais rico e diversificado.

Uma das perguntas mais recorrentes que ouvimos dos pacientes relaciona-se a frequência de consumo da comida japonesa. Não existe uma recomendação para o consumo específico de comida japonesa. Costumamos recomendar o consumo de um peixe fonte de ômega-3, pelo menos uma vez por semana. É importante ressaltar que o salmão, apesar de muito saudável, confere elevado valor calórico às dietas e, por isso, deve ser consumido com moderação.

A comida japonesa pode ser bem completa em termos nutricionais. O arroz, que é o alimento mais presente na alimentação japonesa, supre nossas necessidades de carboidrato, um nutriente essencial para qualquer dieta. As carnes de peixes ou frutos do mar, além de serem proteínas de excelente valor nutricional, são fontes importantes de cálcio, sódio, potássio, fósforo, vitaminas do complexo B, e, em menor quantidade, de ferro e de zinco. Alguns peixes, como salmão, sardinha e arenque, ainda contêm a chamada gordura do bem ou o ômega-3, que exerce um efeito protetor cardiovascular. Legumes também são alimentos bastantes presentes na culinária japonesa, completando as necessidades nutricionais em termos de vitaminas e minerais.

Apesar de saudável e completa, a culinária japonesa também oferece preparações que devem ser evitadas, como as frituras tão tradicionais. Outra dica importante para evitar excessos em restaurantes japoneses é escolher pratos combinados, ao invés das opções de rodízio. Quase ninguém é capaz de trocar o "coma-o-quanto-quiser" pelas porções de seis rolinhos, mesmo sabendo que, no rodízio, os sushis são preparados de forma tão mecânica que desapontariam qualquer sushiman que se preze. E quando a refeição termina, você devorou algo perto de 350 gramas de carboidratos, 80 gramas de proteína, 50 gramas de gordura e mais de 2.000 calorias. Um total energético muitas vezes superior à recomendação de um dia inteiro.

Alguns peixes, dentre eles o salmão, são hospedeiros intermediários de um verme parasita semelhante a Taenia solium, encontrada nas carnes de porco. Esse parasita causa uma infecção denominada difilobotríase, com sintomas que vão desde distensão e cólicas abdominais a diarreias e anemia grave. Para consumir um peixe cru com segurança é necessário que ele passe por um processo de congelamento sob temperatura de -20ºC por 7 dias ou -35ºC por 15 horas, de acordo com as recomendações da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Além do risco de contaminação por esse parasita, as carnes cruas são alimentos de alto grau de contaminação por bactérias, quase todas associadas às condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos e de seus manipuladores.

Assim, a melhor forma para evitar intoxicação alimentar ou parasitose é escolher estabelecimentos que sigam as normas da ANVISA, tanto em relação ao processo de congelamento, quanto de higiene-sanitária.

O tempero japonês mais tradicional é o molho à base de soja, que contém açúcar e sódio, nutrientes que devem ser consumidos com moderação por pessoas com pressão alta ou diabetes. Como a preparação japonesa não leva quase nenhum outro tempero, o uso de molho de soja não eleva de forma significativa a quantidade de sódio das preparações, porém quando esse tempero é utilizado em saladas ou em preparações como carnes bovinas ou frango, o sal de adição deve ser controlado.

O açúcar no molho de soja e em vários molhos tradicionais da culinária japonesa é o grande responsável pelo aumento das calorias no prato, assim pessoas que desejam emagrecer ou simplesmente manter o peso devem consumir moderadamente as iguarias japonesas. Pacientes diabéticos devem ter cuidado redobrado, pois além da presença de açúcar em vários molhos, o arroz é muito presente nessa culinária, ou seja, são duas fontes importantes de carboidratos, responsáveis por elevar o açúcar no sangue, quando consumidos exageradamente.

Vários estudos tentam demonstrar os benefícios do chá verde. A principal linha das pesquisas é em relação aos efeitos antioxidantes da bebida, devido à presença de flavonóides, também presentes no chocolate amargo, no vinho tinto, nas frutas vermelhas e na cebola. Alguns efeitos benéficos do consumo do chá verde têm sido observados em estudos epidemiológicos e populacionais, mas somente quando a ingestão da bebida é regular, em grandes doses e por tempo prolongado. Seus efeitos mais importantes têm sido evidenciados na prevenção de quadros de demência, na proteção cardiovascular e na longevidade. Os efeitos termogênicos do chá verde são leves, influenciando muito pouco a queima calórica e/ou o auxílio na manutenção ou perda de peso.

Dra. Amanda Epifânio Pereira é nutricionista, graduada pelo Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, com especialização em Nutrição de Doenças Crônicas pelo Hospital Israelita Albert Eistein. Além de integrar o corpo clínico do CITEN, mantém uma intensa atividade profissional e acadêmica, participando com regularidade de congressos científicos.Acaba de concluir o Curso de Atualização em Transtornos Alimentares na Unifesp. Colunista do site Clube da Longevidade Vida Moderna e do Blog Comer sem Culpa do UOL.  CRN - 3:17153

http://www.citen.com.br
http://twitter.com/Citensp
http://comersemculpa.blog.uol.com.br/


Autor: Dra. Amanda Epifânio Pereira
Fonte: Site Minha Vida


 

 
 

Saiba quais os alimentos que podem lhe ajudar a desinchar a barriga

Confira as funções que cada alimento cumpre no organismo

 

Especialistas garantem que os seguintes alimentos são muito eficientes no combate ao inchaço. Confira por quê:


Gengibre: estimula a digestão, alivia a constipação intestinal e ativa o metabolismo. Contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio.

Abacaxi: é diurético e facilita a digestão, especialmente de carnes.

Agrião: possui clorofila e valiosos sais minerais como cálcio, fósforo, enxofre e ferro, importantes para desintoxicação do organismo.

Melancia: a melancia tem propriedade refrescante e diurética, ajudando a limpar o organismo.

Laranja: a laranja tem ação desintoxicante e auxilia o funcionamento intestinal, principalmente quando ingerida com o bagaço.

Limão: poder desintoxicante do limão regulariza o intestino, o fígado e também auxilia na desintoxicação dos pulmões, pele e rins.

Salsão e salsinha: são  desintoxicantes em consequência dos seus princípios ativos e ótimos para limpar as glândulas linfáticas e ajudar a depurar o organismo.

Maçã: a pectina da maçã e as fibras ajudam a desintoxicar o corpo de metais pesados.


Autor: Nádia De Toni
Fonte: ClicRBS


 

 
 

Farmácia Popular: cinco novos medicamentos são ofertados nas unidades próprias do program

População passa a ter acesso à losartana, loratadina, fluoxetina, clonazepan e alendronato de sódio nas 547 unidades administradas pelo governo federal

A lista de itens ofertados pelo Programa Farmácia Popular do Brasil cresceu de 108 para 113. A partir desta semana, as 547 unidades próprias (administradas pelo Governo Federal) passaram a oferecer cinco novos medicamentos: losartana potássica (contra hipertensão arterial), loratadina (antialérgico), fluoxetina (antidepressivo), clonazepan (ansiolítico) e alendronato de sódio (osteoporose). O losartana potássica será gratuito, ao lado dos outros 12 medicamentos para hipertensão e diabetes que, desde fevereiro, integram a ação Saúde Não Tem Preço. Os outros quatro itens terão 90% de desconto.

“Este é um avanço importante do Programa Farmácia Popular: os cinco medicamentos incorporados tratam doenças crônicas, que acometem grande parcela da população. Ao facilitar o acesso a esses medicamentos, o governo federal espera proporcionar uma maior qualidade de vida às pessoas”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.

Atualmente, as unidades próprias estão presentes em 431 municípios brasileiros. O Farmácia Popular do Brasil foi criado em 2004 pelo governo federal para oferecer à população mais uma forma de obtenção de medicamentos, além dos 560 tipos oferecidos gratuitamente nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O Farmácia Popular foi estendido à rede privada de farmácias e drogarias em 2006, recebendo a denominação “Aqui Tem Farmácia Popular”, onde são ofertados 25 itens. Este programa já conta com 15.326 estabelecimentos credenciados em 2,5 mil municípios.

AVANÇO – Um novo balanço realizado para o Aqui Tem Farmácia Popular aponta um crescimento de 105% do programa desde fevereiro, quando foi lançado o Saúde Não Tem Preço, até o momento. Nos três primeiros meses da ação, foram realizadas 8,5 milhões de autorizações (venda e oferta gratuita de todos os 25 itens). Já nos três meses anteriores ao início da ação, de novembro de 2010 a fevereiro de 2011, foram contabilizadas 4,1 milhões de autorizações. Só a saída de medicamentos para hipertensão aumentou 136%, passando de 2 milhões no trimestre anterior ao início do Saúde Não Tem Preço para 4,9 milhões no trimestre posterior ao lançamento da ação. No caso dos medicamentos para diabetes, o salto foi de 93%, subindo de 979,2 mil para 1,8 milhões.
Autor: Redação
Fonte: Ministério da Saúde


 

 
 

Comer menos gordura pode diminuir risco de diabetes

Mesmo que não haja perda de peso, só o fato de reduzir a ingestão de gordura pode reduzir o risco de ter diabetes a longo prazo

 

Pequenas mudanças na dieta podem ajudar na prevenção do diabetes mesmo que não haja perda de peso, de acordo com um estudo publicado na American Journal of Clinical Nutrition

Os autores do estudo analisaram, durante oito semanas, 69 pessoas, que receberam dietas com pequenas reduções no consumo de gordura ou carboidratos. Com isso, especialistas constataram que o baixo teor de gordura incide na diminuição do risco do diabetes. Foram analisados pacientes com dietas variando entre a baixa gordura (27% de gordura e 55% de carboidratos) e baixo carboidrato (39% de gordura e 43% de carboidratos).

"Os participantes do grupo que consumiu menos gordura mostraram menor risco para a doença independentemente da perda de peso", disse a coordenadora do estudo, Barbara Gower, professora de Ciências da Nutrição da Universidade do Alabama em Birmingham. Os resultados foram melhores entre os participantes negros. "O estudo aponta que a qualidade da dieta - não a quantidade - difere no risco do aparecimento do diabetes tipo 2", avalia Gower.

O estudo concluiu que limitar a ingestão de gordura por dia para cerca de 27% da alimentação diária de uma pessoa pode diminuir o risco de diabetes a longo prazo.

Os pesquisadores salientaram que são mínimas as mudanças necessárias no dia a dia. "As porções utilizadas neste estudo foram moderadas e por isso as pessoas propensas ao diabetes poderiam adotar facilmente a dieta com baixo teor de gordura", completou Laura Lee Gorée, co-autora do estudo.


Autor: Redação
Fonte: Veja.com

 

 
 

Exercício físico pode diminuir efeitos da menopausa

Em linhas gerais, as evidências sugerem que o exercício aeróbico no climatério promove redução de peso e gordural corporal, a melhora do VO2 máximo, otimiza os níveis de glicose e aumenta a densidade mineral óssea

Mulheres em período da menopausa que fazem atividade física regular contribuem para o envelhecimento saudável e influenciam positivamente sua auto-estima, proporcionando melhor qualidade de vida e bem estar mental. 

Em linhas gerais, as evidências sugerem que o exercício aeróbico no climatério promove redução de peso e gordural corporal, a melhora do VO2 máximo, otimiza os níveis de glicose e aumenta a densidade mineral óssea.

Estudos com exercícios anaeróbicos também mostraram efeitos positivos em mulheres pós-menopausadas. Pesquisa com mulheres quando submetidas a 16 semanas de um protocolo de treinamento com pesos resultaram melhora geral da saúde e dos efeitos colaterais da fase.

É cada vez mais evidente que a atividade física quando bem orientada se torna o melhor meio de prevenção, manutenção e promoção para uma melhor qualidade de vida.
Autor: Solange Bagdadi
Fonte: Agência Estado


 

 
 

O colesterol supermau

Cientistas britânicos descobrem um tipo de colesterol que adere mais à parede das artérias, elevando as chances de infarto

 

Pesquisadores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, anunciaram a descoberta do tipo de colesterol mais nocivo identificado até agora. Trata-se, na verdade, de uma forma de LDL com ação ainda mais prejudicial. Conhecido como colesterol ruim, o LDL deposita-se na parede dos vasos sanguíneos, obstruindo a passagem do sangue. A falta da irrigação sanguínea pode levar a um infarto do miocárdio (se ocorrer no coração) ou a um acidente vascular cerebral (AVC), quando a interrupção da circulação se dá em um vaso localizado no cérebro. O trabalho que revelou como se dá a formação do novo gênero de colesterol foi patrocinado pela Associação Britânica para o Coração e está publicada na edição online da revista científica “Diabetes”.

O que os cientistas descobriram foi que, em determinadas circunstâncias, o LDL passa por um processo no qual moléculas derivadas do açúcar juntam-se a ele. Quando isso acontece, o LDL muda de formato. “Essa alteração expõe regiões na superfície do LDL que apresentam maior poder de aderência à parede dos vasos sanguíneos do que o LDL original”, explicou à ISTOÉ Naila Rabbani, pesquisadora do Grupo de Pesquisa de Sistemas Biológicos da universidade e coordenadora do trabalho. O resultado é que esse LDL (batizado de Mgmin-low-density lipoprotein) gruda mais nas paredes das artérias, tornando o acúmulo de gordura mais intenso.

Os pesquisadores acreditam que esta é uma das razões pelas quais os diabéticos sejam tão vulneráveis a acidentes cardiovasculares. Nesses pacientes, a concentração das moléculas derivadas de açúcar que modificam a forma do LDL é de duas a cinco vezes maior do que entre os não-diabéticos. Portanto, argumentam eles, é de se supor que os portadores de diabetes apresentem taxas mais elevadas desse colesterol. Além deles, os estudiosos creem que os idosos também sejam mais vulneráveis.

Por enquanto, não há medicação específica contra o colesterol supermau. Tampouco há um exame diagnóstico disponível. “Mas estamos trabalhando nisso”, adiantou Naila. A única maneira de se proteger é adotar uma dieta equilibrada, evitando excessos com açúcar e gorduras. “É preciso tentar evitar a oxidação do LDL”, explicou o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo.  

g.jpg


Autor: Cilene Pereira
Fonte: IstoÉ Independente


 

 
 

Formol e riscos de desenvolver câncer

Departamento de Saúde dos EUA classifica o formol como cancerígeno

 

O governo dos EUA emitiu um alerta classificando oito produtos químicos como cancerígenos. O composto que gerou a maior preocupação foi o formaldeído, - base do formol, encontrado em produtos para cabelos, esmalmentes, tintas, espuma de isolamento, entre outros produtos. Estudos em humanos demonstraram que a exposição ao formol pode causar câncer, incluindo câncer de garganta e leucemia mielóide.

Outro composto que inclui a lista de cancerígenos é o Estireno, conhecido como benzina de vinil, encontrado no isopor e utlizado no processo de fabricação de copos de plástico e papel. As informações são da rede americana ABC News.

Também figuram na lista de cancerígenos, os ácido Aristolóquico, encontrado e alguns tipos de ervas; o Captafol, tipo de fungicida utilizado per agricultores; Carboneto de tungstênio-cobalto (em pó e em metal duro), utilizado na fabricação de metal duro; Orto-nitrotolueno, usado em tintas sintéticas, tais como magenta e vários corantes de enxofre para tecidos e o Riddelliine, encontrado em algumas plantas não são utilizados para a alimentação.

O relatório que atestou os compostos como cancerígenos é feito a cada dois anos pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA


Autor: Redação
Fonte: O Dia

 

 
 

A modernidade que facilita a vida pode afetar a saúde

Saiba mais a respeito

 

Na última década houve um crescimento vertiginoso na comercialização de aparelhos portáteis voltados para a troca de informações, tais como os celulares de múltiplas funções, os tablets e os laptops. São inegáveis as facilidades agregadas ao nosso cotidiano desde o surgimento dessas maravilhas tecnológicas. Entretanto, o uso incorreto e excessivo desses aparelhos pode provocar lesões graves no usuário.

Os problemas provocados pelo uso demasiado do computador de mesa já são conhecidos, tendinites nos pulsos e dores variadas nos ombros, no pescoço e nas costas. Agora esses problemas também se estendem aos usuários das tecnologias portáteis. O uso prolongado desses equipamentos pode provocar Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho (LER-DORT).

Segundo Osvandré Lech, atual presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e um dos primeiros brasileiros a se dedicar ao estudo das LER-DORT, o diagnóstico é essencialmente clínico. “Não existem exames laboratoriais ou radiológicos que determinem o diagnóstico desta condição clínica, que pode ter várias manifestações. A informação de dor e de diminuição do desempenho são, por si só, evidências do quadro”.

Osvandré Lech relata que a melhor forma de evitar que a doença se instale é o uso racional de qualquer aparelho de digitação. "O exagero faz parte do quadro e a legislação em vigor determina que exista um período de repouso de 10 minutos a cada 50 minutos de trabalho. Quando se trata de lazer, vale a mesma regra", informa o ortopedista e traumatologista.

 


Autor: Imprensa
Fonte: Bado Comunicação & Marketing


 

 
 

Desnutrição oculta

Um mal a ser combatido

 

Especialistas apontam que a partir dos 50 anos inicia-se uma fase importante de atenção e cuidados, pois os sinais do organismo ainda não estão muito claros apesar da queda de algumas funções. Mesmo com as mudanças inevitáveis, é possível se manter ativo e evitar o envelhecimento precoce do organismo. Para que isso aconteça, é imprescindível que bons hábitos de vida façam parte da rotina nesta fase, entre eles a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada.

No caso da alimentação, a atenção deve ser redobrada. Com o passar dos anos, o individuo desenvolve disfunções típicas da idade adulta, entre elas a desnutrição oculta, que se caracteriza por um consumo de alimentos pobre em calorias, proteínas, micronutrientes e fibras. Além disso, ao longo de tempo, as pessoas passam a sentir menos fome, perder paladar e mais tarde desenvolvem problemas para engolir alimentos mais viscosos, que também geram problemas nutricionais.

Segundo o médico nutrólogo e Presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Dr. Durval Ribas Filho há várias maneiras de avaliar se a pessoa está desnutrida. O correto é se consultar com um especialista e realizar exames de bioimpedância, calorimetria indireta, antropometria, que é a medida das pregas cutâneas e do tecido adiposo subcutâneo. “A soma dessas análises permite um diagnóstico preciso da saúde do paciente”, explica o nutrólogo.

Um dos principais males muito conhecidos pelo passar dos anos, esta no desenvolvimento da osteopenia e a osteoporose, ligadas a falta de cálcio no organismo. Segundo o médico, não só a baixa ingestão desse micronutriente pode ser a causa do mal, mas também há quem possua um grau de intolerância à lactose clara, com reações imediatas ao consumo. “Nestes casos, as fezes ficam amolecidas e o intestino funciona em ritmo aumentado. Nos episódios onde existe a intolerância, há uma tendência natural de se evitar o consumo de leite e derivados, diminuindo ainda mais a ingestão de cálcio o que resulta um quadro cada vez mais perigoso”, explica.

Além disso, a vitamina D, importante para a permanência do cálcio no organismo, tem sido cada vez menos absorvida pela população, segundo estudos recentes. As pesquisas apontam uma considerável diminuição na exposição solar, inclusive na idade adulta. As pessoas se escondem do sol, mesmo nos horários permitidos pelos médicos.

O consumo de substâncias antioxidantes, que diminuem as lesões provocadas pelos radicais livres no organismo humano, como as vitaminas C, E, o betacaroteno (percursor da vitamina A), a Luteína e o Selênio, desempenham papel fundamental na proteção contra as doenças degenerativas mais freqüentes nos dias de hoje. Pesquisas mundiais comprovam a prevenção de cataratas, determinados tipos de câncer e cardiopatias.

Para se beneficiar destas vitaminas e minerais, o indicado é consumir todos os dias, no mínimo três porções diárias de frutas e três porções de legumes e verduras. Entre os alimentos ricos em antioxidantes podemos destacar abacate, nozes, castanha do pará, laranja, morango, uva, peixes, verduras e cereais integrais.

Para evitar a desnutrição

Conforme ocorre o envelhecimento, as necessidades de determinados nutrientes aumentam. Por isso, é importante priorizar o consumo de alimentos de alto valor nutricional como verduras, legumes e frutas.

Uma das questões que envolvem a desnutrição na idade adulta são os hábitos alimentares adquiridos, fatores culturais, financeiros, entre outros, que tornam essa a fase mais difícil de adaptação. Mesmo assim, é preciso estar atento às refeições para manter o bom funcionamento orgânico, como prevenção de doenças
e melhor saúde.

Para evitar a desnutrição, o médico recomenda uma dieta balanceada e adequada ao estilo de vida e limitações de cada indivíduo. A recomendação é comer diariamente no mínimo três porções de frutas e três porções de legumes e verduras, mas estudos indicam que a maioria da população não consome a quantidade necessária de vitaminas e minerais só com a alimentação. Neste caso, para complementar a alimentação é indicado o consumo de suplemento de vitaminas e minerais ricos em antioxidantes.

“Atualmente há suplementos voltados para o público acima de 50 anos que trazem em sua composição, além de todas as vitaminas e minerais essenciais, uma quantidade maior das vitaminas A e E e dos minerais, manganês, cromo, molibdênio, cobre e selênio, importantes antioxidantes no combate ao envelhecimento precoce. Estes nutrientes também auxiliam a fortalecer as defesas do organismo, contribuindo para favorecer a vitalidade do organismo”, recomenda o médico.

 


Autor: XPress Comunicação
Fonte: Pfizer Consumer Healthcare

 

 
 

Botox

Anvisa aprova uso da toxina botulínica contra enxaqueca

A toxina botulínica recebeu aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no tratamento de enxaqueca. A aplicação será recomendada para a prevenção das crises de dor de cabeça fortes que caracterizam a doença. A toxina botulínica é obtida a partir da bactéria Clostridium botulinum.

A autorização foi concedida em 11 de abril a uma empresa que produz a substância, usada normalmente para enrijecer a pele e conservar a pessoa contra rugas e outros sinais da velhice. O uso cosmético da substância só foi aprovado pelo órgão do governo norte-americano responsável por regular alimentos e remédios (FDA, na sigla em inglês) em 2002.

Agora, as injeções da toxina poderão ser usadas no tratamento de uma doença que se caracteriza por dores de cabeças intensas, normalmente agravadas por fatores externos como luz, esforço físico, ruídos e odores. O paciente pode ter náuseas e vômitos durante as crises.

Estudos já apontavam a eficiência da substância no combate à enxaqueca desde 2006, quando um grupo de cientistas de Taiwan revelaram que o tratamento com a toxina reduzia a frequência e a intensidade das crises em até 60% dos pacientes testados.

Usada há 20 anos em pessoas que sofreram derrames cerebrais (AVC) ou problemas cervicais, a toxina botulínica também é autorizada no Brasil para o tratamento de casos de bexiga hiperativa.

Autor: Redação

Fonte: G1

 

 

 
 

Morangos reforçam glóbulos vermelhos frente estresse oxidativo, diz estudo

Consumo diário pode melhorar a capacidade antioxidante do plasma sanguíneo

Um estudo científico da Universidade Politécnica de Marche (UNIVPM, na Itália) e a Universidade de Granada (UGR, Espanha) apontam que os morangos fortalecem os glóbulos vermelhos frente o estresse oxidativo, um desequilíbrio relacionado com diversas doenças.

Até agora tinha tentado confirmar a capacidade antioxidante dos morangos mediante experimentos 'in vitro', mas agora, o grupo de pesquisadores conseguiu demonstrá-la 'in vivo'.

Para isso, segundo publicam na revista Food Chemistry, deram a 12 voluntários 500 gramas diários de morangos (da variedade 'Sveva') ao longo de cada jornada. Durante 16 dias foram tiradas mostras de sangue.

Os resultados revelam que o consumo regular desta fruta pode melhorar a capacidade antioxidante do plasma sanguíneo e a resistência dos glóbulos vermelhos a sua hemólise (fragmentação) oxidativa.

"Averiguamos que algumas variedades de morangos apresentam maior resistência dos eritrócitos frente o estresse oxidativo, o que pode ser muito representativo se considerar que este fenômeno desencadeia graves patologias", explicaram os pesquisadores.

A equipe analisa agora as variações quando se ingere menos quantidade de morangos (o consumo habitual costuma ser um copo ao dia com 150 a 200 gramas).

"O importante é que façam parte de uma dieta saudável e equilibrada, dentro das cinco porções diárias de frutas e verduras", apontaram.

"No laboratório também estão analisando diferentes variedades de morangos, já que cada uma tem suas próprias quantidades e proporções de antioxidantes", explicaram.

Os morangos apresentam grande quantidade de compostos fenólicos, como os flavonóides, que diminuem o estresse oxidativo.

Tal desequilíbrio ocorre em algumas situações patológicas (como a doença cardiovascular, o câncer ou o diabetes) e fisiológicas (nascimento, envelhecimento, exercício físico) entre a agressão que produzem "espécies reativas do oxigênio" - os radicais livres, em particular - e as defesas antioxidantes do organismo.

Autor: Redação         

Fonte: Estadão

 

 
 

Consulta ao ginecologista deve ser feita anualmente

O acompanhamento anual garante prevenção e detecção precoce de diversas doenças

A Sogirgs – Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Rio Grande do Sul está lançando um alerta às mulheres: as consultas com o ginecologista devem ter periodicidade anual. “As pacientes devem escolher o médico de sua preferência e comprometer-se com a regularidade das consultas. Com o controle anual, é possível prevenir uma série de doenças e detectar precocemente outras tantas, ampliando as chances de cura”, explica Flávio Vieira, presidente da entidade.

Entre as doenças que podem ser diagnosticadas precocemente, estão câncer de mama e câncer de colo de útero. “Muitas mulheres cuidam primorosamente da saúde de suas famílias, mas esquecem da sua”, destaca Vieira. Os exames ginecológicos incluem: exame físico, exame de mamas e do colo do útero, exames laboratoriais e aconselhamentos.

Outras informações no site www.sogirgs.org.br.

Autor: Imprensa

Fonte: Usina de Notícias

 

 
 

Estudo sugere que azeite de oliva pode reduzir riscos de derrame

Pesquisa foi feita com 7.625 idosos a partir de 65 anos na França. Chance de AVC cai 41% quando produto é usado constantemente

Pessoas idosas que ingerem azeite de oliva correm menos risco de sofrer um derrame do que aqueles que não o fazem, sugeriu um estudo com mais de 7.000 franceses publicado nesta quarta-feira (15) nos Estados Unidos.

Pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica, em Bordeaux, França, acompanharam 7.625 pessoas de 65 anos de idade ou mais em três cidades - Bordeaux, Dijon e Montpellier - por um período de cinco anos.

Durante esse tempo, houve 148 derrames. Os indivíduos foram divididos em grupos de acordo com o seu consumo de azeite de oliva, indo daqueles que não consumiam nada àqueles que usavam o produto em molhos, em receitas e no pão.

Quando os pesquisadores levaram em consideração fatores como a massa corporal, atividades físicas e a dieta constataram que os consumidores "intensivos" de azeite de oliva tinham 41% menos risco de derrame comparados aos que nunca consumiam azeite.

"Nossa pesquisa sugere que uma nova série de recomendações de dieta precisa ser elaborada para prevenir derrames em pessoas de 65 anos ou mais", disse a autora do estudo Cecilia Samieri.

"Os derrames são tão comuns em pessoas idosas e o azeite de oliva pode ser uma forma barata e fácil de ajudar a prevenir isso." As descobertas foram publicadas no "Medical Journal of the American Academy of Neurology".

Autor: France Presse

Fonte: G1

 

 
 

Consumo de vitamina D prolonga vida de mulheres acima dos 50 anos, diz estudo

E diminui risco de infarto e derrame de homens

Vida longa para quem consome vitamina D. É o que garantem recentes estudos divulgados pela revistas "American Journal of Clinical Nutrition" e "The Cochrane Library".

Segundo os pesquisadores, o resultado do estudo mostrou que a vitamina D diminui a taxa de mortalidade, especialmente de mulheres acima de 50 anos. E que homens que consumiram 600 unidades internacionais (UI) de vitamina D por dia estavam menos propensos a sofrer infarto ou derrame.

Porém, de nada adianta consumir a vitamina D, que também estimula a absorção de cálcio nos ossos, sem se expor diariamente ao sol por um período de 15 a 20 minutos.

Os raios solares são fundamentais para a síntese de vitamina D porque eles ativam a substância 7-dihidrocolesterol, encontrada na pele, que se transforma em vitamina D3, após passarem pelo fígado e pelo rim.

O ideal é buscar fontes naturais da vitamina, presentes no leite, nos ovos e no peixe. A ingestão de suplementes só deve ser feita com orientação médica.

A superdosagem pode causar elevação dos níveis de cálcio no sangue e na urina e também provocar cálculos renais e calcificação das articulações.

 

Autor: Redação

Fonte: Agência Estado

 

 
 

Dicas para o cardápio dos adolescentes

Confira!

 

A infância e a adolescência são períodos vitais para a formação física e mental e a alimentação, é um dos itens que mais contribui para o desenvolvimento. Nesta fase, a alimentação saudável ao alcance dos jovens, faz com que eles cresçam com uma boa cultura alimentar.

 

“É na adolescência que adquirimos e cultivamos nossos hábitos. Um adolescente sedentário, com certeza poderá sofrer conseqüências de saúde quando adultos. Além disso, é muito difícil a mudança de hábito depois dos 20 anos”, diz a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, da Consultoria Alimentar.

 

A nutricionista Rita de Cássia Leite Novais comenta que é fundamental a consciência dos pais na hora de servir a alimentação. “Não adianta querer que o filho faça uma boa refeição, enquanto os responsáveis têm o hábito de ingerir gorduras, fast foods entre outros. O exemplo é muito importante nesta fase, pois os filhos acabam sendo o reflexo dos pais”.

 

Segundo a nutricionista da empresa Consultoria Alimentar, diversas pessoas associam a boa alimentação com regime. “A qualidade nas refeições significa melhor rendimento nas tarefas diárias, bom humor, saúde, pele viçosa, maior concentração nos estudos entre outros benefícios. Se a pessoa ingerir em excesso alimentos saudáveis, poderá sofrer obesidade. Está acima do peso, não é somente com alimentos ruins”, ressalta.

 

Abaixo, a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais dá dicas de refeições que os pais podem fazer para os jovens:

 

Sugestão de Cardápio

 

Opção 1

Café da Manhã

-1 copo de 200 ml de vitamina de frutas

-1un de pão francês com requeijão (1 colher de sobremesa rasa)

 

Colação

- 4 Biscoitos integrais

 

Almoço

 

-Arroz (5 colheres de sopa)/ Feijão 1 concha pequena

-Role de Frango com cenoura e salsão (filé pequeno de 140g)

-Salada de folhas mista (à vontade) /vagem 2 colheres de sopa

-Banana 1un

 

Lanche da tarde

-1 Pão de hambúrguer com gergelim com maionese (1 colher de sobremesa rasa), peito de peru ( 2 fatias), tomate 3 rodelas

-Iogurte 200 ml

 

Jantar

-Almôndega 2un

-Macarrão com brócolis ¼ do prato

-Salada de folhas mista (à vontade) / abobrinha 2 colheres de sopa

-Flan (1 porção de 100g)

 

Opção 2

Café da Manhã

-1 copo de 200 ml de leite com cereal (1/2 xícara)

 

Colação

- Salada de frutas 100g

 

Almoço

-Panqueca de frango (2un)

-Seleta de legumes 3colheres de sopa

-Salada de folhas mista (à vontade) / beterraba 2 colheres de sopa

-Caqui 1un

 

Lanche da tarde

-1 copo de 200 ml de pipoca (estourada na panela com pouco sal e óleo)

-Suco de fruta natural 200 ml

 

Jantar

-Arroz (5 colheres de sopa)/ Feijão 1 concha pequena

-Cação ao molho 1 porção pequena de 150 g

-Purê de mandioquinha 2 colheres de sopa

-Salada de tomate 3 rodelas/pepino ¼ do pepino

-Gelatina colorida (1 porção de 100 ml)

Sobre a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais

A nutricionista Rita de Cássia Leite Novais é especializada em Nutrição Clínica e Vigilância Sanitária de Alimentos, pelo Ganep e USP, respectivamente. Sócia proprietária da Clínica Consultoria Alimentar, a nutricionista atua nas áreas clínica - com avaliação e orientação nutricional personalizada de acordo com a patologia, com produção de alimentos na área industrial e comercial – gerenciamento, supervisão, desenvolvimento de produtos e qualidade, consultoria em escolas e faculdades e Auditoria Interna ISO 22000.
 

 


Autor: Grasiela Caldeira
Fonte: Imprensa


 

 
 

Mãos limpas, olhos saudáveis

Conjuntivite é a doença ocular mais frequente na população e pode ser prevenida com a higienização constante das mãos

 

Algum tempo atrás, os consultórios de oftalmologia lotavam em épocas mais secas do ano, que propiciam o aumento da incidência de conjuntivite na população. Atualmente, é notória a quantidade de novos casos durante o ano inteiro, inclusive em estações mais úmidas. Os motivos para esse aumento: o uso excessivo do computador e do ar condicionado, além da falta de higienização das mãos.

Para o oftalmologista da Paraná Clínicas, Flávio Augusto Bassoli, é preciso que a população se conscientize sobre a importância de lavar bem as mãos, com água e sabão, uma vez que o contágio da conjuntivite se dá através do contato físico. “Quando há epidemias, como foi o caso da gripe A (H1N1), as pessoas se condicionam a fazer a higiene e assepsia das mãos”, explica. “No entanto, basta o tema sair da mídia para que a maioria delas se esqueça, novamente, de lavar as mãos com frequência”, alerta. De acordo com Bassoli, o álcool em gel é bastante eficiente, entretanto “água e sabão são suficientes para resolver o problema”, diz.

O uso em demasia do computador e do ar condicionado também potencializam o aparecimento da conjuntivite. “Esses aparelhos contribuem com o ressecamento dos olhos e diminuem a lubrificação do globo ocular”, afirma o especialista. “Quando estão em frente ao monitor, as pessoas tendem a piscar menos, ressecando o olho e expondo-o de maneira mais agressiva aos vírus e bactérias que estão no ar”, diz. “Recomendo aos pacientes que se forcem a piscar mais, quando estão em frente ao computador, ou em lugares com ar condicionado; isso estimula a produção de lágrima, ou seja, a lubrificação”, ressalta Bassoli.

A conjuntivite possui três causas: viral, bacteriana e alérgica. Os principais sintomas da doença são: sensação de areia no olho, vermelhidão, secreção (mais frequente nos casos de conjuntivite bacteriana) e, eventualmente, fotofobia, isto é, sensibilidade à luz.

Para se prevenir da conjuntivite, basta seguir as seguintes dicas:

- Lavar bem as mãos com água e sabão, com bastante frequência: ao chegar da rua, ao sair do carro, antes das refeições, etc.

- Não trocar objetos pessoais com outra pessoa, mesmo que ela não esteja com a doença;

- Evitar o contato físico com pessoas contagiadas

- Se estiver com a doença, trocar a fronha do travesseiro todos os dias e lavá-la com água e sabão;

- Utilizar lenço de papel descartável e nunca reutilizá-lo;

- Evitar o uso de ar condicionado, tanto o frio, quanto o quente;

- Procurar passar menos tempo em frente ao computador e, enquanto estiver, piscar várias vezes;

- Utilizar colírios lubrificantes.


Autor: Renata de Tullio Monteiro
Fonte: Lide Multimídia - Assessoria de Imprensa

 

 
 

Falta de higiene bucal pode afetar fertilidade feminina, diz estudo

Um estudo da Austrália sugere que problemas de saúde bucal podem afetar a fertilidade feminina

 

A pesquisa da Universidade do Oeste da Austrália indica que uma higiene bucal precária é tão ruim para a fertilidade de uma mulher quanto a obesidade, fazendo com que elas demorem em média dois meses a mais para engravidar.

Os cientistas apresentaram a pesquisa em uma conferência sobre fertilidade na Suécia. Segundo os pesquisadores, mulheres com gengivas doentes precisaram de sete meses para conceber, comparados com o prazo considerado normal, de cinco meses.

De acordo com os pesquisadores, a causa pode estar ligada à doença periodontal, caracterizada por inflamação na gengiva. Se esta não for tratada, poderá desencadear uma série de reações capazes de prejudicar o funcionamento normal do corpo.

A doença periodontal já foi ligada a doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e aborto, além de baixa qualidade do esperma em homens.

"Até agora não existiam estudos publicados que investigavam se a doença nas gengivas pode afetar as chances de uma mulher conceber. Este é o primeiro relatório que sugere que a doença na gengiva pode ser um dos vários fatores a serem modificados para a mulher elevar as chances de uma gravidez", afirmou Roger Hart, professor líder da pesquisa.

INFLAMAÇÃO

O estudo da Universidade do Oeste da Austrália contou com a participação de mais de 3.500 mulheres.

Aquelas com problemas de gengiva apresentaram níveis elevados de marcadores para inflamação no sangue.

De acordo com o líder da pesquisa, Roger Hart, mulheres que estão tentando ter um filho agora precisam passar antes no dentista além de parar de fumar, beber, manter um peso saudável e tomar suplementos de ácido fólico.

"É bom senso aconselhar a mulher a ter certeza de que está saudável se ela quer tentar ter um filho", disse o especialista britânico em fertilidade Allan Pacey.


Autor: BBC
Fonte: Folha.com


 

 
 

Arte para vencer o câncer

Grupos regulares de dança, teatro, canto e artesanato mostram-se efetivos no objetivo de tornar a experiência de passar pela doença menos traumática

 

As atividades artísticas no tratamento do câncer têm mostrado eficácia entre os pacientes. Os retornos positivos e a motivação por parte dos “vencedores” na luta contra esta doença fizeram com que a CliniOnco - Clínica de Oncologia de Porto Alegre - desenvolvesse uma série de atividades culturais e complementares ao tratamento convencional para a cura das diferentes neoplasias. A clínica mantém grupos regulares de dança, teatro, canto e artesanato, que tem se mostrado bastante efetivos em seu objetivo de tornar a experiência de passar pela doença menos traumática.

 

A fisioterapeuta Iara Rodrigues, que coordena os grupos artísticos da CliniOnco, trabalha há vários anos com pacientes oncológicos. Segundo a fisioterapeuta, um dos maiores avanços da ciência, em relação ao câncer, é a compreensão de que o bem-estar, a qualidade de vida e a satisfação são fundamentais para a cura, pois atuam diretamente no sistema imunológico do paciente e possibilitam a humanização do tratamento. “A idéia não é formar artistas profissionais e, sim, socializá-los de forma alegre e inovadora. Isso proporciona aos envolvidos uma melhora física, emocional e incremento da qualidade de vida”, salienta.

 

Um exemplo de superação do câncer e de paixão pela arte é o da freira e ex-professora de educação musical, Maria do Carmo Sebben Ramos. Ela venceu o carcinoma e a dança teve uma fundamental contribuição na sua recuperação.

 

Participante do grupo de dança desde 2007, a convite da fisioterapeuta Iara, Maria do Carmo lembra que, nos primeiros ensaios, viu nesta uma grande oportunidade de aprimorar seus alongamentos de forma lúdica. Segundo ela, sua experiência com a dança era pequena. “Trabalhava com música no Colégio Sevigné e sabia alguns passos de dança, que era da chironomia gregoriana, uma regência do canto gregoriano. Além da música, existem gestos corporais que ensinava aos alunos”, recorda.

 

Antes da sua cirurgia, Maria do Carmo sempre acreditou na sua cura, tendo apoio da sua família, da “família religiosa” (pessoas ligadas à Igreja onde reside) e dos colaboradores da CliniOnco. A freira reforça que a dança foi um grande estímulo para sua vida e a fisioterapeuta a desafiou a aprender e ajudou-a nas dificuldades. “Sair de um momento mais estático para um de movimento permitiu me integrar mais com a comunidade”, enfatiza.

 

Maria do Carmo reforça os aspectos importantes em participar deste grupo. “Primeiro, o ganho pessoal. Trabalhamos com alongamento, relaxamento musical, equilibro, entre outras atividades. O intelectual também é usado, pois decoramos as músicas e as coreografias. Segundo, a irradiação de alegria e a missão de esperança que transmitimos para os outros. Além disso, ganhei amigas, somos muito solidárias, alegres e gostamos festejar. O grupo se tornou em uma ação de amor”, celebra.

 

A feira já perdeu a conta de apresentações realizadas em vários locais da capital e do interior do Estado. Para este ano, se prepara para o próximo projeto que terá a música “Tocando em frente”, de Almir Sater. Além da abertura da dança, tocará teclados nesta atividade.

 

Para quem sofre da doença, Maria do Carmo deixa uma mensagem. “Tenha coragem de participar de algo a mais e não ficar preso às terapias. Se abra para a arte. É importante que as pessoas portadoras de câncer tenham a consciência que podem fazer alguma coisa bonita e que valha a pena”, finaliza.

 

PESQUISA

Entre fevereiro e março de 2011, a CliniOnco, por meio da fisioterapeuta Iara Rodrigues, entrevistou 22 mulheres pós-cirúrgicas de câncer de mama com idade entre 30 e 85 anos, que estavam ou estiveram em tratamento de quimioterapia, radioterapia e/ou fisioterapia no momento da pesquisa. Os dados foram coletados através de questionários de qualidade de vida, de estratégias de enfrentamento e de atividades complementares.

As onze pacientes que realizam atividades complementares (Grupo A) como dança, teatro, ginástica, entre outras, tiveram aspectos mais positivos e com maior percentual do que aquelas onze que não realizam atividades complementares (Grupo B). Abaixo seguem os dados desta pesquisa:

- Aspectos físicos: 86% do Grupo A obteve bastante melhora de seus aspectos físicos contra apenas 38% das pacientes do Grupo B que referiram alguma melhora no mesmo item.

- Aspectos emocionais: 86% do Grupo A tiveram melhora em seus aspectos emocionais contra 50% do Grupo B.

- Dor: 66% do Grupo A tiveram melhora de dores contra apenas 47 % do Grupo B.

- Saúde Mental: 83% referiram ter melhorado muito sua saúde mental contra apenas 72% do Grupo B.

- Aspectos Sociais: 83% Grupo A melhoraram muito suas relações, isto é, seus aspectos sociais (relações, lazer, trabalho, etc.) contra 75% do Grupo B.
 

 


Autor: Redação
Fonte: Imprensa


 

 
 

Pessoas com pele clara precisam tomar suplemento de vitamina D, aponta estudo

A vitamina D é essencial para saúde dos ossos e é absorvida pelo corpo quando as pessoas são expostas a luz solar

 

Pessoas com pele muito clara e que tem facilidade de se queimar no sol precisam tomar suplemento de vitamina D, de acordo com pesquisa. A vitamina D é essencial para saúde dos ossos e é absorvida pelo corpo quando as pessoas são expostas a luz solar, mas para isso é preciso ficar exposto pelo menos por 15 minutos aos raios ultravioleta.

Um novo estudo realizado pela Universidade de Leeds descobriu que pessoas com peles pálidas não podem ficar muito tempo no sol e devem até evitar se bronzear. De acordo com os resultados, os benefícios por absorver a vitamina D da luz solar são menores do que os riscos de exposição ao câncer de pele.

A pesquisa foi publicada na revista "Câncer: Causas e Controle" e sugere que a concentração necessária de vitamina D no sangue seja de 60nmol/L, só que pessoas muito claras só conseguem esses níveis aliando tomar sol com suplementos. "Indivíduos de cor clara que se queimam facilmente não conseguem fabricar vitamina o suficiente com a luz solar e, portanto precisam tomar suplementos", afirma Julia Newton-Bishop, professora e líder do estudo.

Os pesquisadores analisaram os níveis de vitamina D no organismo de mais de mil pessoas e analisaram que os que tinham pele muito clara tinham a presença da vitamina mais baixa do que os outros grupos.


Autor: Redação
Fonte: UOL Ciência e Saúde


 

 
 

Café, na contramão da obesidade e depressão

Se apreciado com moderação, ele pode auxiliar no combate à obesidade, depressão, alcoolismo, distúrbio de déficit de atenção e embotamento cerebral

O tradicional café, uma das bebidas mais consumidas no mundo, pode ser um grande aliado à saúde. Se apreciado com moderação, ele pode auxiliar no combate à obesidade, depressão, alcoolismo, distúrbio de déficit de atenção e embotamento cerebral.

No Brasil, segundo maior consumidor de café, só sendo superado pelos EUA, existe em torno de 195 tipos de café tradicional, 78 tipos de café superior e 103 de café gourmet, sendo classificado como o maior produtor mundial e exportador do grão.

O café é rico em zinco, magnésio, ferro, proteínas, aminoácidos e uma substância denominada quinídeo, produto da torra (ou borra) que é um excelente antioxidante.

Em São Paulo, existe um trabalho em algumas escolas estaduais em que empresas oferecem café às crianças antes do início das aulas. Nestas escolas houve uma melhora no índice das notas, no desempenho escolar, na concentração e no grau de dispersão, comprovando que os benefícios da cafeína sobre os estudantes.

As propriedades benéficas do café podem ser obtidas por meio de bebida em doses moderadas, cremes, loções, máscaras faciais, manipulações com cafeína e com seus bioflavonoides.

* Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) – MEDICINA PREVENTIVA, CLÍNICA GERAL, REUMATOLOGISTA E MEDICINA ANTI AGING.


Autor: Dra. Sylvana Braga
Fonte: Ralcoh Comunicação


 

 
 

Como lidar com a separação na gravidez

Sabe-se da importância da mãe estar em equilíbrio físico e psicológico na gestação para que o bebê venha ao mundo com saúde e tranquilidade

 

A separação conjugal durante a gravidez, não é fácil, mas é preciso saber enfrentar, para que o prejuízo seja o menor possível, inclusive ao bebê que está para chegar.

A psicóloga, Cynthia Boscovich, especialista em gestantes e na relação mãe/bebê explica, “é difícil não se abalar com esta situação, pois por mais insuportável que possa estar à relação e a separação se tornar alívio para o casal, o momento implica em sonhos desfeitos e em perdas para ambos. Porém com um bebê a caminho, tudo fica mais delicado e merece cuidado”.

Nesse período, a mulher tende estar mais sensível, devido à ação dos hormônios, onde geralmente as emoções ficam à flor da pele. “È importante observar o que de fato acontece e prejudica a relação e a cada um antes de rumar para a separação. A gravidez, muitas vezes movimenta questões íntimas e primitivas, nem sempre conscientes. O que para um pode ser alegria, para outros pode ser pesadelo”, diz a psicóloga.

O ideal seria que o casal pudesse se separar da forma mais equilibrada possível, com muito diálogo, acordos, onde cada um pudesse ceder um pouco, considerando o bebê que está para chegar. “Mas isto é difícil de acontecer, pois muitos sentimentos antagônicos estão presentes neste momento e nem sempre o casal consegue, não só enxergar onde está o conflito, mas também cada um perceber separadamente as suas dificuldades”.

Nem sempre este momento é tão ruim, embora a sensação possa ser a pior, mas considerando que o momento de crise pode trazer oportunidades para ambos possam entrar em contato com questões antes não vistas e que agora poderão resignificar e transformar muita coisa, seja casado ou separado.

Sabe-se da importância da mãe estar em equilíbrio físico e psicológico na gestação para que o bebê venha ao mundo com saúde e tranquilidade, entretanto com o aumento do estresse, a glândula supra-renal secreta quantidades elevadas de hormônios como cortisol e adrenalina no organismo, podendo alterar a pressão arterial, o açúcar no sangue, suprimir o sistema imunológico, dentre outros sintomas que podem prejudicar a sua saúde e consequentemente a do bebê.
 

 


Autor: Cynthia Boscovich
Fonte: Sempre Materna


 

 
 

Câncer de tireóide

O câncer curável

 

Uma das principais glândulas do organismo, a tireóide é responsável por regular funções essenciais do nosso corpo, como o crescimento, digestão e especialmente o metabolismo. Mas assim como as demais partes do organismo, as células da tireóide também estão sujeitas a mutações, que quando se transformam em células malignas, podem dar origem a um tumor, o chamado câncer da tireóide.

O câncer da tireóide é uma neoplasia um tanto quanto rara e com baixo índice de mortalidade. Segundo o cirurgião de cabeça e pescoço Sergio Samir Arap, gerente médico do Centro Cirúrgico do Hospital Sírio Libanês, a chance de cura deste tipo de câncer é de quase 98%: “não existe nenhum outro tipo de câncer tão bem tratável”, afirma.

Diagnóstico do câncer 

O avanço da medicina tem possibilitado diagnósticos mais precisos para casos de tumor de tireóide.  Em geral o paciente percebe um nódulo na região da tireóide, que se encontra na altura da garganta. “Mas é preciso estar atento. Nem sempre um nódulo significa um câncer na tireóide. Um nódulo pode inclusive ser sinal de bócio”, atenta o cirurgião Arap.

O diagnóstico desse tumor deve ser feito por um especialista, de preferência umendocrinologista ou um especialista em cabeça e pescoço, que submeterão o paciente a um ultrassom com estudo Doppler para analisar se o nódulo em questão é ou não maligno.

Tratamento 

Ao contrário dos demais tipos de câncer, que usam a quimioterapia como principal tratamento, no caso do câncer de tireóide o mais indicado é a remoção da glândula. “A principal função da tireóide é controlar o metabolismo do corpo. Quando ela é retirada, quem faz o seu papel é o hormônio de caixinha, ou seja, o hormônio sintético. É muito mais fácil e prático retirar a glândula do que submeter o paciente ao tratamento agressivo da quimioterapia”, afirma Arap.

E para evitar a recorrência do câncer, alguns procedimentos precisam ser tomados logo após a cirurgia, como a pesquisa do corpo inteiro. “Essa pesquisa faz uma espécie de imagem do paciente, através de iodo radioativo, como umaradioterapia de dentro para fora. É usada para os casos em que o câncer tenha saído da tireóide e espalhado pela região do pescoço. Com esse método, minamos qualquer resquício de câncer”. 

Novas tecnologias

Hoje são propostos outros procedimentos para a retirada da tireóide, como por endoscopia ou através de uma pequena incisão atrás da orelha. O médico Sergio Arap pondera: “o corte feito para a retirada da glândula é pequeno, cerca de 3 cm, e essas  novas técnicas ainda não se mostraram tão seguras quanto a tradicional”.

 


Autor: Redação
Fonte: Dicas de Saúde


 

 
 

Intolerância a lactose: será que você tem?

Cerca de 40% da população sofre com essa deficiência e muitas vezes, não sabe

 

Presente na mesa da maioria dos brasileiros, o leite e seus derivados sempre foram considerados alimentos saudáveis e completos para todas as idades. Porém, o que muita gente não sabe é que, de acordo com uma pesquisa realizada pela Unicamp, pelo menos 40% da população brasileira possui algum tipo de desconforto ou problema digestivo ao ingerir leite ou seus derivados, ou seja, têm intolerância à lactose.

Em outras palavras significa que essas pessoas são incapazes de digerir o açúcar presente no leite e seus derivados, por causa de deficiência ou ausência da enzima intestinal. “Ainda quando bebês, nosso corpo produz a enzima lactase para digerir a lactose presente no leite materno. Após o período de amamentação, a enzima lactase diminui e o mais comum é os adultos perderem a capacidade de metabolizar a lactose”, explica a nutricionista funcional Juliana Trevilini Garcia.

Quem é intolerante à lactose manifesta alguns sintomas após o consumo de lacticínios, como: dor, distensão e cãibras abdominais, náuseas e vômitos, diarreia e produção de gases. “Isso ocorre pela ação de bactérias intestinais sobre a lactose. Quando surgem esses sinais é imprescindível procurar um profissional para diagnosticar e orientar corretamente sobre como proceder com a alimentação”, ressalta a Dra. Juliana.

Mesmo sem tratamento, a intolerância a lactose pode ser controlada com mudanças na dieta alimentar. “O paciente deve deixar de consumir lacticínios ou comprar e ingerir a enzima lactase industrializada quando for consumir uma pequena quantidade de leite e derivados”, ensina a nutricionista.

Fonte de Cálcio

Para o ortopedista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Renato Raad consumir uma baixa quantidade de cálcio pode ocasionar hipocalcemia, ou seja, alterações múltiplas e de diferentes intensidades, como por exemplo: transtornos psiquiátricos, tetania (falta de cálcio), convulsões, formigamento de extremidades, transtornos cardíacos, vômito, diarreia, alterações na visão e alterações na pele (pele seca) e queda de cabelos.

O baixo consumo de cálcio é também um importante fator de risco para a osteoporose. “O pouco consumo em caráter crônico, principalmente quando iniciado na infância, no momento da formação da massa óssea, acarreta uma má qualidade óssea no adulto, no jovem ou no idoso. A situação agrava na mulher na pós-menopausa, pois, a reabsorção do cálcio fica reduzida”, explica.

Embora o leite e seus derivados sejam considerados fontes de cálcio, outros alimentos podem ser substituídos pelo leite. “E, principalmente, devem estar presentes na dieta das pessoas intolerantes à lactose”, enfatiza o médico.

Entre os alimentos ricos em cálcio estão: brócolis, couve, couve-flor, repolho, verduras verdes escuras (com exceção do espinafre), algas marinhas, gergelim integral, amêndoas e feijão. “É necessário ingerir regularmente o cálcio, para manutenção da qualidade óssea, função muscular e outras ações como qualidade no impulso nervoso e colaborar na manutenção da pressão arterial adequada”, esclarece.

O consumo ideal médio para adultos é de 1.000 mg ao dia e para crianças 600 a 800 mg ao dia. Já para as mulheres pós-menopausa, o consumo diário indicado é de 1.500 mg ao dia. O consumo máximo não deve superar 2.500 mg/dia, tanto para homens quanto para mulheres. “Caso o consumo seja superior à adequada, pode causar hipercalcêmica, ou seja, tônus muscular frouxo, constipação, grandes volumes urinários, náusea, confusão, coma e até pode levar o paciente à morte”, ressalta o médico.

Um grande aliado para a fixação do cálcio nos ossos são os exercícios físicos. “O cálcio desempenha um papel fundamental na contração muscular, através da sua concentração celular e manutenção da massa magra do corpo”, enfatiza o Dr. Raad.

Os alimentos que devem ser evitados

  • Leite de vaca desnatado e integral
  • Leite de cabra
  • Leite de ovelha
  • Creme de leite
  • Chocolates a base de leite
  • Queijos: como por exemplo, brie, gouda e mussarela, pois apresentam traços de lactose
  • Iogurte
  • Doce de leite
  • Leite condensado
  • Margarina e manteiga
  • Pudins a base de leite
  • Tortas a base de leite
  • Bolos a base de leite

 


Autor: Imprensa
Fonte: Expressa Comunicação


 

 
 

Pimenta protege o coração e ajuda a dieta

Quanto mais ardida ela for, maior seu poder de ação contra doenças

Conhecidas por seu poder afrodisíaco e gosto ardido, as pimentas fazem o maior sucesso no prato dos brasileiros e vira e mexe aparecem como protagonistas de mais um novo estudo sobre seus benefícios para a saúde.

Além de melhorarem a digestão, elas protegem o organismo contra alguns tipos de câncer e fazem seu corpo queimar gordura, reduzindo os níveis de colesterol, porém, quando consumida em excesso, podem comprometer a saúde do aparelho digestivo.

"A pimenta tem muitas vitaminas e antioxidantes importantes para o organismo, mas quem tem problemas de gastrite ou úlcera deve tomar cuidado ao consumi-la, pois, uma pequena dose da fruta pode irritar ainda mais as paredes do estômago ou intensificar os sintomas da hemorroida", explica a nutricionista da Unifesp Carla Fiorillo. 

Vitaminas A e C na medida certa Segundo o médico homeopata Marcio Bontempo, autor do livro Pimenta e seus Benefícios à Saúde, além de ter princípios ativos como capsaicina e piperina, a fruta é muito rica em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio.

Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e bioflavonoides, pigmentos vegetais que previnem o câncer. Graças a essas vantagens, a fruta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde.

Queima gordura?

Um estudo realizado por cientistas do Centro de Ciências Alimentícias de Wageningen, na Holanda, revelou que a capsaicina (responsável pelo ardor da pimenta) seria bastante eficaz no processo de emagrecimento porque formaria uma espécie de bolsão energético durante as refeições, onde parte da energia ingerida ficaria armazenada para ser gasta mais tarde, assim o corpo, abastecido, não sentiria fome.

"Para quebrar os nutrientes da comida e absorvê-los, nosso aparelho digestivo gasta muito combustível. A capsaicina faz com que ele, nas horas de serviço pesado, se abasteça e forme depósitos gordurosos. Depois, vai dosando o fornecimento de energia de modo a deixar o corpo saciado por mais tempo. Tal processo exige grande gasto calórico do organismo, que eleva sua temperatura para realizá-lo, daí o emagrecimento", explica Marcio Bontempo.

Já para a nutricionista da Unifesp, Carla Fiorillo, a pimenta possuir tais propriedades, porém, todos os estudos que indicam para estes resultados revelam o uso de uma dose bastante elevada de pimenta no cardápio dos pacientes, o que demonstra que a eficiência da fruta no emagrecimento está diretamente ligada a quantidade consumida:

"quando se fala em benefícios ou malefícios da pimenta para o organismo, deve-se levar em consideração a quantidade ingerida. Embora não haja uma dose diária recomendada, sabemos que os efeitos da fruta só ocorrem quando ela é ingerida em grandes quantidades, por isso, é preciso ter cautela para não achar que uma pimenta por dia resolve todos os problemas", explica.

Colesterol zero

Como a capsaicina ajuda a queimar gordura do corpo, diminui os níveis de colesterol ruim (LDL) do sangue e evita o acúmulo de gordura na parede das artérias, protegendo o organismo das doenças cardiovasculares.

Uma pesquisa da Faculdade de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, com ratos, comprovou que a pimenta diminui mesmo o risco de doenças cardiovasculares, maior causa de mortes no Brasil.

Por duas semanas, um grupo de cobaias recebeu, todos os dias, uma pequena dose de extrato de pimenta dedo-de-moça, a mais consumida no país para efeito de teste.

No fim do período, os cientistas compararam o sangue dos ratos que consumiram a pimenta com o do grupo que não a consumiu e os resultados foram impressionantes: houve redução de até 45% do colesterol total dos ratos que consumiram a fruta.

"Ainda falta determinar quanto é necessário consumir para que a pimenta traga todos esses benefícios. O que se sabe é que o brasileiro a come muito pouco. Na Tailândia, por exemplo, ela é a estrela das receitas simples e sofisticadas. Lá, o consumo chega a dez gramas por dia. No Brasil, não passa de meio grama por pessoa", explica Márcia Keller Alves, nutricionista que fez parte da equipe de pesquisa.

Quanto mais ardida melhor

A capsaicina é o princípio ativo responsável pelo ardor que sentimos quando comemos a pimenta. Além de conter antioxidantes poderosos na ação contra os radicais livres, ela eleva a temperatura do corpo auxiliando na redução do colesterol e na queima de gordura: "esta substância eleva a temperatura do corpo acelerando o metabolismo e a quebra de gordura, por isso auxilia no emagrecimento, porém, para se obter resultados expressivos é preciso ingerir grande quantidade da fruta, senão não funciona", explica Carla Fiorillo.

Como o ardor da pimenta é causado pela presença da capsaicina, substância responsável pelos efeitos antioxidantes da fruta, quanto mais ardida ela for, mais capsaicina tem e maior sua ação curativa no organismo: "sabe a velha historia de que os melhores remédios são os mais amargos? No caso da pimenta a gente pode adaptar o amargo para o ardido. Quanto mais ardida ela for, maior sua ação", explica a nutricionista da Unifesp.

Cuidado, pode causar úlcera

Se por um lado a pimenta traz muitos benefícios para a saúde e ajuda a ficar em dia com a balança, por outro, pode se transformar em um veneno para quem tem problemas de gastrite ou úlcera.

A nutricionista Carla Fiorillo explica que a pimenta irrita as paredes do estômago fazendo com que ele produza mais ácido do que o normal para neutralizar a ação da capsaicina, mas que apenas a longo prazo e em grandes quantidades sua ingestão provocaria lesões graves no estômago: "seria preciso consumir muita pimenta e durante anos para desenvolver o problema. O mais comum é que pessoas que já tenham gastrite ou úlcera piorem com a ingestão da fruta, mas não dá para dizer que consumir pimenta causa úlcera", explica.

Autor: Natalia do Vale
Fonte: minhavida

 

 
 

Estudo aponta sete medidas para evitar Alzheimer

Pesquisadores americanos divulgaram a lista de sete medidas que poderiam evitar milhões de casos do mal de Alzheimer em todo o mundo

 

Os sete fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação.

De acordo com o estudo dos cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, a metade dos casos da doença no mundo se devem a falta destas medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.

Os detalhes da investigação foram divulgados na revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, que ocorre em Paris.

Causas

As causas do mal de Alzheimer, forma mais comum de demência, ainda não são totalmente conhecidas. Mas, os estudos demonstraram que vários fatores estão ligados à doença, incluindo fatores genéticos, idade e estilo de vida.

Pesquisas já realizadas mostraram que vários fatores de risco podem ser modificados para evitar a doença, como por exemplo, doenças cardiovasculares, níveis de atividade física, estímulo mental e dieta.

Mas, até o momento, não estava claro até que ponto uma pessoa poderia evitar o Alzheimer modificando algum destes fatores de risco.

Para conseguir esta resposta, os pesquisadores usaram um modelo matemático sobre os riscos do Alzheimer no mundo todo.

Com este modelo, os cientistas calcularam a porcentagem global de casos de Alzheimer que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de atividade física.

Os resultados mostraram que a metade dos casos da doença no mundo parecem ser causados por estes fatores, que estão ligados ao estilo de vida e podem ser modificados.

Educação

Sete passos para evitar Alzheimer

  • Praticar mais atividade física
  • Não fumar
  • Ter uma dieta saudável
  • Controlar a pressão arterial
  • Evitar o diabetes
  • Combater a depressão
  • Aumentar o nível de educação

O fator que parece causar a maior porcentagem de casos da doença, segundo os pesquisadores, é o baixo nível educacional (19%), seguido pelo tabagismo (14%), falta de atividade física (13%), depressão (11%), hipertensão na meia idade (5%), obesidade na meia idade (2%) e diabetes (2%).

Juntos, estes sete fatores de risco contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos globais da doença.

"Nos surpreendeu descobrir em nosso modelo que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, falta de atividade física e tabagismo parecem contribuir para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares", disse Deborah Barnes, que liderou o estudo.

"Mas isto sugere que mudanças relativamente simples no estilo de vida podem ter um impacto dramático no número de casos de Alzheimer no decorrer do tempo", acrescentou.

A pesquisadora destacou, no entanto, que estes são apenas cálculos matemáticos e serão necessários estudos mais amplos em várias populações para comprovar estes dados.

Mesmo assim, segundo os pesquisadores, estes cálculos são uma "suposição importante " e qualquer coisa que ajude a evitar a grande carga que esta doença significa para os serviços de saúde é positiva.

 


Autor: Redação
Fonte: BBC Brasil

 

 
 

Colesterol

Veja alguns conselhos sobre o controle do colesterol

Veja alguns conselhos sobre o controle do colesterol

1. Saiba que o colesterol - substância normalmente existente no sangue - pode condicionar, ao longo dos anos e quando em valores elevados, o aparecimento de aterosclerose: o tipo de ateriosclerose que facilita a obstrução das artérias.

Este perigo do colesterol total elevado deriva essencialmente da sua fracção LDL ("low density lipoproteins") enquanto a fração HDL (high density lipoproteins) funciona como protetora. Quanto mais alto o colesterol total e a fracção LDL pior, e quanto mais elevado o HDL melhor.

2. Saiba que os níveis de colesterol sobem gradualmente com a idade e dependem de muitos fatores, uns genéticos (por exemplo hipercolesterolémia familiar), outros derivados do nosso estilo de vida (alimentação, sedentarismo, stress, etc.) e é sobre estes últimos que podemos facilmente atuar - os erros alimentares, o uso de tabaco, o abuso do álcool, a falta de exercício físico, o stress, a obesidade, a hipertensão arterial, o diabetes, devem ser corrigidos ou tratados medicamente.

3. Todos nós, adultos devemos procurar saber o valor do nosso colesterol no sangue:

Saiba o seu número!

  • se for normal (< 200 mg) só repetir em novo check-up (após 4 ou 5 anos)
  • entre 200 e 240 adote uma «alimentação saudável e inteligente» e repita a análise dentro de 6 meses, falando com o seu médico
  • se for menor do que 150 também deverá ouvir o seu médico (possibilidade de doença oculta?).

4. A necessidade de conhecer o valor do colesterol no sangue é mais imperiosa (incluíndo crianças) no caso de familiares com grave hipercolesterolémia, reconhecida ou com manifestações cutâneas suspeitas (xantelasmas ou xantomas, isto é, acumulações de colesterol sob a pele, por exemplo junto às palpebras ou nos cotovelos) ou com antecedentes familiares de doença ou morte precoce por patologia aterosclerótica (doença cerebrovascular, doença das coronárias, isquémia dos membros inferiores).

5. Devem também vigiar o seu próprio colesterol todos os fumantes e os doentes com hipertensão arterial, diabetes ou tolerância diminuída à glicose, bem como as mulheres com menopausa precoce**.

6. A principal arma para combater o aumento de colesterol é a alimentação.

Uma alimentação correta, saudável e inteligente implica:

  • redução da quantidade total de gorduras
  • redução mais acentuada das gorduras ditas "saturadas" (gorduras de cardne, manteiga, queijo ou leite gordo, ovos, miolos e vísceras, gorduras vegetais com preparação industrial que as torna duras, etc.)
  • preferir gorduras vegetais, que são mono ou poli-insaturadas (azeite e outros óleos vegetais como milho, girassol, soja, graínha de uva) ou de peixe (também mono-insaturadas)
  • preferir carnes brancas (de aves, por exemplo, tirando-lhes a pele)
  • aumentar o consumo de peixe
  • aumentar o consumo de vegetais: sopa de hortaliças, legumes, saladas, fruta
  • aumentar o consumo de cereais (pão de segunda ou preparados ricos em fibras).

7. Contribuem também para reduzir os efeitos do colesterol aumentado a correcção de atitudes e comportamentos de risco, e de alguns fatores biológicos.

  • parar de fumar
  • reduzir a obesidade, se possível para o peso normal (não exceder em Kgs os centímetros acima do metro, ou mais científicamente, índice de massa corporal entre 20 e 25Kg/m2***)
  • tratar a hipertensão
  • vigiar a glicemia e/ou tratar o diabetes
  • controlar a hipertrigliceridémia
  • reduzir o stress
  • combater o sedentarismo (maior atividade física diária e/ou esporte).

**ouvir o seu médico sobre terapêutica hormonal

***IMC= Peso (em quilogramas) altura2 (em metros)

 

8. O tratamento da hipercolesterolémia depende, na maioria dos casos, da dieta (que baixa o colesterol LDL - o "mau") do exercício (que faz subir o colesterol HDL - o "bom") e do controle dos outros fatores que, para níveis iguais de colesterol, agravam os seus efeitos:

  • Tabaco
  • Hipertensão arterial
  • Hipertrofia ventricular esquerda no ECG
  • Diabetes ou intolerâcia à glicose
  • Hipertrigliceridémia
  • Obesidade

9. Quando a hipercolesterolémia não normaliza com uma dieta apropriada mais rigorosa (em termos de gorduras saturadas e de colesterol ingeridos) pode impôr-se terapêutica farmacológica (são vários os medicamentos activos), cuja responsabilidade e orientação caberão sempre ao seu médico assistente.

10. De notar que todas as recomendações que atrás fizemos para prevenir ou reduzir a hipercolesterolémia se tornam particularmente importantes e mesmo obrigatórias se se tratar de pessoas que já tiveram qualquer manifestação clínica de:

  • insuficiência vascular cerebral (isquémia transitória ou mesmo trombose ou hemorragia cerebral)
  • insuficiência coronária (angina de peito, enfarte ou morte súbita)
  • insuficiência arterial periférica (vasos do pescoço, membros ou outros territórios vasculares).

Estes são os conselhos do Prof. Fernando de Pádua

Director do Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva e Coordenador Científico do Programa CINDI-Portugal 

 

Autor: Imprensa
Fonte: Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva de Portugual

 

Dica 05

Pimenta protege o coração e ajuda a dieta

Quanto mais ardida ela for, maior seu poder de ação contra doenças

Conhecidas por seu poder afrodisíaco e gosto ardido, as pimentas fazem o maior sucesso no prato dos brasileiros e vira e mexe aparecem como protagonistas de mais um novo estudo sobre seus benefícios para a saúde.

Além de melhorarem a digestão, elas protegem o organismo contra alguns tipos de câncer e fazem seu corpo queimar gordura, reduzindo os níveis de colesterol, porém, quando consumida em excesso, podem comprometer a saúde do aparelho digestivo.

"A pimenta tem muitas vitaminas e antioxidantes importantes para o organismo, mas quem tem problemas de gastrite ou úlcera deve tomar cuidado ao consumi-la, pois, uma pequena dose da fruta pode irritar ainda mais as paredes do estômago ou intensificar os sintomas da hemorroida", explica a nutricionista da Unifesp Carla Fiorillo. 

Vitaminas A e C na medida certa Segundo o médico homeopata Marcio Bontempo, autor do livro Pimenta e seus Benefícios à Saúde, além de ter princípios ativos como capsaicina e piperina, a fruta é muito rica em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio.

Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e bioflavonoides, pigmentos vegetais que previnem o câncer. Graças a essas vantagens, a fruta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde.

Queima gordura?

Um estudo realizado por cientistas do Centro de Ciências Alimentícias de Wageningen, na Holanda, revelou que a capsaicina (responsável pelo ardor da pimenta) seria bastante eficaz no processo de emagrecimento porque formaria uma espécie de bolsão energético durante as refeições, onde parte da energia ingerida ficaria armazenada para ser gasta mais tarde, assim o corpo, abastecido, não sentiria fome.

"Para quebrar os nutrientes da comida e absorvê-los, nosso aparelho digestivo gasta muito combustível. A capsaicina faz com que ele, nas horas de serviço pesado, se abasteça e forme depósitos gordurosos. Depois, vai dosando o fornecimento de energia de modo a deixar o corpo saciado por mais tempo. Tal processo exige grande gasto calórico do organismo, que eleva sua temperatura para realizá-lo, daí o emagrecimento", explica Marcio Bontempo.

Já para a nutricionista da Unifesp, Carla Fiorillo, a pimenta possuir tais propriedades, porém, todos os estudos que indicam para estes resultados revelam o uso de uma dose bastante elevada de pimenta no cardápio dos pacientes, o que demonstra que a eficiência da fruta no emagrecimento está diretamente ligada a quantidade consumida:

"quando se fala em benefícios ou malefícios da pimenta para o organismo, deve-se levar em consideração a quantidade ingerida. Embora não haja uma dose diária recomendada, sabemos que os efeitos da fruta só ocorrem quando ela é ingerida em grandes quantidades, por isso, é preciso ter cautela para não achar que uma pimenta por dia resolve todos os problemas", explica.

Colesterol zero

Como a capsaicina ajuda a queimar gordura do corpo, diminui os níveis de colesterol ruim (LDL) do sangue e evita o acúmulo de gordura na parede das artérias, protegendo o organismo das doenças cardiovasculares.

Uma pesquisa da Faculdade de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, com ratos, comprovou que a pimenta diminui mesmo o risco de doenças cardiovasculares, maior causa de mortes no Brasil.

Por duas semanas, um grupo de cobaias recebeu, todos os dias, uma pequena dose de extrato de pimenta dedo-de-moça, a mais consumida no país para efeito de teste.

No fim do período, os cientistas compararam o sangue dos ratos que consumiram a pimenta com o do grupo que não a consumiu e os resultados foram impressionantes: houve redução de até 45% do colesterol total dos ratos que consumiram a fruta.

"Ainda falta determinar quanto é necessário consumir para que a pimenta traga todos esses benefícios. O que se sabe é que o brasileiro a come muito pouco. Na Tailândia, por exemplo, ela é a estrela das receitas simples e sofisticadas. Lá, o consumo chega a dez gramas por dia. No Brasil, não passa de meio grama por pessoa", explica Márcia Keller Alves, nutricionista que fez parte da equipe de pesquisa.

Quanto mais ardida melhor

A capsaicina é o princípio ativo responsável pelo ardor que sentimos quando comemos a pimenta. Além de conter antioxidantes poderosos na ação contra os radicais livres, ela eleva a temperatura do corpo auxiliando na redução do colesterol e na queima de gordura: "esta substância eleva a temperatura do corpo acelerando o metabolismo e a quebra de gordura, por isso auxilia no emagrecimento, porém, para se obter resultados expressivos é preciso ingerir grande quantidade da fruta, senão não funciona", explica Carla Fiorillo.

Como o ardor da pimenta é causado pela presença da capsaicina, substância responsável pelos efeitos antioxidantes da fruta, quanto mais ardida ela for, mais capsaicina tem e maior sua ação curativa no organismo: "sabe a velha historia de que os melhores remédios são os mais amargos? No caso da pimenta a gente pode adaptar o amargo para o ardido. Quanto mais ardida ela for, maior sua ação", explica a nutricionista da Unifesp.

Cuidado, pode causar úlcera

Se por um lado a pimenta traz muitos benefícios para a saúde e ajuda a ficar em dia com a balança, por outro, pode se transformar em um veneno para quem tem problemas de gastrite ou úlcera.

A nutricionista Carla Fiorillo explica que a pimenta irrita as paredes do estômago fazendo com que ele produza mais ácido do que o normal para neutralizar a ação da capsaicina, mas que apenas a longo prazo e em grandes quantidades sua ingestão provocaria lesões graves no estômago: "seria preciso consumir muita pimenta e durante anos para desenvolver o problema. O mais comum é que pessoas que já tenham gastrite ou úlcera piorem com a ingestão da fruta, mas não dá para dizer que consumir pimenta causa úlcera", explica.

Autor: Natalia do Vale
Fonte: minhavida

 

 
 

Tenho um recém-nascido em casa, e agora?

Especialista responde as principais dúvidas

 

A chegada do bebê é marcada por uma grande expectativa de toda a família. Depois de muitos preparativos e cuidados, finalmente chega o momento em que a mamãe e o papai recebem o novo membro em seu lar. No entanto, nem sempre os pais, principalmente àqueles de “primeira viagem”, ou seja, que recebem em casa o primeiro filho, possuem a oportunidade de realizar cursos preparatórios para tirar dúvidas sobre como cuidar de um bebê.

Até os 28 dias de idade, todos os bebês são considerados recém-nascidos e precisam receber alguns cuidados especiais. De acordo com Eneida Bittar, enfermeira-consultora em Aleitamento Materno pela University of California (UCLA-CA) e Terapeuta Familiar, é quando os pais chegam em casa com o bebê que começam a surgir as primeiras dúvidas. “As mães, em especial, podem ficar mais inseguras, elas querem cuidar de seus bebês da melhor forma possível, compreender as necessidades deles e saber qual é o momento ideal para mamar, dormir, dar banho e trocar fraldas”, afirma a enfermeira. A boa notícia é que, não há parâmetros para julgar o que é certo ou errado quando se trata de cuidados com os bebês. “O que precisa ser criado é uma rotina em que a mãe possa se sentir confortável para fazer tudo da melhor forma possível, a habilidade irá surgir naturalmente. O único fator que deve ser observado constantemente é a segurança da criança”, destaca Eneida.

Confira abaixo as principais dúvidas que podem surgir durante este período e aproveite estes primeiros dias para construir um vínculo vitalício com o seu bebê.

1. Como os pais podem se preparar para a chegada do bebê?

Eneida Bittar: O primeiro filho é um marco na vida do casal, por isso, é importante que ambos estejam preparados para receber as grandes mudanças que estão por vir. É comum que os pais se preocupem em preparar o quarto, o enxoval, decidam se terão ou não a ajuda de terceiros para os primeiros meses e ainda, em qual maternidade o bebê irá nascer. Estas mudanças estruturais são importantes para garantir todo o conforto do bebê, no entanto, ainda durante a gravidez, os pais precisam se preparar emocionalmente para receber a nova família que está por vir.  Ambos precisam saber que irão assumir novos papéis, o de pai e mãe, mas que não devem perder as suas identidades, se lembrando ainda de sempre fortalecerem o seu relacionamento, com base em conversas francas sobre as expectativas de cada um para a educação e formação do filho.

2. Como a mãe pode se preparar para amamentar o bebê?

Eneida Bittar - A amamentação é um processo de aprendizado entre mãe e bebê nos primeiros dias de vida. Existem diferentes orientações e condutas referentes à amamentação e o mais importante é seguir a orientação do seu médico, pediatra ou profissional capacitado no atendimento à amamentação. É recomendada a amamentação exclusiva por 6 meses e, após esse período deve-se introduzir, paralelamente, novos alimentos. Se for necessário optar por outra forma de alimentar seu bebê, procure conhecer as vantagens e desvantagens de cada opção para sentir-se segura.

3. Como tornar o momento da troca de fraldas tranquilo para os pais e o bebê?

Eneida Bittar – A primeira questão é sempre trocar a fralda quando ela estiver molhada ou suja, para evitar o aparecimento de assaduras e garantir que o bebê fique confortável. Para que a troca de fraldas seja segura, é fundamental que o local esteja organizado com todos os materiais necessários, e se faltar algo, nunca deixar o bebê sozinho. Desde as primeiras trocas, crie o hábito de falar com o bebê sobre o que será feito com ele, passo a passo, isso o deixará mais tranquilo.

4. Quais são as etapas para uma troca de fraldas ideal?

Eneida Bittar – Como um recém-nascido troca entre 8 e 12 fraldas ao dia, com o tempo os pais terão habilidade para cumprir todas as etapas facilmente. A primeira delas é escolher produtos de boa qualidade e sem perfumes, corantes e conservantes, para evitar possíveis alergias. Limpe a pele em movimento único, de cima para baixo (ou de frente para trás), para evitar a contaminação da uretra com resíduo de fezes. Use água morna e algodão, limpando bem as dobrinhas do bebê. Na hora de enxugar, utilize uma toalha macia e faça movimentos delicados, sem esfregar a pele do bebê. Para evitar assaduras, opte por um creme que auxilie no fortalecimento e nutrição da delicada pele do bebê, com consistência suave e de fácil remoção (Bepantol® Baby, da Bayer HealthCare). Finalize a troca ajustando a fralda na cintura do bebê com uma folga de um dedo, assim ele fica sequinho e confortável por mais tempo.

5. Como evitar as temidas assaduras?

Eneida Bittar – A asssadura é uma das dermatites mais comuns na infância, sendo mais frequente entre os 7 e 12 meses de vida. Tem como causa uma combinação de fatores que incluem o ambiente úmido e abafado proporcionado pelo uso da fralda, atrito com a pele e, principalmente, o contato prolongado com fezes e urina. Desta forma, para prevenir o seu aparecimento, troque a fralda com regularidade; remova os resíduos (fezes, urina e cremes) com água morna e algodão, e ao secar, utilize um pano macio, sem esfregar; sempre aplique um creme antiassaduras e não deixe a fralda exageradamente apertada ou folgada.

6. Como dar banho em um recém-nascido?

Eneida Bittar – Não existe uma técnica para a hora do banho, o importante é a segurança e o prazer da mãe e do bebê. Escolha um horário em que possa dedicar alguns minutos a esta tarefa, sem preocupações ou pressa. Antes de tirar a roupa do bebê, prepare e deixe à mão todos os materiais necessários (sabonete neutro, hastes flexíveis de algodão, algodão, toalha, escova macia, creme antiassaduras, fralda e roupas limpas). Lembre-se ainda de prender os cabelos e retirar pulseiras, relógios e anéis para evitar machucar a pele do bebê, que é muito delicada. O local do banho deve ter a temperatura ambiente e sem correntes de ar. Comece o banho pelo rosto, lavando somente com água e, a seguir, a cabeça e o resto do corpo com sabonete neutro, incluindo o coto umbilical, que deve ser secado com cuidado e suavidade.

Ao final do banho, com o bebê já vestido e tranquilo, lembre-se de higienizar a banheira.

7. Homens também podem ajudar a trocar fraldas, dar banho e ajudar o bebê a dormir?

Eneida Bittar – Claro que podem! Nos dias atuais, os homens participam, cada vez mais, de todos os processos – gestação, parto e cuidados com o bebê. E a hora do banho e da troca de fraldas são momentos em que eles podem interagir com o bebê. É comum que o homem fique inseguro nas primeiras vezes, este é o momento de aprendizado para ambos, portanto, ajudem-se sempre.  E mamães, segurem a ansiedade, cada um tem um jeito de cuidar e isso deve ser respeitado. O pai pode ter uma forma diferente de trocar ou pegar o bebê, mas nem por isso é errada. Não se esqueça que você precisará descansar nas pausas das mamadas, elogie-o e ganhe um companheiro para os momentos em que mais precisar.

Autor: Redação
Fonte: Bayer HealthCare

 

 
 

Como escolher o seu protetor solar?

A proteção contra os efeitos do sol é importante durante todo o ano e não somente no verão

 

Depois de 33 anos de discussão, o FDA, Food and Drug Administration, tomou medidas para resolver o confuso mundo dos protetores solares. As novas regras especificam quais loções fornecem a melhor proteção contra o sol, oferecendo “amplo espectro” de proteção e proíbe o uso de termos como “bloqueador solar” e “à prova d’água” nas embalagens.

A normatização atinge um mercado de 680 milhões dólares, que vem crescendo rapidamente por causa do envelhecimento da população e da crescente preocupação com o câncer de pele entre os americanos. Mais de dois milhões de pessoas, nos Estados Unidos, são tratados, a cada ano, para os dois tipos mais comuns de câncer de pele: melanoma e não melanoma. E mais de 68.000 recebem um diagnóstico de melanoma, a forma mais mortal da doença.

No Brasil, segundo dados do INCA, instituto Nacional do Câncer, “embora o câncer de pele seja o mais frequente e corresponda a 25% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 4% das neoplasias malignas do órgão, apesar de ser o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase. O prognóstico desse tipo de câncer pode ser considerado bom, se detectado nos estágios iniciais. Nos últimos anos, houve uma grande melhora na sobrevida dos pacientes com melanoma, principalmente devido à detecção precoce do tumor”, afirma a dermatologista Cristine Carvalho, diretora do CDE – Centro de Dermatologia e Estética.

O que é um bom protetor?

Segundo a agência reguladora americana, os protetores solares devem proteger igualmente contra os dois tipos de radiação solar: a UVB e a UVA, para ganhar a cobiçada designação de oferecer "amplo espectro" de proteção. “Os raios UVB são os responsáveis pelo nosso bronzeado e pelas queimaduras solares, já os raios UVA estão relacionados ao envelhecimento precoce da pele, à aparição de rugas, mas ambos podem causar o câncer de pele”, explica Cristine Carvalho, que também é chefe do Departamento de Fototerapia do Curso de Pós-Graduação em Dermatologia da Fundação Pele Saudável, Instituto BWS.

As novas regras, que entrarão em vigor em um ano, nos Estados Unidos, vão proibir também que os fabricantes de filtros solares “vendam” seus produtos como à prova d'água, porque tal afirmação é falsa. A indicação à “prova d’água” terá que ser substituída para “resistente à água”. As embalagens deverão informar quanto tempo ou quantos minutos o produto resiste à ação da água, após a realização de testes específicos para este fim. O FDA vai padronizar os testes que os fabricantes devem realizar para assegurar a proteção de seus produtos. E somente produtos com um fator de proteção acima de 15 poderão sustentar em público que ajudam a prevenir as queimaduras solares e a reduzir os riscos de câncer de pele e de envelhecimento precoce.

As normas americanas não fazem menção ainda à “guerra comercial” entre fabricantes pelo maior fator de proteção. Há empresas comercializando protetores solares com fator de proteção 70, 80 e 100, que apresentam a mesma eficácia de um produto com fator de proteção 50. O governo americano ainda está estudando se existem grupos especiais de pessoas que, de alguma forma, se beneficiariam com a compra de um produto com um fator de proteção maior que 50.

O termo "bloqueador solar" será banido dos rótulos, já que pode confundir os consumidores. A agência americana também está solicitando mais informações sobre protetores solares em forma de spray, visando garantir aos consumidores que não há problemas com a inalação do produto.

As novas normas agradaram aos dermatologistas americanos. Segundo os médicos, os novos parâmetros facilitam a compra de bons produtos pela população.

No Brasil, os protetores solares obedecem à normatização da Anvisa, especificamente à Resolução-RDC Nº 237, de 22 de agosto de 2002, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde.

Dificuldades na hora de usar

A nova regulamentação americana só não pode fazer nada para impedir que o problema mais comum em relação aos protetores solares continue ocorrendo: “consumidores que não usam uma quantidade apropriada ou suficiente destes produtos. Este desafio é mundial, mesmo com a propagação do uso dos protetores solares, a forma de uso, em muitos casos, é inapropriada”, destaca a dermatologista.

Cristine Carvalho defende que primeiro é preciso ensinar a população a comprar o protetor solar. No momento da compra devem ser observados:

· Número de registro do produto na Anvisa/MS;

· Indicação do FPS (de acordo com o tipo de pele);

· Modo de usar;

· Prazo de validade;

· Indicação da necessidade de reaplicação do produto para manutenção de sua eficácia;

· Orientações e advertências, tais como: “Atenção: este produto não oferece nenhuma proteção contra insolação”.

Após a compra, a médica destaca que novos cuidados devem ser observados em relação ao uso. Veja o que Cristine Carvalho recomenda:

· Aplique o protetor solar na pele no mínimo 30 minutos antes da exposição ao sol;

· Todos os protetores solares, mesmo os resistentes à água, devem ser reaplicados após:

1. duas horas de exposição contínua ao sol;

2. nadar ou mergulhar;

3. secar-se com toalhas;

4. praticar exercícios físicos;

5. suar excessivamente.

· Não se esqueça de passar protetor nas partes mais vulneráveis como: orelhas, pescoço, nariz, pés e mãos.

CONTATO:

Blog: http://dracristinecarvalho.wordpress.com/

E-mail: centrodedermatologia@yahoo.com.br

Ttwitter: http://twitter.com/#!/dracristinecarv

Autor: Márcia Wirth
Fonte: MW - Consultoria de Comunicação

 

 
 

Saiba a diferença entre medo e fobia; conheça as sete fobias mais comuns

Segundo o especialista, fobias atingem 10% da população

Há muita confusão quando as pessoas tentam classificar seus medos e fobias. Na roda de amigos, quando um integrante se põe a contar sobre uma experiência sofrida dentro de um elevador, classificando o pânico que sentiu como uma fobia, outros disparam a narrar suas histórias, alegando sofrer do mesmo medo. Afinal, medo ou fobia?

“O medo é uma reação emocional a um perigo real externo, enquanto a fobia é um medo irracional em relação a algo que não apresenta riscos iminentes. Essa reação geralmente é acompanhada de muita ansiedade”, diz o Prof. Dr. psicólogo Luiz Gonzaga Leite.

Ele explica que o medo constitui uma etapa normal do desenvolvimento humano e é inclusive considerado um elemento que protege a vida. Sendo assim, ter medo de passar por um beco escuro no meio da noite, conhecido pela má fama das pessoas que frequentam o lugar, não é fobia. É um medo normal.

“Quando o medo ganha maior proporção e não se justifica, impondo limitações à vida da pessoa, não deve ser desprezado e considerado como apenas mais um medo entre outros.

As fobias atingem 10% da população. Na maioria das vezes, os fóbicos são inteligentes, responsáveis, sensíveis, com certa tendência a ser detalhistas e controladores. O paciente fóbico tenta substituir seu medo ‘sem nome’ da angústia pura e indefinível que sente, por um conteúdo ou uma situação aparentemente lógica”, diz o psicólogo.

As sete fobias mais comuns

Claustrofobia: medo de lugares fechados, como elevadores, túneis, ambientes pouco ventilados e até mesmo equipamentos de tomografia e ressonância magnética;

Agorafobia: medo de espaços abertos e cheios de gente, como estádios, shopping centers e locais de shows;

Glossofobia: medo de falar em público;

Hipsiofobia: medo de altura;

Amaxofobia: medo de andar de carro;

Hidrofobia: medo de água, de entrar em piscinas e nadar no mar;

Eritrofobia: medo de sangue

 

 
 

A cárie não tira férias

A Associação Brasileira de Odontologia (ABO) recomenda que as visitas ao cirurgião-dentista sejam feitas, no mínimo, de seis em seis meses

Férias: tempo de aproveitar os dias livres para se dedicar a atividades que dão prazer, mas também uma oportunidade para cuidar da saúde de um modo geral. Isso inclui uma visita ao consultório odontológico para um check-up. Essa visita – que deve ser feita pelo menos uma vez por semestre – ajuda, por exemplo, no diagnóstico da cárie dentária e da doença periodontal em estágio inicial, prevenindo doenças mais graves. A Associação Brasileira de Odontologia (ABO) indica que você dedique um dia da sua folga para visitar seu cirurgião-dentista. Isso vale para crianças e adultos.

Durante o check-up, o dentista realiza avaliação visual das partes moles da boca (língua, bochechas, garganta e gengivas); avaliação da mordida e da articulação mandibular; pesquisa de bolsas que podem ter se formado entre os dentes e as gengivas (problemas periodontais); e perguntas ao paciente sobre sintomas recentes, entre outras medidas. Além disso, o check-up é uma boa oportunidade de o cirurgião-dentista orientar o paciente sobre os cuidados com a saúde bucal e sobre a prevenção, arma importante aliada da saúde bucal e contra a cárie.

Com os dias mais livres, os pacientes também devem aproveitar para realizar tratamentos mais complexos, que podem demandar tempo. Isso serve também para exames complementares, cirurgias que precisam de pós-operatório e colocação de próteses provisórias ou implantes, procedimentos mais demorados.

Saúde bucal na mochila

Para quem vai viajar e curtir as férias longe de casa, é recomendável consultar o cirurgião-dentista antes. Cuidar da boca é fundamental e o ideal é fazer uma visita preventiva ao consultório para evitar problemas indesejáveis durante a viagem. Nunca esquecer também de incluir na mala escova, creme e fio dental.

O mercado oferece vários tipos de escovas dentais. O cirurgião-dentista deve indicar qual a ideal para seus dentes, mas, em geral, as mais adequadas são as de cerdas macias, para que a limpeza seja feita sem desgastar os dentes ou causar retração gengival. Prefira as escovas e os cremes dentais que trazem o Selo de Qualidade ABO, usualmente os indicados pelos dentistas.Quanto aos cremes dentais, quase todos que estão no mercado possuem flúor, fundamental para evitar cárie, em níveis adequados para limpeza e proteção dos dentes sem prejuízo ao esmalte. Mas a escova sozinha não consegue remover a placa bacteriana entre os dentes. Por isso, também é fundamental o uso do fio dental ao menos uma vez ao dia, preferencialmente à noite. A última escovação, antes de dormir, é indispensável, e o cansaço por causa das intensas atividades das férias não pode ser desculpa para abrir mão dela.

O que é a ABO

Entidade sem fins lucrativos dedicada à defesa da classe odontológica e da saúde bucal da população, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) representa os mais de 235 mil cirurgiões-dentistas do País, congregando 321 células, sendo 27 Seções (em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal) e 294 Regionais, com 85 Escolas de Educação Continuada e 1.500 consultórios odontológicos instalados. Nestes espaços, são oferecidos atendimentos à população, gratuitos ou a preços de custo de materiais. A entidade realiza cerca de 10 congressos por ano, em vários Estados brasileiros, reunindo mais de 50 mil participantes nestes eventos

 

 
 

Frio e ar seco são fatores que podem desencadear a asma

Estima-se que, no Brasil, mais de 300 mil pessoas são internadas por ano por conta da doença

A estação fria e o ar seco transformam-se em mecanismo irritante das vias aéreas, o que pode propiciar crises de asma. “A asma é uma inflamação aguda das vias aéreas, que causa o fechamento dos brônquios, levando a dificuldades respiratórias”, explica o pneumologista do Hospital Nossa Senhora das Graças Dr. João Adriano de Barros. Além do clima, a predisposição genética, a poeira e ácaro também são fatores que levam ao processo inflamatório.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), estima-se que no Brasil, mais de 300 mil pessoas são internadas por ano por conta da asma. De acordo com o Datasus, a doença é a terceira causa de hospitalizações no Sistema Único de Saúde, levando o Brasil para o oitavo lugar no ranking da prevalência do problema, e que pode ocasionar a outras enfermidades. “Se não for devidamente controlada, a asma pode interferir em toda função pulmonar do indivíduo, levando a infecções pulmonares e pneumonia”.

A doença propicia também o aparecimento de refluxo do estômago para o esôfago e pode gerar alterações crônicas brônquicas como bronquiectasias (brônquios dilatados e deformados) e bronquite irreversível. “Se não for adequadamente tratada, além das frequentes ida ao pronto-socorro e internações, a asma pode levar à morte”, enfatiza o Dr. João Adriano.

Os sintomas da doença podem surgir em qualquer fase da vida. “O mais comum é aparecerem na infância, porém podem ocorrer muito tempo depois. Há pacientes que começam a ter crises quando são idosos”, conta o pneumologista. É importante ressaltar que há pessoas alérgicas que não desenvolvem o problema. “A manifestação da alergia é variável. Podemos dizer que a maioria dos pacientes com asma são alérgicos, porém nem todo alérgico tem ou terá asma”, informa Dr. João.

Tratamento e qualidade de vida

O diagnóstico da doença é feito por consulta médica, testes físicos e pela espirometria, exame que mede a função pulmonar. O tratamento é realizado com o uso de medicamentos anti-inflamatórios e preventivos e de medicamentos inalados, que, segundo o pneumologista, costumam ser mais eficazes.

Uma boa educação sobre a doença também é necessária. “Não adianta agir como se ela não existisse. Usar os medicamentos indicados diariamente, retirar todos os fatores agravantes da asma (tapete, cortina, livros no quarto, bichos de pelúcia, etc.) e aliar esses cuidados com exercícios físicos, controle do peso e de estresse emocional é essencial para um bom controle da doença”, ensina. A asma costuma afetar muito a qualidade de vida do paciente, por isso, o seu controle e dedicação no tratamento são tão importantes. “Alterações no sono, em suas atividades físicas e de lazer são comuns quando o tratamento não é adequado”, salienta o médico.

 

 
 

Como se motivar para malhar durante o frio?

Confira as dicas

"Não se esqueça que o inverno vai passar e depois você não terá tempo suficiente para se preparar para o verão"

Fazer atividade física ou praticar esporte durante o inverno é bem mais difícil e desanimador do que no verão. O frio nos leva mais ao sedentarismo e ao consumo excessivo de alimentos calóricos e a consequência disso é um provável aumento de peso.

Segundo o fisiologista e personal trainer Givanildo Holanda Matias, algumas atitudes podem ser benéficas e certeiras para não perdermos a vontade de praticar atividade física durante o inverno. O especialista dá uma série de dicas para que se tenha mais ânimo em relação a essa prática:

Aqueça antes de iniciar: o alongamento deve ser feito, mas é indispensável que o praticante faça um aquecimento para elevar a temperatura corporal e lubrificar as articulações fazendo com que se inicie a atividade principal com mais entusiasmo;

Procure dormir mais cedo: o descanso é fundamental para ter resultados satisfatórios e se manter firme no programa. Para quem treina pela manhã a necessidade é maior ainda;

Pule da cama enquanto é tempo: evite usar as funções Soneca do seu celular e despertador. No inverno, a vontade de ficar um pouco mais na cama é mais tentadora e algumas pessoas acabam cedendo até chegar uma hora que vão chegar à conclusão: Ah, agora não vai dar mais tempo mesmo, deixa que eu treino amanhã;

Não perca o foco: se preocupe a todo momento com seus resultados e metas a serem alcançadas. Não se esqueça que o inverno vai passar e depois você não terá tempo suficiente para se preparar para o verão. Nesse momento existe um risco muito grande de entrar no efeito sanfona;

Pratique modalidades que goste mais: seja na academia, em casa ou no parque, essa é uma época que você deve praticar atividades que tenha mais afinidade.

Evite atividades que possam te desanimar ou provocar alguma dor. É importante que a prática esteja alinhada com seus objetivos e respeite suas limitações, por isso busque orientação de um professor de educação física ou personal trainer para poder traçar um planejamento específico, além de ajudar a gerar mais comprometimento.

 

 
 

Atenção ao aumento de consumo de sal nos dias mais frios

Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) faz recomendações

• Um em cada 6 hipertensos terá doença renal; dez milhões de brasileiros sofrem de insuficiência renal mas apenas 30% sabem que têm a doença. E o sódio, presente no sal de cozinha e alimentos industrializados, é um dos principais fatores de risco. Exame de sangue de creatinina pode ajudar a verificar a saúde do rim.

• A OMS recomenda consumo diário de até 6g de sal (equivalente a 2g de sódio); o consumo médio do brasileiro é de 14g de sal/dia.

• A SBN recomenda verificar o teor de sódio de alimentos industrializados e consumir aqueles com menores índices.

A tendência de maior consumo de sal nos dias mais frios, decorrente de refeições mais calóricas e condimentadas, pode afetar a saúde do sistema cardiovascular e consequentemente do rim, alerta a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Embora os rins sejam órgãos fundamentais na eliminação do excesso de sódio ingerido, quando há comprometimento da função dos rins a sua capacidade para filtrar e eliminar o excesso de sal é limitada. O excesso de sal também aumentar os riscos da formação das chamadas "pedras" (cálculos renais).

“No inverno, as pessoas consomem mais alimentos condimentados e calóricos e sabemos hoje que 75% do sódio que as pessoas ingerem vem dos alimentos processados e industrializados. O consumo excessivo de sal provoca a hipertensão, que é reconhecida hoje como uma das principais desencadeadoras de doença renal crônica. Temos dados que mostram que 1 em cada 6 hipertensos desenvolverá problemas renais”, afirma o médico nefrologista Roberto Pecoits-Filho, vice-presidente da SBN.

A insuficiência renal é uma doença silenciosa. “Quando o paciente percebe os sintomas, geralmente, a doença já está instalada em seus estágios avançados, quando já devem ser encaminhados para diálise ou mesmo transplante”. A SBN recomenda a inclusão do exame de creatinina – um exame simples, de sangue –, que pode detectar a doença renal em seus estágios iniciais e determinar o início do tratamento.

Recomendações da SBN para consumir menos sal:

Leia o rótulo dos alimentos para verificar a quantidade de sódio. Os fabricantes são obrigados a informar, no rótulo do produto industrializado, o teor de sódio no alimento. Alguns alimentos processados concentram tanto sódio que uma única porção tem quantidade superior à recomendada para ingestão diária.

· Tire o saleiro da mesa. É recomendável salgar os alimentos na panela, durante o preparo, para ter controle da quantidade usada.

· Substitua o sal por condimentos e ervas. Há uma série de alimentos naturais que acentuam os sabores dos alimentos e podem substituir o sal, como salsinha, alecrim, orégano, pimenta-do-reino, louro, hortelã, páprica e outros

 

 
 

Café da manhã balanceado

Redução dos riscos de doenças do coração e diabetes

 

Pesquisadores da Universidade de Harvard afirmam que um café da manhã balanceado reduz os riscos de infarto, diabetes do tipo 2 e parada cardíaca. Considerada uma das práticas alimentares mais importantes do dia, a refeição deve ser realizada diariamente de forma nutritiva, para evitar problemas de hipoglicemia, dores de cabeça, fraqueza, desmaios e fome excessiva.

De acordo com a pesquisa, comer antes de iniciar o dia resulta em menor aumento das taxas de açúcar no sangue após todas as refeições seguintes. Além disso, um bom café da manhã auxilia no controle e redução dos níveis do “mau” colesterol (LDL) e dos triglicérides na corrente sanguínea, que estão associados ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

“A primeira refeição é muito importante, pois ficamos quase oito horas sem nos alimentar. O café da manhã prepara o corpo para o aumento do gasto metabólico e, por isso, devemos nos pautar em ingerir alimentos ricos em energia e nutrientes adequadamente, como é o caso de proteínas e gorduras”, concorda Carlos Daniel Magnoni, cardiologista do Hospital do Coração (HCor) em São Paulo.

Já no que diz respeito aos riscos do coração, o café da manhã auxilia no controle da fome no decorrer do dia, sendo um forte aliado nos regimes de emagrecimento. Muitas vezes, pular essa refeição faz que as pessoas substituam o café da manhã por comidas gordurosas, frituras, doces e guloseimas, que são altamente prejudiciais a uma boa alimentação. Esse hábito, constante entre crianças, jovens e adolescentes, contribui para o aumento da obesidade e para o surgimento de diversas doenças que afetam o coração.

De acordo com Magnoni, com má alimentação na primeira refeição temos diversos prejuízos, como emagrecimento inadequado, perda de força muscular e hipoglicemia. Além disso, tem se observado que as crianças que não se alimentam corretamente no café da manhã vão às escolas, praticam exercícios físicos e apresentam tonturas e mal-estar geral, por conta da ausência dos nutrientes no organismo.

Não deve faltar em sua refeição matinal:

• Carboidratos: pães, cereais, torradas, frutas e sucos em geral;

• Proteínas: peito de peru, queijo branco, ricota, requeijão, leite e iogurte.

Autor: Redação
Fonte: Lake Villas

 

 
 

Dicas

Frequentando banheiro coletivo sem arriscar a saúde

 

Quem passa o dia todo fora de casa, inevitavelmente, precisa ir a um banheiro coletivo, seja no trabalho, na rua ou no shopping. Por receio de se contaminar com bactérias ou pegar alguma doença, muitas pessoas evitam beber líquidos durante o dia, mesmo no verão.

Para falar sobre os perigos que se escondem nesses locais e se existe um manual de boa conduta, esteve no Bem Estar o infectologista Caio Rosenthal, que também é consultor do programa.

As mulheres geralmente são as mais preocupadas nesses casos: não encostam no vaso, forram-no com papel, lavam bem as mãos em seguida. "Você pode pegar hepatite, inflamação na bexiga", enumerou a aposentada Clara Concilio. E quem é mãe de filho pequeno redobra os cuidados. Algumas mulheres suspendem as crianças no ar com medo de quem sentou ali, se foi uma pessoa limpa ou não.

Apesar de serem mais desencanados, os homens também prestam atenção às condições sanitárias dos banheiros. "Passo o dia na rua, justamente por isso tenho que ficar prevenido", afirmou o office boy Antonio Carlos Nogueira.

Rosenthal explicou que, para levantar a tampa do vaso, é preciso usar uma folha de papel higiênico, pois não se deve encostar onde outras pessoas puseram as mãos. O protetor para forrar o vaso também é ideal. E, na hora de jogar o papel no lixo, deve-se abrir a tampa com um papel nas mãos, para evitar o contato direto. As crianças devem ser seguradas, não encostar em nada e sentar sobre o vaso forrado.

Ao lavar as mãos, o melhor é usar sabonete líquido e enxugá-las com toalha de papel, pois as de pano podem passar doenças como micoses e sarna.

Autor: Redação
Fonte: Clip saúde


 

 
 

Não deixe a preguiça tomar conta no inverno!

Não deixe a preguiça tomar conta no inverno!

 

No inverno, as temperaturas baixas podem tirar o ânimo de quem pratica atividades físicas. A vontade é ficar em casa, embaixo do cobertor, mas é importante manter a motivação e não deixar a preguiça tomar conta.

A educadora física Glayce de Paula explica que os exercícios físicos são essenciais no frio. Durante o inverno, o corpo precisa gastar mais calorias para se manter aquecido, e isso pode fazer com que as pessoas tenham mais apetite e comam mais. “Somando a atividade física diminuída devido à preguiça, o desconforto de treinar no frio e o apetite aumentado, temos como resultado alguns quilinhos a mais” ela afirma. Além disso, treinos regulares aumentam a imunidade, o que protege o indivíduo das gripes e dos resfriados que acompanham a estação.

Existem atitudes simples que podem ajudar a pessoa a a cumprir sua rotina de exercícios. Fazer um setlist de músicas animadas e experimentar novas modalidades de esporte e aulas na academia podem manter a pessoa interessada no exercício. Participar de atividades em grupo ou malhar com um amigo também pode deixar o treino mais interessante.

Se ainda assim estiver difícil sair de casa para malhar, Grayce de Paula aconselha: “treine em casa mesmo, faça caminhada em volta do quarteirão, ande de bicicleta, pratique exercícios com o próprio peso do corpo, suba escadas. Enfim, o mais importante é não deixar o frio congelar os seus ânimos!”

 


Autor: Mais Comunicação
Fonte: Bibliomed


 

 
 

7 chás que facilitam a digestão

Conheça alguns chás que ajudam na hora da digestão

Alfavaca Ocimun selloii

Propriedades 
Seu chá atua basicamente no estômago. Elimina gases, além de prevenir gastrite e vômitos. 
Preparo 
Em 1 xícara, bote 1 colher de sobremesa de folhas e flores. Adicione água fervente. Abafe com um pires por 10 minutos e coe. Beba antes das principais refeições.

Sálvia Salvia officinalis

Propriedades 
Ela estimula a produção de enzimas que participam da digestão, especialmente no estômago. Gestantes, porém, devem evitá-la. 
Preparo 
Ponha 1 colher de sobremesa de folhas e flores em 1 xícara de chá e adicione água fervente. Abafe com um pires por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara duas vezes ao dia.

Alecrim Rosmarinus officinalis

Propriedades 
As substâncias dessa planta protegem a parede do estômago e aceleram a digestão. Além disso, cortam dores de cabeça provocadas por refeições que simplesmente caíram mal. Gestantes devem passar longe. 
Preparo 
Ponha em 1 xícara 1 colher de sobremesa de folhas e flores picadas. Adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara antes ou após as principais refeições.

Limão taiti Citrus limonum

Propriedades 
Seus princípios ativos estimulam a produção de secreções gástricas. Além disso, é uma boa fonte de vitamina C e pectina, um tipo de fibra, que contribuem para a proteção e a recuperação do aparelho digestivo. 
Preparo 
Bote em 1 xícara de chá 1 colher de sobremesa de folhas secas picadas e da casca ralada. Adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome logo após as principais refeições.

Mulher segurando xícara de chá

Invista nas plantas medicinais. Elas fazem maravilhas para a saúde!
Foto: Getty Images

Chá verde e banchá Camellia sinensis

Propriedades 
Os princípios ativos do chá verde favorecem a digestão, estimulando as secreções gástricas. Já o banchá, além de fazer isso, regula o pH do estômago. 
Preparo 
Em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de sobremesa da erva. Ferva a água, espere amornar e despeje na xícara. Deixe em infusão por cerca de três minutos. Beba inclusive durante as refeições.

Camomila Matricaria chamomilla

Propriedades 
Regulariza a função digestiva, diminui dores no estômago e cólicas intestinais. Como tem ação antiinflamatória, é capaz de ajudar na prevenção de gastrites e úlceras. 
Preparo 
Coloque 1 colher de chá de flores e adicione água fervente em 1 xícara de chá. Abafe com um pires por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara três vezes ao dia. 

Menta (também conhecida como hortelã) Mentha piperita L.

Propriedades 
Graças a seu princípio ativo, o mentol, a infusão acelera a digestão e age como analgésico em qualquer dor na barriga. 
Preparo 
Em 1 xícara de chá, bote 1 colher de sopa de folhas e flores picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos, coe e acrescente 1 colher de sobremesa de suco de limão. Beba 1 xícara entre as refeições. 

Gengibre Zingiber officinalis

Propriedades 
Estimula a produção de enzimas responsáveis por quebrar as proteínas, principalmente. 
Preparo 
Ferva 1 xícara de chá de água com duas fatias de gengibre por 5 minutos em fogo baixo. Coe e tome durante as refeições ou logo em seguida, especialmente se o prato principal for à base de carnes. 

* Chás populares, como os de alfavaca e o de boldo, podem causar aborto. Dessa forma, as gestantes devem evitar, por segurança, qualquer chá medicinal para resolver problemas digestivos. 


Autor: Redação
Fonte: M de Mulher


 

 
 

Equilibre-se

Dicas para seu equilíbrio, felicidade e tranquilidade

Dicas para seu equilíbrio, felicidade e tranquilidade

O poder do pensamento positivo deveria ter sido ensinado para nós, quando ainda crianças, mas sempre é tempo de mudar para melhor. Para essa transformação é necessário vontade interior, motivação e disciplina para treinar sua mente a pensar de maneira positiva e amiga.

 

Sei que não é fácil conseguir mudar nossos padrões mentais negativos de muitos anos. Sem saber o que estávamos fazendo, fomos alimentando pensamentos de culpa, raiva, frustrações, ressentimentos. Isso foi gerando baixa autoestima, medos e angústias.

 

Quem permitiu que a mente negativa lhe dominasse, vive em um contínuo estado de ansiedade, agitação e pressa. Isto vai causando insônia, sentimentos de não conseguir ser feliz no amor, de não conseguir educar bem os filhos ou progredir na profissão.

 

A mente negativa foi criando “armadilhas” e a pessoa se tornou prisioneira dentro da própria mente. Perdeu a espontaneidade, a alegria, criatividade e confiança em si mesmo.

 

Geralmente, quando não suporta mais esses sofrimentos criados pela mente, ela busca terapia e toma remédios que apenas aliviam, por alguns instantes, as dores da alma, como depressão, tristeza e pânico.

 

Quando tomamos conhecimento da Ciência do Poder do Pensamento e dos sábios ensinamentos do Yoga, precisamos aplicá-los em nossa vida. É importante ler como lidar e educar a mente. Porém, não basta apenas ler. Para alcançar o equilíbrio emocional e mental, esses ensinamentos precisam se tornar vivos dentro de nós.

 

Contemple essas dicas de ouro e comece aplicá-las no seu dia a dia:

 

1. Escolha pensar sempre de forma positiva. Desenvolva a vigilância sobre seus pensamentos. E, quando perceber que um pensamento negativo surgiu em sua mente, substitua-o, imediatamente, por um pensamento oposto. Para isso, você precisa de muita disciplina mental. Você não consegue isso da noite para o dia. Assim como um atleta ou um pianista fazem treinamentos contínuos, treine muito com determinação e perseverança.

 

2. Não alimente preocupações, pensando no pior,afirmando que está sendo realista. Compreenda que isso gera sofrimentos inúteis para você e para quem está ao seu redor. Ser positivo não é ser otimista. Ser positivo é ter uma mente clara, com discernimento, sem nutrir expectativas negativas.

 

3. Pare de se queixar. Quando você reclama, você atrai para si mesmo a carga negativa de suas próprias palavras. Como um imã, você atrai tudo aquilo que não deseja. A maioria das coisas que não dão certo, começa a se materializar quando lamentamos.

 

4. Para mudar o hábito de reclamar, você precisa policiar suas palavras e seu tom de voz. Comece a observar-se e ficará surpreso como, diariamente, você reclama muitas vezes. Reclama do tempo, dos governantes, do país. Você se queixa do marido que deixou a toalha na cama, da mulher que gastou demais, do filho que não fez o que você queria, da empregada que não trabalhou da maneira como você explicou, dos amigos, dos vizinhos, dos acontecimentos, etc. Dessa maneira, você passa seu dia, se irritando e se sentindo descontente.

 

5. Aceite o que lhe acontece no momento presente. Entenda que nada acontece por acaso. Estamos colhendo agora o fruto de nossos pensamentos, palavras e ações. Não se revolte com os fatos e pessoas. Extraia lições do que lhe acontece, e com paciência e coragem, supere seus obstáculos e desafios.

 

6. Não dê importância às pequenas coisas e não se aborreça com facilidade. Não perca tempo com melindres e preocupações que trazem doenças e tiram seu equilíbrio e paz mental. Quando você se irrita ou quando explode de raiva, você envenena seu corpo e sua mente. Em vez disso, desenvolva tolerância e compreensão.

 

7. Perceba como fala com voz áspera e ríspida, até com as pessoas que mais gosta. Veja como isso gera desarmonia dentro de você, no seu ambiente de trabalho, no seu lar, nas suas amizades.

 

8. Quando for necessário reclamar, faça isso sem ofender o outro, com uma voz mais baixa e suave. Isso requer treinamento da mente e evolução espiritual, pois refletimos o que temos dentro de nós.

 

9. No inicio desse aprendizado de não reclamar, você pode até reclamar na sua mente, mas procure não expressar, com palavras, seu descontentamento. Isso não é engolir sapo ou ser submisso, mas dominar a mente negativa e descontente.

 

10. Pare de querer controlar os outros ou a vida, porque isso é impossível. Ninguém muda a ninguém nem pode controlar os acontecimentos, porque tudo é impermanente. Podemos e devemos, sim, controlar nossa mente e mudar a nós mesmos.

 

11. Desenvolva o sentimento de gratidão que é o antídoto para não reclamar. Em vez de ficar lamentando, conte suas bênçãos, e veja como é abençoado em muitos aspectos.

 

12. Liberte-se do sentimento de culpa., que cria uma prisão interna. Em vez de se culpar, aprenda com seus erros. Desenvolva a humildade de reconhecer seus erros e peça desculpas. Às vezes, você nem errou e se culpa sem motivo. Assim, faça o melhor que puder, libertando-se das cobranças e do perfeccionismo.

 

13. Não alimente medos imaginários. O medo é a maior causa dos nossos sofrimentos internos. Perceba que eles são criados pela mente negativa e, que quando você os enfrenta, eles vão desaparecendo como bolha de sabão, porque não têm consistência, são apenas ilusões do ego negativo.

 

14. Tenha disciplina na fala, evitando fofocas e comentários maldosos sobre os outros. Evite brigas e discussões, pois isso desarmoniza você, sua família e o ambiente à sua volta.

 

15. A meditação regular e o relaxamento são ferramentas essenciais para aquietar a mente e conseguir superar traumas de infância e mágoas.

 

16. Entenda que o ansioso vive pensando no futuro. A pessoa com raiva vive no passado. Desse modo, desenvolva a habilidade de estar presente. Não perca o presente, esse momento tão precioso, pensando nas expectativas do futuro ou nas lembranças do passado. Valorize seu dia a dia, pois nada se repete. Viva o aqui e agora e seja mais tranquilo e equilibrado. Fique em paz! Namaste! Deus em mim saúda Deus em você!

 

Autor: Emilce Shrividya Starling

Fonte: Vya Estelar

 

 
 

Retração gengival

Sensibilidade e comprometimento estético

Sensibilidade e comprometimento estético

O que é a retração gengival?

 

A retração ou recessão gengival é o deslocamento da margem da gengiva em direção à raiz do dente. Tal situação pode promover a exposição da parte radicular do dente e daí resultar, eventualmente, em diversas consequências:

 

- Sensibilidade exagerada;

- Dificuldade de higienização (e perpetuação do problema);

- Inflamação gengival (propensão ao início de outras patologias gengivais);

- Comprometimento estético, levando a dentes muito alongados ou desproporcionais no arco.

 

Em casos extremos, a conjuntura dos efeitos das retrações pode levar o indivíduo até a implicações psicossociais, com queda de autoestima e inibição das interações sociais de seu portador. Por exemplo, uma pessoa que não consegue tomar um sorvete com um grupo por causa da dor (exacerbada por uma retração gengival). Ou alguém que não pode sorrir com segurança, pois mostraria dentes muito alongados ou com alturas gengivais desarmônicas.

 

Quais são os sintomas?

 

As recessões gengivais podem ou não apresentar sintomas, que seriam, especialmente, as sensibilidades aos estímulos térmicos ou mecânicos. Entretanto o sinal prevalente, objetivo, em todos os casos é a percepção do deslocamento do tecido gengival em direção à raiz do dente, com exposição da mesma.

 

Fisiopatologicamente, como ela acontece?

 

Via de regra, independente da causa, a fisiopatologia da retração é entendida como uma deficiência na irrigação do tecido gengival, que acaba por desaparecer até a altura, livre da etiologia, e consiga manter por si só sua própria homeostase (equilíbrio).

 

Quais são os motivos que levam a gengiva a ficar retraída? Por que ela fica assim?

 

Os fatores que levam a gengiva a ficar retraída são inflamatórios, mecânicos e iatrogênicos.

 

Os inflamatórios se enquadram no grupo das doenças periodontais destrutivas de origem bacteriana ou virótica.

 

Os fatores mecânicos são: escovação inadequada (força demasiada, dureza das cerdas ou mesmo a técnica errada), posicionamento errado do dente dentro do arco ósseo dentário e outros.

 

Fatores iatrogênicos (como movimentação ortodôntica, tratamentos restauradores, cirurgias, etc.), traumatismos mecânicos (piercings mal localizados ou hábitos nocivos), distúrbios oclusais, inserções musculares ou freios que tracionam a margem da gengiva e quantidades escassas de gengiva (em espessura e altura).

 

Como tratar a retração gengival? Quais são as técnicas?

 

Para o tratamento, o primeiro passo é o correto diagnóstico, que mostra a etiologia da retração em questão. Com a classificação do tipo de retração gengival e a resolução da etiologia, pode-se predizer com segurança o tipo de tratamento (cirúrgico na maioria das vezes) e a previsibilidade de recobrimento da retração.

 

As técnicas mais comuns são as cirúrgicas, conhecidas hoje como terapia de recobrimento radicular, que vão desde deslocamentos cirúrgicos da gengiva restante ou adjacente até enxertos de tecido doados comumente do palato (céu da boca) do próprio paciente ou regenerações com biomateriais específicos. O tipo deverá ser selecionado quanto à classificação da retração, ao número de dentes envolvidos, à quantidade (espessura e altura) de gengiva adjacente à área afetada, ao estado de saúde geral e local (oral) do paciente, à área doadora de gengiva (caso seja necessário transplante de tecido), entre outros.

 

Como prevenir as gengivas retraídas?

 

A prevenção da recessão gengival se dá através de um controle adequado da higienização e, claro, consulta regular ao dentista, que deverá identificar outras situações, como as inserções musculares ou freios que estejam aberrantes, mau posicionamento dental, traumas oclusais ou mecânicos de naturezas diversas. Enfim, um exame detalhado da gengiva e do histórico bucal do paciente, associado à correta higienização, é o melhor caminho para se prevenir a ocorrência das retrações gengivais.

 

Autor: Dr. Thales Piantino

Fonte: idmed

 

 
 

Felicidade é a chave do sucesso, diz pesquisa

Autoconfiança estabelece relações entre felicidade e sucesso

Autoconfiança estabelece relações entre felicidade e sucesso

Viver sempre feliz, sorrindo faz tão bem à saúde que as pessoas não se dão conta de tal importância. Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Americana de Psicologia, da Universidade da Califórnia, pessoas felizes estão predispostas a buscar e realizar novos objetivos.

 

Para a realização da pesquisa, foram envolvidas 275 mil pessoas. Ficou constatado que, em geral, as pessoas felizes são mais bem-sucedidas em vários aspectos e que tal felicidade é uma consequência dessas emoções positivas.

 

“Podemos dizer diante da pesquisa que pessoas otimistas, com pensamentos positivos, têm mais tendência a alcançar as metas e objetivos traçados na sua vida pessoal e profissional, alcançando assim, a realização de seus sonhos e a conquista do sucesso”, conta a psicóloga e tutora do Portal Educação, Denise Marcon.

 

Os especialistas da pesquisa escolheram três tipos diferentes de evidências que visaram a reforçar a autoconfiança dos participantes e estabelecer relações de causa e efeito entre felicidade, sucesso e afeto positivo.

 

Esta pesquisa também descobriu que a felicidade não resulta apenas em sucesso, mas também pode desempenhar sucesso quando aliada à inteligência, sucesso, experiência, aptidão física e família.

 

Autor: Redação

Fonte: Consumidor RS

 

 
 

5 ótimas razões para você incluir aveia no cardápio

A cada fase o cereal oferece uma série de benefícios

A cada fase o cereal oferece uma série de benefícios

Se você está lutando contra o colesterol elevado, provavelmente já ouviu falar dos poderes da aveia para combater este mal . Por ser rico em fibras solúveis, que se ligam à água e se transformam em um gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e impedir que elas sejam absorvidas pelo intestino, o cereal reduz as taxas de LDL (colesterol ruim) e, de quebra, previne o câncer de intestino.
E esses não são os únicos benefícios para quem enche a tigela de aveia. Ela é um cereal rico em diversos nutrientes: fibras, ferro, cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, vitaminas (principalmente vitamina E) e proteínas , lista a especialista da Setha Consultora Nutricional, Selva Sierro. Dentre tantas substâncias positivas para a saúde, as fibras solúveis merecem destaque pelas atividades que exercem. Para sentir os efeitos, basta consumi-las diariamente , diz Roberta Stella, responsável pela equipe nutricional do Minha Vida.

Com isso, seu intestino fica tinindo e sua saúde comemora. "É no intestino que acontece absorção dos nutrientes necessários ao organismo e a eliminação daqueles que não servem para nada" , diz Selva. Os diabéticos também podem se aliar à aveia, já que suas fibras unem-se ao açúcar dos alimentos, fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea. Quem quer emagrecer tem nela mais uma aliada: A aveia dá uma sensação de saciedade mais rápida e você come menos , explica a nutricionista da Setha.

Resultados à vista

Para desfrutar de tudo isso, Selva afirma que a recomendação para pessoas adultas varia entre 20 e 30 gramas diárias. "Uma colher de sopa cheia de aveia tem em média 20 gramas. Essa quantidade equivale a um grama de fibra" , fala sobre o nutriente que mais se destaca no cereal. O nutriente ainda está presente em outros alimentos, como frutas, vegetais, massas e pães em suas versões integrais.

Já o consumo entre as crianças varia de acordo com a idade. "Ele deve começar a partir dos dois anos, salvo recomendação médica" , ressalta Selva. O cálculo é simples: basta somar à idade da criança o número cinco. Se seu filho tem 2 anos, por exemplo, 7 gramas (2 da idade + 5) são suficientes para o aproveitamento dos nutrientes da aveia.

As formas para ingerir o cereal são tão variadas quanto as melhoras que ele traz à saúde. Você pode escolher como vai rechear seu cardápio: com os flocos, o farelo ou a farinha de aveia. "Comparando os três, o farelo é o mais nutritivo, seguido pelos flocos e, depois, pela farinha. Mas as diferenças são mínimas, o importante é ter prazer nas refeições" , conclui Selva.

Autor: Redação

Fonte: Site Minha Vida

 

 
 

Morango estimula a beleza feminina

Vitamina C e polifenóis colaboram com juventude

Vitamina C e polifenóis colaboram com juventude

Delicioso e suculento o morango faz sucesso entre os brasileiros. Tortas, bolos, sorvetes, enfim, são diversas as receitas que contêm a fruta como ingrediente principal. A Boa noticia, é que além de deliciosa, a fruta também colabora com a beleza. "O que pouca gente sabe é que esta fruta é uma das mais ricas em vitamina C e polifenóis, que são poderosas armas no combate aos radicais livres que envelhecem e destroem nossas células, inclusive a fibra capilar", explica o professor de Cosmetologia e diretor da Consulfarma, Maurício Pupo.

Os resultados podem ser percebidos na pele e nos cabelos, e garantem resultados positivos. "Na pele, a aplicação do morango terá uma ação desintoxicante profunda. Ele irá limpá-la dos radicais livres, estimular a circulação sanguínea, deixá-la mais clara, mais macia e muito mais viçosa. Os sais minerais e as demais vitaminas irão mantê-la bem hidratada. O couro cabeludo e a raiz também sofrem muito com todos os poluentes e agentes agressores a que somos expostos diariamente, a ponto de gerar radicais livres, contaminar o sebo que recobre o couro cabeludo e até provocar doenças como a caspa e o envelhecimento da fibra dos cabelos, que contribuem para a perda do brilho e da maciez. O morango devolve o brilho perdido e protege a raiz contra doenças e queda dos fios", ressalta o especialista.

Uma importante dica também é utilizar morangos orgânicos cultivados sem inseticidas e sem fertilizantes químicos. Isso por si só já é uma excelente razão para preferi-los. Mas, vale lembrar também que os produtos orgânicos possuem uma maior quantidade de nutrientes.

Máscara revitalizante e desintoxicante facial

Ingredientes:

Morango, iogurte, aveia e mel.

Modo de preparo:

Bater com auxílio de um mixer três morangos médios, uma colher de sopa de iogurte, uma colher de sopa de aveia e uma colher de sopa de mel. Você irá obter uma mistura deliciosamente perfumada e extraordinariamente rica em nutrientes, vitaminas e polifenóis.

Aplicação:

Para aplicar limpe primeiramente a pele lavando-a com água e sabão. Em seguida, aplique a máscara em camada generosa. Deixe agir por cerca de 30 minutos e retire apenas com água gelada. Este procedimento pode ser feito uma vez por semana ou até diariamente no caso de se desejar um resultado de choque. Quanto maior o número de aplicações, melhores os resultados.

Vale lembrar que, devido ao fato de a vitamina C oxidar-se rapidamente, esta máscara deve ser preparada e aplicada na hora.

Para recuperar o brilho dos cabelos

Aplicação:

Para os cabelos siga a mesma receita acima, adicionando, porém, uma colher de sopa de abacate para a reposição dos lipídios naturais do cabelo. Aplique com os cabelos previamente lavados, deixando agir por 30 minutos enrolado com uma toalha, e em seguida enxágüe apenas com água. Nos cabelos, uma vez por semana é suficiente.

Autor: Redação

Fonte: Site Minha Vida

 

 
 

Nove dicas para prevenir dor nas costas

Cerca de 90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia (dor nas costas), de acordo com Alexandre José Reis Elias, neurocirurgião e especialista em coluna do Hospital 9 de Julho, de São Paulo.

Confira!

Cerca de 90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia (dor nas costas), de acordo com Alexandre José Reis Elias, neurocirurgião e especialista em coluna do Hospital 9 de Julho, de São Paulo.

Como prevenir é melhor que remediar, confira nove dicas para diminuir as chances de ter o incômodo nas costas:

1 - Não durma de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;

2 - O colchão não deve ser muito mole ou duro. O semiortopédico é uma boa opção, mas não existe regra e a escolha é individual;

3 - Para sair da cama, não se levante para frente. A melhor forma é virar o corpo para o lado e se levantar nessa posição;

4 - Quando for pegar objetos no chão, se agache dobrando os joelhos e sem inclinar a coluna. Não carregue peso excessivo (por exemplo, mais que três ou quatro quilos);

5 - No trabalho, se sente em cadeiras que não reclinem para trás e que tenham apoio para os braços. As costas devem ficar bem apoiadas e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador precisa ficar na altura dos olhos para o pescoço permanecer em uma posição confortável;

6 - Ao carregar mochilas, coloque as alças nos dois braços e tome cuidado com o excesso de peso;

7 - O salto alto pode acarretar dor na coluna lombar. Tenha bom senso e use-o apenas eventualmente. Se provocar dor, evite-o;

8 - Dirija com as costas apoiadas no banco e os braços parcialmente fletidos (não esticados totalmente);

9 - As gestantes devem manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. É que dores lombares são comuns e, na maioria das vezes, não indicam nenhum problema sério. De qualquer forma, é recomendado procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado e as formas de prevenir novas crises.

Autor: Redação

Fonte: Site Terra

 

 
 

Dieta amiga dos ossos ajuda a evitar a osteoporose

Mas não é simples no dia a dia saber o que comer para obter estas quantidades não é?

Mas não é simples no dia a dia saber o que comer para obter estas quantidades não é?

Prevenir é sempre o melhor remédio. A frase da sabedoria popular cabe bem em se tratando de osteoporose, uma doença que afeta os ossos e pode provocar fraturas e causar dores fortes. Nada melhor para não ficar doente do que levar uma vida saudável, com boa alimentação. O Brasil já tem mais de 10 milhões de pessoas com a doença, que é caracterizada pelo enfraquecimento dos ossos. A tendência é de que o número de pacientes aumente, porque a doença atinge principalmente idosos e a população maior de 60 anos, que representa mais de 10% da população brasileira, tem previsão de aumentar bastante nos próximos anos, segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Muita gente acredita que faz uma alimentação adequada porque se sente bem, mas será que está ingerindo quantidade de cálcio diária suficiente para o organismo se manter saudável? Está com todas as vitaminas em ordem no corpo? A quantidade ideal de cálcio que as pessoas acima de 50 anos precisam diariamente é de 1.500 miligramas; só que a maioria das pessoas no Brasil (cerca de 90%) ingere apenas 400 miligramas. A necessidade de cálcio do ser humano varia de acordo com a idade. O recomendável é que a gestante ingira de 1.500 a 2.000 mg, a mulher na fase do aleitamento 1.200 a 1.500, bebês 400 a 600, crianças 800, pré-adolescentes e adolecentes 1.200 a 1.500, adultos 1.200. Um copo de leite por dia é pouco, porque tem cerca de 300 mg de cálcio.

Mas não é simples no dia a dia saber o que comer para obter estas quantidades não é? Pedi ajuda a Juliana Strambi Barcellos, nutricionista clínica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, formada pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), para montar um cardápio que serve de inspiração para saber a quantidade de alimentos necessária e pensar em variações de alimentos de modo a conseguir a quantidade recomendada de cálcio, sem esquecer dos demais nutrientes. Nesta sugestão, a quantidade de cálcio é de 1280,9 mg.

Café da manhã:

1 pão francês

1 fatia de queijo branco

1 copo de leite desnatado com meio mamão papaia

Lanche da manhã:

1 copo de suco de laranja

Almoço:

4 colheres de sopa de arroz

1 concha de feijão

3 colheres de carne moída

2 colheres de brócolis refogado

2 colheres de cenoura ralada

1 fatia média de abacaxi

Lanche da tarde:

1 pote de iogurte desnatado

1 banana

1 colher de chá de aveia

Jantar:

4 colheres de sopa de arroz

1 concha de feijão

1 filé de peito de frango

3 colheres de abobrinha refogada

1 prato de sobremesa de agrião e 3 fatias médias de tomate

1 cacho pequeno de uva

Lanche da noite:

1 copo de leite desnatado com uma colher de sobremesa de achocolatado

Para fazer uma dieta amiga dos ossos, é importante tomar leite e seus derivados, preferindo sempre o leite desnatado e os queijos brancos. Coma sementes de gergelim e girassol. Lentilha, soja, amêndoa e uva-passa também têm cálcio. Um copo de suco de laranja tem a mesma quantidade de cálcio que um de leite. Vegetais são fonte de cálcio, portanto, coma verduras (alface, repolho, couve-flor, rúcula, couve-manteiga e espinafre) e frutas (ameixa e figo). Não exagerar no sal, óleo ou azeite quando temperar a salada.

Além da alimentação rica em cálcio, tome pelo menos 15 minutos de sol todos os dias. Ele é o responsável pela produção de vitamina D, importante para o metabolismo absorver o cálcio no organismo. Há alimentos que são fonte de vitamina D, como salmão, atum, sardinha, cogumelo, gema de ovo e fígado.

Convém evitar o açúcar refinado e refrigerante, porque o ácido fosfórico ajuda a eliminar o cálcio pela urina. O açúcar refinado pode ser substituido pelo melaço de cana. Bebidas alcoólicas destroem as células ósseas, causando osteoporose. Também não convém exceder na quantidade de café: cinco xícaras por dia é muito porque o café interfere na absorção do cálcio. Sua ação oxidante, contudo, ajuda a combater o colesterol. O consumo de uma xícara por dia pode ser bom para muita gente. Atenção com a carne vermelha: por causa do fósforo, pode aumentar a eliminação de cálcio. O ideal é se limitar a porções pequenas. Um dos segredos da alimentação saudável está no prato colorido, ou seja, na escolha de alimentos de cores diferentes para uma mesma refeição você provavelmente conseguirá obter o equilíbrio de nutrientes necessários para seu organismo. Deve-se também evitar o álcool e o cigarro.

Para que os nossos ossos permaneçam sempre fortes, é preciso que tenhamos uma alimentação saudável, balanceada e rica em cálcio. Há também outros nutrientes importantes para a formação e manutenção óssea: magnésio, zinco, Omega 3 e vitaminas do complexo B. Pelo cardápio dá para perceber o quanto é fácil ter uma alimentação rica em cálcio. Beba água. Pratique atividade física regularmente, principalmente as aeróbicas e musculação orientada. A caminhada ao ar livre é ótima como exercício aeróbico e também para tomar sol. Nunca tome suplemento de cálcio sem a orientação de médico.

A adoção de suplementos de cálcio costuma ser regra entre os idosos com osteoporose para prevenir fraturas. Porém, uma pesquisa recente realizada na universidade de Ackland, na Nova Zelândia, concluiu que o suplemento de cálcio provoca o aumento moderado do risco cardíaco, independente da idade, do sexo e do tipo de suplemento. De acordo com análise que envolveu 12 mil pacientes, a ingestão de comprimidos de cálcio está associada a um aumento de risco cardíaco de 25% a 30%. Uma alternativa poderia ser o consumo da casca do ovo. O pó de casca de ovo (também conhecido como farinha de casca de ovo) seria um complemento alimentar natural. Rico em cálcio, ele pode ser adicionado a sopas, massas, mingaus, feijão, salada ou leite. É fácil de preparar em casa. Reserve as cascas dos ovos e lave bem com um pouquinho de vinagre ou água sanitária para eliminar os germes. Coloque em uma assadeira e leve-as ao forno para torrar. Triture-as. Peneire para tirar os pedaços maiores. Guarde o pó em um vidro. O indicado é uma colher de chá por dia. Sempre consulte seu médico para saber qual é a recomendação para o seu caso.

Gostaria de citar também a importância da mastigação para a alimentação correta. A digestão começa na boca com a mastigação, ação que tritura os alimentos e os mistura com a saliva. O alimento aquecido na boca estimula o relaxamento da musculatura do estômago. Uma digestão incompleta pode levar a um crescimento bacteriano. Os benefícios da mastigação extrapolam a boa digestão: o ato de mastigar tranquiliza e faz com que o alimento seja melhor aproveitado pelo organismo e seja apreciado pelo paladar.

A doença

A osteoporose é mais comum nas mulheres porque na menopausa diminui a quantidade de estrogênio, hormônio feminino que atua também na absorção do cálcio. Ao contrário do que muitos pensam, a osteoporose acomete também homens na terceira idade. A questão é que os homens em geral desconhecem o problema, até porque o trabalho de sensibilização do público masculino para a prevenção da osteoporose ainda é muito incipiente no Brasil e, talvez até, no resto do mundo. No público masculino a osteoporose chega um pouco mais tarde, a partir dos 60 anos.

A osteoporose – doença que leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis aos pequenos traumas —, é uma patologia assintomática, ou seja, sem sintomas, lenta e progressiva. Esse caráter silencioso faz com que não seja diagnosticada até que ocorram as fraturas, principalmente nos ossos do punho, colo de úmero, quadril e coluna vertebral. Entre os principais indícios da osteoporose destacam-se a dor prolongada na coluna vertebral, associada à diminuição da altura do paciente devido a microfraturas em vértebras, e o desenvolvimento de uma cifose, ou seja, corcunda.

A osteoporose é também uma doença complexa, cujas causas não são totalmente conhecidas. Certos fatores estão associados a um maior risco para essa doença, entre eles, ser mulher, envelhecer, ter um corpo pequeno, ser branco ou asiático e ter histórico familiar da doença. As mulheres têm um risco quatro vezes maior de desenvolver osteoporose do que os homens. Mas os homens também podem desenvolver osteoporose — embora menos frequentemente — em decorrência de distúrbios hormonais ou do uso de alguns medicamentos. Cabe citar que fatores como o sedentarismo e o tabagismo influem significativamente em quadro de osteoporose.

Fabio Ravaglia

Médico ortopedista e presidente, desde 2005, do Instituto Ortopedia & Saúde (IOS) – organização não governamental que tem a missão de difundir informações sobre saúde e prevenção a doenças, principalmente aquelas associadas à terceira idade, e que organiza o Projeto Cidadania – Caminhadas com Segurança, evento mensal que incentiva a atividade física e conta com uma feira de saúde aberta à população para a realização de exames gratuitos. O dr. Fabio Ravaglia é membro do corpo clínico externo dos hospitais Albert Einstein, Oswaldo Cruz, Sírio Libanês e Santa Catarina; membro emérito da Academia de Medicina de São Paulo (cadeira 118, patrono Ernesto de Souza Campos) membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT; e diretor-presidente da Arthros Clínica Ortopédica.

O dr. Fabio Ravaglia é graduado pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) com residência médica no Hospital do Servidor Público Estadual, especialização em coluna vertebral pelo Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho (Santa Casa de Misericórdia de São Paulo) e mestre em cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Foi o primeiro brasileiro aceito pelo programa do Royal College of Surgeons of England. Atuou como cirurgião ortopédico em hospitais ligados à Universidade de Bristol e fez especialização em cirurgia na Alemanha.

Autor: Dr. Fabio Ravaglia

Fonte: Printec Comunicação

 

 
 

Alimentação saudável ajuda a combater a insônia

Leite quente, legumes, cereais, frango e mel estimulam o sono

Leite quente, legumes, cereais, frango e mel estimulam o sono

Para quem não consegue dormir sem antes tomar um remédio, é importante aprender algumas dicas sobre alimentação para ter uma noite de sono mais saudável.

Alimentos ricos em cafeína, como chocolates, refrigerantes e café estimulam o sistema nervoso central, o que prejudica o sono. Bebidas alcoólicas produzem o mesmo efeito. Comidas gordurosas e picantes dificultam a digestão e também comprometem a qualidade do sono.

O melhor, dizem os especialistas, é evitar tudo isso e investir em outros alimentos, como leite quente, legumes, cereais, frango, castanha, mel e ovo.

Essa alimentação aumenta a produção de serotonina, substância que estimula o sono.

Autor: Redação

Fonte: R7 Notícias

 

 
 

Enxaqueca: Seis hábitos que você deve evitar para não piorar a dor

As causas são genéticas, mas os sintomas podem ser desencadeados pelo estilo de vida

A dor de cabeça parece que já faz parte do nosso dia a dia. São tantas as atividades, os problemas, o estresse e as cobranças que é inevitável sentir, ao final do dia, aquelas pontadas latejantes lá no fundo. Pior é quando essas dores passam a ser constantes e intensas. Aí vem aquela sensação de que a cabeça vai explodir, os olhos ficam sensíveis à luz e a qualidade de vida cai muito. O nome disso? Enxaqueca.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC), existem mais de 150 tipos de dor de cabeça. Dentre elas, a enxaqueca é, talvez, a que mais afeta a qualidade de vida dos pacientes. "A enxaqueca é muito mais que uma dor. Dá a sensação de que a cabeça está enorme, pulsando, martelando ou que o cérebro está sendo pressionado num ritmo enlouquecedor. Tudo passa a incomodar: a luz é uma tortura, os odores são um sacrifício, os sons transformam-se em ruídos ensurdecedores, o estômago revira e os vômitos são a consequência natural. Esse martírio pode durar dias, num vai e vem de intensidade maior e menor que impede a realização da maior parte das atividades do dia", explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, da Unifesp.

Segundo a SBC, cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem com esse problema e, dentre esses, 75% são mulheres. "Muitas podem ser as causas da enxaqueca, desde problemas tensionais, normalmente associados ao estresse, até resultantes de tumores, aneurismas, medicamentos fortes e até ressaca", ensina a especialista. Uma pesquisa recente publicada na Nature Medicine descobriu que o DNA pode fazer umas pessoas serem mais propícias a ter enxaqueca do que outras. Tudo por conta da presença de um gene conhecido como Tresk, que faz com que fatores do ambiente ativem áreas do cérebro que controlam a dor, inativando-as. Os especialistas agora estão focados na formulação de um medicamento que ative essa área do cérebro.

Quem sofre com a dor insuportável sabe o quanto é difícil ficar simplesmente esperando que ela passe. Mas, para além dos vários tratamentos para o problema, existem alguns hábitos que quem quer se livrar de vez da enxaqueca, deve abandonar. Confira a lista abaixo:

1. Abuso de analgésicos

Quem abusa de analgésicos para se livrar da dor, ou seja, toma mais de um comprimido por semana corre o risco de alimentar a própria dor. "O analgésico bloqueia todos os mecanismos de defesa natural para combate da dor de cabeça. O uso prolongado e indiscriminado desse tipo de medicamento faz com que o corpo fique dependente do medicamento", explica a neurologista Claudia Klein, especialista do Minha Vida.

Em outras palavras, o organismo fica viciado a tal ponto que passa a "produzir" a dor para que o analgésico precise agir. Além disso, o analgésico também impede a produção de serotonina, hormônio neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e relaxamento, agravando a dor depois de certo tempo. "Muitas pessoas costumam tomar o analgésico ao menor sinal de dor e, assim, esquecem de tratar o problema. É preciso buscar tratamentos reais com medicação indicada o médico especialista", aconselha Claudia Klein.

2. Má alimentação

De acordo com a neurologista, alguns alimentos devem ser evitados por quem sofre de enxaqueca, como, por exemplo, o aspartame, condimentados, leite e derivados, alimentos cítricos, chocolate e café. "Esses alimentos contêm substâncias que interagem com a bioquímica cerebral do organismo, alterando a ação de determinadas enzimas e diminuindo a quantidade de serotonina, hormônio ligado à enxaqueca", explica Claudia Klein. Além disso, a especialista afirma que pior do que o consumo desses alimentos, é ficar em jejum por tempo prolongado - mais de 4 horas sem comer - ou ter uma alimentação baseada em frituras e doces, por isso, ter um cardápio equilibrado e controlado é uma ótima medida preventiva.

3. Tabagismo

Que fumar é uma bomba para o organismo, todo mundo já sabe. A novidade é que, além de todos os males, a nicotina ainda é associada à alteração da circulação sanguínea e enrijecimento dos vasos sanguíneos, o que, segunda a neurologista Claudia Klein, também pode acabar provocando a enxaqueca.

Além disso, um recente estudo norueguês publicado pela revista médica Neurology avaliou 6 mil estudantes e descobriu que o tabagismo, associado ao sobrepeso e ao sedentarismo, triplica as chances de jovens desenvolverem enxaqueca. Os autores disseram não ter ficado claro se esses fatores do estilo de vida provocam a cefaleia ou se eles agem mais como desencadeadores em jovens já vulneráveis. Pelo sim, pelo não, é melhor prevenir e ficar longe do cigarro.

4. Ser sedentário

Um dos grandes males da população, os hábitos sedentários afetam em muitos aspectos a qualidade de vida. Além de contribuir para o surgimento de obesidade, hipertensão, diabetes e problemas cardíacos, o sedentarismo é uma porta aberta para a enxaqueca.

Uma pesquisa conduzida na Suécia demonstrou que pessoas que se envolvem em um programa de atividades aeróbicas apresentam queda significativa na frequência e intensidade das dores de cabeça crônicas e enxaqueca. O programa de treinamento aplicado na pesquisa consistia em treino de 40 minutos de bicicleta ergométrica praticada três vezes por semana.

"A pessoa que sofre de enxaqueca já tem uma produção baixa de serotonina, e os exercícios físicos estimulam a produção desse hormônio. Se a pessoa não fizer nenhum tipo de atividade que compense essa baixa, vai ser difícil reverter o quadro", explica a neurologista Claudia Klein.

5. Consumir álcool

Como a enxaqueca é um problema de origem vascular, cuja dor é provocada pela contração e dilatação dos vasos sanguíneos, o consumo de bebidas alcoólicas pode ser uma opção ruim para quem lida com o problema. A especialista Claudia Klein explica: "As bebidas alcoólicas quando ingeridas em excesso provocam dilatação dos vasos do corpo e do cérebro, o que acaba acentuando o incômodo da enxaqueca."

6. Se render ao estresse

Tudo o que gera estresse e desequilíbrio para o organismo pode agravar a enxaqueca de quem já tem predisposição. Trabalho em excesso, ficar sem comer por muito tempo, nervosismo, insônia ou dormir pouco, chateação e outros problemas emocionais podem ser uma porta aberta para a dor incômoda. Quem sofre com os dramas do estresse, deve procurar tratamento. Buscar métodos, como massagem e acupuntura, e dar mais valor ao momentos de lazer e relaxamento são atitudes importantes. "A acupuntura é bem eficiente, pois provoca microestímulos que ajudam o corpo a recuperar o equilíbrio de forma natural", garante a neurologista Claudia Klein.

Autor: Andressa Basilio

Fonte: Site Minha Vida

 

 
 

Higienização nasal previne crises alérgicas


Dicas práticas!

Qual a importância da higienização nasal? Ela pode prevenir crises alérgicas?

Diariamente, principalmente nas grandes cidades, temos contato com inúmeros poluentes e agentes infecciosos e irritantes nasais. O nariz funciona como um filtro do sistema respiratório e higienizá-lo é como limpar periodicamente esse filtro. Isso pode auxiliar no controle da rinite alérgica, já que ajuda a reduzir o contato da mucosa nasal com os agentes que causam alergia.

Como a higienização nasal deve ser feita?

A melhor forma de higienizar o nariz é a lavagem periódica com solução fisiológica, de preferência com spray que pulverize e espalhe melhor a solução por todo o nariz internamente. Assoar o nariz só deve ser feito de forma suave, para não machucar a mucosa, ocorrendo assim sangramentos.

Quais problemas podem ocorrer caso a higienização nasal não ocorra ou seja feita de modo incorreto?

A má higienização pode ocasionar o acúmulo de crostas e secreção, favorecendo o aparecimento de infecções bacterianas. A limpeza de forma agressiva pode provocar sangramentos.

Como o tempo seco afeta os órgãos respiratórios das pessoas?

O ar tem que entrar nos pulmões com temperatura e umidade controladas. A baixa umidade sobrecarrega toda a árvore respiratória, levando à inflamação da mucosa e reduzindo a proteção contra vírus e bactérias, o que predispõe a infecções.

Quais são as principais complicações respiratórias que o tempo seco pode provocar?

As principais complicações são as sinusites, bronquites e pneumonias.

Quais medidas podem ser tomadas para evitar problemas respiratórios com o tempo seco?

Usar umidificadores e fazer a higiene nasal diária.

Independente do tempo seco, quais são as ações principais que uma pessoa deve tomar para evitar ter problemas respiratórios?

O principal cuidado é manter o nariz funcionando bem; estando com ele obstruído, é como respirar o ar sem estar filtrado.

Dr. Eric Thuler - CRM/SP 94200 - é médico otorrinolaringologista, com especialização nas áreas de rinologia funcional e reparadora, ronco e apneia, tendo se dedicado desde então à videocirurgia.

Autor: Dr. Eric Thuler

Fonte: Site Idmed

 

 
 

Os 10 mandamentos


Para quem quer seguir uma dieta

1 - Não conte a ninguém! Simplesmente faça.

Alguns " amigos " encontram " consolo " no fracasso alheio e inconscientemente torcem contra. Outros poderão perguntar se já alcançou algum resultado e os detalhes da dieta, tornando-a sem querer uma cobrança pra você. Geralmente familiares mais próximos, com a melhor das boas intenções, fazem muita pressão e criam muitas expectativas, estressando quem quer seguir uma dieta.

2 - Ao recusar uma guloseima, simplesmente diga "não, obrigado".

Jamais abra o motivo : "estou de dieta". Em comemorações ou festividades, ao expor este motivo, pessoas ao redor, na melhor das boas intenções, podem aumentar a tentação, insistindo : "ah, só unzinho não faz mal... "ou" só um pedacinho.. ."ou" só hoje, está tão gostoso...". Melhor desculpa: "não gosto muito disso", se insistem : "pra falar a verdade, detesto isso". Ninguém insistirá, nem ficarão com pena de você, nem repararão (e comentarão) a cada semana se você está realmente emagrecendo.

3 - Não se engane.

Muitas pessoas vão até consultórios, compram revistas, livros de dietas, etc e tal, só para darem uma satisfação à alguém ou pensarem que estão fazendo alguma coisa. Na verdade fazem a dieta de vez em quando e vivem arranjando desculpas para continuarem comendo tudo o que gostam, na quantidade que gostam. Ou seja, vivem se enganando. Quando você quer mudar algum hábito ou conseguir alguma coisa, você acha solução para todos os obstáculos e não procura desculpas nem fica colocando empecilhos.

4 - Tempo é uma questão de prioridade.

Existem pessoas que têm tempo, aposentados por exemplo, e usam a desculpa esfarrapada "não tenho tempo" colocando uma série de deveres corriqueiros, burocráticos e secundários na frente do objetivo principal. É a questão anterior, estão se enganando. Mas existem pessoas que realmente são muito ocupadas e a dieta tem que ser encaixada numa agenda apertada. Sempre uso o exemplo de Abílio Diniz, presidente do grupo Pão de Açúcar. Pode ser difícil, mas não é impossível. Lembre-se: nenhuma vitória cai na cabeça de ninguém. Todas elas exigem um certo sacrifício seu. Resta saber se vale a pena.

5 - Afaste as tentações.

Não tenha em casa, não coloque na mesa, nem faça para os outros aquilo que você não pode comer. Assim, fica mais fácil Ter força de vontade.

6 - Não desista nunca.

Uma vez por semana, geralmente Domingo, que é um dia atípico, libere a dieta como forma de compensação pelo bom desempenho da semana. Psicologicamente isso é muito bom, pois você sabe que pode comer um pouco do que gosta (neste dia).Não está prisioneiro de um regime. No entanto, ao longo dos 6 dias de dieta pode ser que você tenha uma recaída. Se isso for raro, é normal. Não se martirize, não desista nunca do objetivo. Mesmo que a perda de peso seja lenta não é a perfeição que leva à vitória, e sim a persistência.

7 - Tenha sempre uma atitude positiva.

Às vezes, as pessoas acham que estão sofrendo por estarem seguindo uma dieta, e isso não é bom. Na verdade estas pessoas deveriam estar felizes e orgulhosas de si mesmas por conseguirem emagrecer por seu próprio mérito, já que sabemos que isso exige força de vontade, disciplina e coragem.

8 - Não cobiçareis a dieta do próximo.

Ela não serve para todo mundo porquê ninguém é igual. Comece com o pé direito: Vá a um nutricionista, veja seu peso, sua altura, informe seu sexo, sua idade, relate seus horários e toda sua alimentação diária e quando você sente mais fome para que seja feito um cardápio que você consiga seguir, e que possa ser modificado e adaptado às suas circunstâncias. Ressalvo que remédio só deve ser tomado por pessoas doentes e receitados por Médicos, em caso de obesidade severa. Não seja hipocondríaco, pessoas com sobrepeso não necessitam de remédios.

9 - Cuidado com charlatães.

Desconfie de produtos milagrosos que são amplamente divulgados na TV ou vendidos em catálogos, geralmente usam artistas para promoção e prometem emagrecimento fácil e rápido. Não existe mágica. Você tem que acabar com a causa do problema, pode ser de forma mais lenta, porém duradoura, sem dependência química ou de produtos. Não existe nenhuma fórmula que possa substituir uma boa alimentação. O produto pode até funcionar, e às vezes funciona mesmo, mas tem efeito paliativo. Quando você pára de tomar, volta a ganhar peso de novo. Você não pode ficar eternamente dependente de uma fórmula, remédio ou produto. A melhor maneira de controlar o peso de forma duradoura e definitiva é através de educação nutricional (+ Atividade física quando necessário).

10 - Beba bastante água no intervalo das refeições.

Algumas vezes a perda de peso na verdade é perda de água (Hipohidratação), o que não é bom para a saúde, além de confundir com perda de gordura, dando falsos resultados de emagrecimento. É por isso que dizem que "água engorda". Absurdo! A água faz parte da nossa composição corporal e não deve ser evitada, e sim bebida diariamente.

Fabíola Cáus Simões

Nutricionista CRN 961002107

Especialização em Nutrição Clínica

Autor: Fabíola Cáus Simões

Fonte: Site Minha Vida

 

 
 

Chá que queima gordura

Você conhece?

Você conhece?

A carqueja é uma planta brasileira muito usada para fins medicinais e o seu chá é uma excelente opção para quem quer perder peso, já que, além de melhorar a digestão, ele potencializa o efeito de dietas, ajudando a eliminar toxinas e a queimar gordura.

Aprenda a prepará-lo:

Em 1 litro de água, ferva 20 g de carqueja durante 20 a 30 minutos. Tome 4 ou 5 xícaras por dia. Vale reforçar que os chás sem açúcar não possuem nenhum valor calórico e, portanto, podem ser consumidos tranquilamente.

Veja outros benefícios da erva:

Autor: Karla Precioso

Fonte: M de Mulher

 

 
 

Eles podem te fazer comer mais

Confira alguns alimentos que, segundo especialistas, têm o poder de estimular o apetite

Você sai de casa com a proposta de não se render a nenhum petisco sugerido pelos amigos. Vai para uma happy hour, após o expediente, quando alguém tem a ideia de pedir apenas uma porção de batatas. Você topa, afinal, não pretende comer mais do que duas ou três. Sua sorte está lançada. As batatas são apenas o início de muitas outras porções que começam a chegar. E o que deveria ser apenas um encontro entre amigos transforma-se em um belo banquete. O grupo se anima e ninguém economiza na quantidade, nem nas calorias. No final da noite, você se lembra, bem vagamente, que não pretendia comer. Mas é tarde demais até para isso. A barriga já está (bem) cheia.

Situações como a descrita acima são comuns para a maioria da população. O cenário muda, as pessoas também, mas é difícil não se render a certos alimentos. Eles parecem fazer jus ao slogan de um produto: é impossível comer um só. Um recente estudo prova que não é só impressão ou gula, mas alguns alimentos realmente estimulam que continuemos a comê-los. Mais do que isso: eles teriam propriedades capazes de fazer com que o organismo sinta necessidade de comer mais - não apenas o produto em questão, mas qualquer outra coisa.

Pesquisadores apontam que mecanismos fisiológicos e características específicas de alguns alimentos podem levar as pessoas a comerem mais do que deveriam, burlando os mecanismos que levam à sensação de saciedade. "Alguns alimentos possuem elementos como gorduras saturadas, carboidratos e alto teor de sódio, que alteram a produção de insulina e leptina, os hormônios responsáveis pelo apetite e pela saciedade", explica a nutricionista do Hospital Amaral Carvalho, Maria Helena Arroyos Hilário.

Esses alimentos promoveriam, então, resistência à saciedade interferindo nas mensagens enviadas ao cérebro para que o organismo entenda que é hora de parar de comer. "Além disso, por não serem ricos em nutrientes indispensáveis para a saciedade e regulação do metabolismo como fibras, vitaminas e minerais, esses alimentos causam a fome precocemente", esclarece a nutricionista.

Lançado em abril nos EUA, o livro The Skinny: On Losing Weight Without Being Hungry (O magro: perdendo peso sem passar fome, ed. Broadway Books), escrito por Louis Aronne, reafirma o estudo de que alguns alimentos não trazem sensação de saciedade quando ingeridos. Para o autor, alimentos feitos de carboidratos refinados, ricos em açúcar e em gorduras são os maiores enganadores da nossa sensação de satisfação.

Os inimigos

Petiscos fritos, guloseimas, pães brancos, fast food, sopas industrializadas, doces, refrigerantes, massas de trigo branco, batata frita, refinados. Se você quiser manter sua saúde e seu peso em dia, deve evitar o consumo desses 'vilões'.

E não pense que eles burlam a sensação de saciedade apenas enquanto são ingeridos. Uma pesquisa norte-americana divulgada no último mês no "Journal of Clinical Investigation" aponta que o ácido palmítico (substância presente em alimentos ricos em gorduras saturadas) altera a excreção de insulina e leptina, hormônios relacionados ao apetite e à saciedade. E os efeitos dessa mudança podem durar até três dias.

Alguns pesquisadores argumentam que isso, na teoria, pode até ajudar a explicar por que algumas pessoas sentem mais fome às segundas-feiras, já que a maioria abusa desses alimentos nos fins de semana. Maria Helena explica que se alguém ingerir fritas na sexta-feira, por exemplo, a gordura saturada - o que, para piorar, deixa os alimentos ainda mais saborosos - irá proporcionar maior consumo de outros itens e menos poder de saciedade.

O sorvete derrete e...

Além da resistência dos hormônios, outros mecanismos também ajudam a burlar as mensagens de saciedade emitidas pelo cérebro. Mudanças sensoriais muito rápidas diminuem a sensação de saciedade, dando subsídios para que os especialistas chamam de "teoria do contraste dinâmico". Ela ajuda a explicar porque os alimentos com propriedades sensoriais que mudam rapidamente no contato com a boca são os preferidos.

É o que ocorre com o sorvete, por exemplo. A temperatura do corpo faz com que o alimento mude de sólido para líquido, o que leva o organismo a libertar substâncias que superestimulam o prazer pelo alimento. Segurar a vontade de comer mais é praticamente impossível. (Folha Equilíbrio).

Atenção

Reconhecer os ingredientes que levam ao engano do organismo e não se deixar levar somente pela sensação de saciedade para encerrar uma refeição ou rodada para petiscos pode ser crucial para evitar ganho de peso indesejado ou prejuízos à saúde. Confira alguns alimentos que enganam o organismo e levam a pessoa ao exagero:

Eles te fazem comer mais                                                                       Prefira

 

Sorvete                                                                                                 Picolé de polpa de fruta

Batata frita (tipo chips)                                                                              Castanha de caju

Refrigerantes                                                                          Sucos naturais ou fruta in natura

Pipoca                                                                 Mix de amêndoas, nozes e castanha do Pará

Chocolate                                                        Frutas secas (como damascos ou tâmaras)

Sanduíche fast food                                                             Sanduíche natural no pão integral

Pizza de mussarela                                            Refeição com arroz, feijão, salada e carne

Biscoitos salgados sabor artificial                                Biscoitos integrais com sabor natural

Fonte: Denise Mourão, nutricionista da Universidade Federal de Viscosa

Fotos: Bruna Oliveira/ Assessoria de Imprensa HAC

Autor: Bruna Oliveira

Fonte: Departamento de Comunicação - Fundação Dr. Amaral Carvalho

 

 
 

Hipertensão: fique de olho na dieta

A pressão alta é uma doença muito comum e um dos principais fatores de risco para o entupimento das artérias do coração

A hipertensão arterial (pressão alta) é uma doença muito comum e um dos principais fatores de risco para doença coronária (entupimento das artérias do coração). O controle da pressão arterial constitui um dos mecanismos mais eficazes da redução da mortalidade por doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e derrame.

O tratamento da hipertensão arterial é feito através do uso de medicamentos e mudanças no estilo de vida, especialmente dos hábitos alimentares. O excesso de sal (sódio), por exemplo, aumenta o volume de sangue circulante e a constricção das artérias, que, por conseqüência, leva à elevação da pressão arterial.

Perigos comprovados

A correlação entre aumento da ingestão de sal e da pressão arterial já foi comprovada em diversos estudos. Em populações onde o consumo de sal é maior, como no norte do Japão, nota-se que há uma alta freqüência de hipertensos. Por outro lado, entre os índios Yanomanis, que praticamente não ingerem sal, inexiste a hipertensão. O ideal é manter o consumo de sal em torno de 4 a 6 g/dia.

A obesidade é outro fator de risco para a hipertensão. Prova disso, é que cerca de 60% dos hipertensos têm peso acima do ideal e, nas pessoas com peso 20% acima do ideal, a hipertensão arterial é duas vezes mais comum. Nesses casos, recomenda-se a baixa ingestão calórica, que aumenta a perda de sal pela urina e diminui o peso, resultando na queda da pressão arterial. Por isso, a perda de peso constitui uma das principais medidas no tratamento da hipertensão.

O consumo exagerado de álcool também está correlacionado com o aumento agudo e crônico da pressão arterial. Os hipertensos devem evitar as bebidas alcoólicas e seguir rigorosamente a recomendação médica.

Potássio

Estudos recentes mostram que a ingestão de potássio pode contribuir para queda na pressão arterial. Por isso, deve-se ingerir 2g/dia de potássio através de uma dieta rica em potássio. Este procedimento sempre deve ser orientado pelo médico, visto que existem hipertensos, diabéticos ou não, com problemas renais, cuja ingesta de potássio precisa ser cuidadosamente observada. Por outro lado, hipertensos que usam diuréticos também podem estar usando suplementação artificial de potássio (através de remédios).

Confira os alimentos que contêm potássio

Grão e Cereais : feijão, soja crua, grão-de-bico, ervilha fresca, germe de trigo, aveia.

Hortaliças: beterraba, batata, rabanete, mandioca, ceoura, salsa, alho.

Vegetais folhosos: almeirão, couve manteiga, chicória, espinafre.

Frutas: abacaxi, amora, abacate, banana, melão, maracujá (polpa).

Outros: palmito cru, merluza, robalo, namorado, alcachofra.


Autor: Imprensa

Fonte: MedCenter MedScape

 

 
 

Existe fórmula para educar os filhos?

Os desafios das próximas gerações de pais é conseguir dizer não

Quem nunca ouviu os pais contarem que quando crianças eram tratados como um “pequeno-adulto”? Muitos deles não tinham direito a vontades e algumas vezes assumiam responsabilidades de gente grande. Hoje, muitos pais preferem educar seus filhos com mais liberdade, porém de acordo com o psicólogo Dr. Willian Mac-Cormick, 70% dos pais acabam reclamando da falta de limites dos filhos. “As crianças não tem limites porque ninguém os colocou. Dar uma educação mais liberada para prevenir os ‘traumas’ de uma educação muito repressora, pode não ter o efeito esperado”, afirma.

Segundo o psicólogo, os pais sabem que precisam educar, mas não têm ideia de como agir, pois não foram orientados. As funções paternas não podem ser esquecidas. Quando se inverte o sentido dessa relação, as crianças podem ter ‘prejuízos’. “Crescer sem orientação e sem limites faz a criança se sentir sozinha e desconectada de sua própria família e, principalmente, acreditar não serem boas companhias para elas mesmas”, explica. “Elas acabam sempre precisando de um estímulo, seja um brinquedo novo, um aparelho de celular novo ou sempre estão ligadas 24 horas em fones de ouvido”, exemplifica.

Os pais querem o amor dos filhos e acabam confundindo educação com permissividade, que de acordo com o Dr. Mac-Cormick, pode trazer incapacidade emocional, gerada pela incoerência dos pais para saber a hora certa de dizer não. “É importante que os pais saibam dizer não, mas é preciso primeiro se disciplinarem para isso, trabalharem juntos com coerência e consistência. Quando o pai diz não, a mãe também deve dizer não e vice-versa. Se algo como pular na cama dos pais não é permitido, deverá ser sempre assim, sem exceção”, orienta. Além disso, os pais devem deixar o sentimento de culpa de lado e saber lidar com a frustração do filho, inclusive, o choro.

Para o Dr. Mac-Cormick, isso ajuda a delimitar a hierarquia entre pais e filhos, valoriza a relação e trabalha o respeito. “A falta de limites resulta em crianças e jovens agressivos, na onipotência, pois acham que podem fazer tudo e isso se reflete na vida adulta, acham que sempre podem dar um jeitinho, falta de persistência, desrespeito com as pessoas, instabilidade emocional, necessidade de chamar atenção, relacionamentos e trabalhos descartáveis, insegurança, adolescência prolongada, pois em casa pode tudo e na rua não”, relata.

Outra consequência é a descartabilidade das relações. “As relações se tornam descartáveis porque o brincar para a criança não existe mais. Hoje, não brinca e sim, tem o brinquedo. O brincar é fundamental na infância, pois significa criar vínculo e trabalhar o lúdico e a imaginação. É um treinamento para a vida adulta”, considera. De acordo com o psicólogo, o desafio das próximas gerações de pais é conseguir manter um equilíbrio entre ser firme sem ser autoritário.

Autor: Imprensa

Fonte: Expressa Comunicação

 

 
 

Gargarejo com água salgada pode suavizar sintomas da gripe

Outros estudos também consideraram os gargarejos como úteis contra dores de garganta e constipações

Nada além do tempo pode curar o resfriado comum, mas uma simples xícara de água salgada pode abrandar o sofrimento.

A garganta dolorida e coçando e a constipação respiratória são alguns dos sintomas mais comuns de um resfriado, e fazer gargarejos com água salgada parece ajudar por diversos motivos. Uma solução salina pode sugar os fluidos em excesso do tecido inflamado na garganta, reduzindo a dor, disse Philip T. Hagen, editor-chefe de "Mayo Clinic Book of Home Remedies", com lançamento programado para outubro. Hagen aponta que o gargarejo também desprende mucos espessos, o que pode remover fatores de irritação como alergênicos, bactérias e fungos da garganta.

Num estudo aleatório publicado em 2005 na revista "The American Journal of Preventive Medicine", pesquisadores recrutaram quase 400 voluntários saudáveis e os acompanharam por 60 dias durante a estação da gripe e do resfriado. Alguns dos participantes eram instruídos a fazer gargarejos três vezes ao dia. No final do período de estudo, o grupo que gargarejou regularmente mostrou um declínio de 40% nas infecções do sistema respiratório superior frente ao grupo de controle e quando eles ficaram doentes, "os gargarejos tendiam a atenuar os sintomas bronquiais", escreveram os pesquisadores.

Outros estudos também consideraram os gargarejos como úteis contra dores de garganta e constipações.

Segundo a Mayo Clinic, para melhores resultados, dissolva meia colher de chá de sal num copo cheio de água quente e faça gargarejos com a solução por alguns segundos antes de cuspir. Adultos que queiram um remédio mais palatável contra tosses e dores de garganta podem tentar misturar água quente com limão e mel. Não há a necessidade de cuspir.

Autor: The New York Times

Fonte: Site Folha

 

 
 

Espinafre protege o sistema nervoso e melhora a digestão

Para usufruir dos benefícios, são necessárias cinco porções semanais

O preço acessível, o sabor marcante e a presença de muitos nutrientes têm tornado o espinafre uma das hortaliças mais consumidas atualmente. Rico em sais minerais, como ferro, cálcio e fósforo, e com alta concentração de vitaminas dos complexos A e B, a verdura ajuda na formação dos ossos, dentes, construção muscular, coagulação sanguínea e conservação da visão. "O espinafre é uma hortaliça de alto valor nutritivo, importante fonte de vitaminas e sais minerais, e que possui algumas substâncias pouco conhecidas, mas que trazem grandes benefícios para o ser humano", afirma a nutricionista Gabrielle Macedo, da Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais, de Curitiba.

O espinafre ainda age na conservação da pele, na proteção do aparelho digestivo e, principalmente, na saúde sistema nervoso, tornando-se essencial para o desenvolvimento dos nervos e do cérebro. De acordo com uma pesquisa realizada no ano passado, pelo neurocientista Fernando Gómez-Pinilla da Universidade da Califórnia, o espinafre faz parte de um grupo de alimentos antioxidantes responsáveis pelo melhoramento das atividades mentais do ser humano.

Segundo o estudo, o cérebro consome muita energia para funcionar e isso resulta na sobra de resíduos químicos oxidantes. É neste momento que alimentos como espinafre, nozes, castanhas, óleos vegetais, lentilha, couve-flor, aspargo e abacate começam a trabalhar para eliminar as substâncias em excesso, "desenferrujando" o cérebro. "Levando em conta que a maioria dos alimentos citados pela pesquisa possui alto teor de gordura monoinsaturada, uma gordura benéfica ao nosso organismo, acredito que possa haver uma relação com a exclusão de resíduos oxidantes, pois muitas hortaliças são alimentos antioxidantes e previnem o envelhecimento das células", analisa Gabrielle Macedo.

Para a nutricionista, assim como a maioria das hortaliças de folhas verde-escuras, o espinafre é recomendado principalmente para gestantes e crianças, pois previne a anemia e a desnutrição. "Além dos nutrientes mais tradicionais, o espinafre é uma importante fonte de ácido fólico, uma vitamina que contribui diretamente para a formação do tubo neural do feto e essencial para o tratamento de certas anemias. Além disso, o ácido fólico contribui para a manutenção da memória, fluência da fala e velocidade de processamento das informações", indica.

Para aproveitar e potencializar os nutrientes presentes na hortaliça, a nutricionista recomenda que o espinafre seja consumido nas principais refeições do dia. "Uma porção média de espinafre cozido pesa 90g e o ideal é que um adulto consuma cinco porções semanais. Para facilitar esta ingestão, o espinafre pode ser utilizado nas mais variadas receitas, como tortas, suflês, refogados e saladas cruas. Além disso, o ideal é que seja diminuído ao máximo o período de cozimento, para que os nutrientes sejam conservados", afirma.

Panquecas rápidas de espinafre

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de farinha de trigo
  • 1 maço de espinafre limpo
  • 1 colher de chá de sal
  • 2 ovos batidos

Modo de fazer

Cozinhe o espinafre e, em seguida, fatie as folhas em pequenos pedaços. Acrescente a farinha de trigo, o sal e os ovos batidos e misture até a massa ganhar liga. Frite em firgideira bem untada, usando meia xícara de chá da massa para fazer cada panqueca. Vire a massa para que os dois lados fiquem dourados. Se quiser, use o recheio de sua preferência, como ricota com tomates frescos picados e temperados com azeite e manjericão.

Autor: Redação

Fonte: Site Minha Vida

 

 
 

5 ótimas razões para você incluir aveia no cardápio

A cada fase o cereal oferece uma série de benefícios

Se você está lutando contra o colesterol elevado, provavelmente já ouviu falar dos poderes da aveia para combater este mal . Por ser rico em fibras solúveis, que se ligam à água e se transformam em um gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e impedir que elas sejam absorvidas pelo intestino, o cereal reduz as taxas de LDL (colesterol ruim) e, de quebra, previne o câncer de intestino.

E esses não são os únicos benefícios para quem enche a tigela de aveia. Ela é um cereal rico em diversos nutrientes: fibras, ferro, cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, vitaminas (principalmente vitamina E) e proteínas , lista a especialista da Setha Consultora Nutricional, Selva Sierro. Dentre tantas substâncias positivas para a saúde, as fibras solúveis merecem destaque pelas atividades que exercem. Para sentir os efeitos, basta consumi-las diariamente , diz Roberta Stella, responsável pela equipe nutricional do Minha Vida.

Com isso, seu intestino fica tinindo e sua saúde comemora. "É no intestino que acontece absorção dos nutrientes necessários ao organismo e a eliminação daqueles que não servem para nada" , diz Selva. Os diabéticos também podem se aliar à aveia, já que suas fibras unem-se ao açúcar dos alimentos, fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea. Quem quer emagrecer tem nela mais uma aliada: A aveia dá uma sensação de saciedade mais rápida e você come menos , explica a nutricionista da Setha.

Resultados à vista

Para desfrutar de tudo isso, Selva afirma que a recomendação para pessoas adultas varia entre 20 e 30 gramas diárias. "Uma colher de sopa cheia de aveia tem em média 20 gramas. Essa quantidade equivale a um grama de fibra" , fala sobre o nutriente que mais se destaca no cereal. O nutriente ainda está presente em outros alimentos, como frutas, vegetais, massas e pães em suas versões integrais.

Já o consumo entre as crianças varia de acordo com a idade. "Ele deve começar a partir dos dois anos, salvo recomendação médica" , ressalta Selva. O cálculo é simples: basta somar à idade da criança o número cinco. Se seu filho tem 2 anos, por exemplo, 7 gramas (2 da idade + 5) são suficientes para o aproveitamento dos nutrientes da aveia.

As formas para ingerir o cereal são tão variadas quanto as melhoras que ele traz à saúde. Você pode escolher como vai rechear seu cardápio: com os flocos, o farelo ou a farinha de aveia. "Comparando os três, o farelo é o mais nutritivo, seguido pelos flocos e, depois, pela farinha. Mas as diferenças são mínimas, o importante é ter prazer nas refeições" , conclui Selva.

Autor: Redação

Fonte: Site Minha Vida

 

 
 

Qual a melhor posição para dormirmos?

Uma boa noite de sono é fundamental para a restauração da saúde, e em especial, da saúde dos tecidos musculares e articulares

Essa é uma pergunta que muitas pessoas só fazem após o surgimento de dores e problemas na coluna, ou da dificuldade em dormir. Basicamente, a melhor posição para dormir é, de fato, aquela em que você deita, relaxa, dorme e acorda descansado e recuperado.

Porém, levando em consideração que nós dormimos um terço do dia, ou seja, passamos um terço de nossa vida deitados dormindo, a posição em que dormimos pode determinar a forma e a flexibilidade da coluna, o que pode levar a dores e desconfortos. Portanto, podemos afirmar que existem posições que são mais favoráveis e menos favoráveis para a manutenção da saúde da coluna e das articulações.

A posição de dormir que menos beneficia a coluna é a posição de bruços, ou seja, deitado de barriga para baixo. Essa posição causa estresse em dois segmentos da coluna: na coluna cervical, no pescoço; e na coluna lombar (no segmento mais baixo da coluna, próximo ao quadril).

Um erro comum de quem dorme nesta posição é a utilização de travesseiro, pois seu uso aumenta as pressões e torções no pescoço inerentes a essa posição.

A posição de barriga para cima é uma posição boa, que deixa a coluna mais reta. Porém, esta posição também não requer travesseiro, que tira o pescoço e a cabeça do alinhamento ideal com o resto da coluna. Este desalinhamento desgasta e estressa a coluna cervical. No máximo, pode ser utilizado um travesseiro bem baixinho, quase “virtual”. Algumas pessoas gostam de colocar um travesseiro debaixo dos joelhos. Isso alivia alguma possível tensão na região lombar. Como desvantagem desta posição há o ronco.

Por fim, das três posições básicas que podemos assumir ao dormir, temos a posição de lado, a mais indicada para a saúde da coluna vertebral. Nesta posição, também são necessários alguns cuidados para que ela de fato seja a melhor posição para dormir.

O travesseiro da cabeça deve ter a grossura semelhante à distancia entre a orelha e o ombro. Portanto, o travesseiro deve ser largo e firme, de forma a não deformar durante a noite (como por exemplo, os travesseiros de pena/pluma). Também é importante o uso de um travesseiro entre as pernas, que vá do joelho até os pés. Este travesseiro deve dar um suporte para que o peso da perna de cima não faça com que o quadril gire e produza uma torção e tensão na coluna lombar. O uso deste travesseiro diminui esta torção e esta tensão.

Não há problema da pessoa se colocar na posição fetal, aninhada, quando deitada de lado, contanto que ela siga essas dicas.

Outra boa sugestão par quem dorme nesta posição, é que durma abraçando um travesseiro grande, mais robusto, que não permita que os ombros se fechem e se contraiam durante a noite.

Uma boa noite de sono é fundamental para a restauração da saúde, e em especial, da saúde dos tecidos musculares e articulares.

*Yeda Bocaletto é Rolfista avançada, atende no BSpace Health Center e em clínicas de Campinas e São Paulo. Formada pelo Rolf Institute dos EUA, é professora assistente de Rolfing; foi Coordenadora de Pesquisa do NAPER – Núcleo de Atendimento, Pesquisa e Educação em Rolfing, da Associação Brasileira de Rolfing entre 2000 e 2008. Integra o Grupo de Pesquisa e Educação Rolfing e Reposicionamento Muscular - toque com precisão e eficiência, e já atendeu nos EUA.

Sobre o BSpace Health Center

Idealizado pela empresária brasileira Andrea Estrella, especializada em Aromaterapia e Terapias Naturais (na Itália). Ao refletir sobre como seria possível, na realidade atual, viver com qualidade de vida e bem-estar, percebeu a falta, no Brasil, de um espaço que proporcionasse uma fuga do estresse do cotidiano. Assim nasceu o BSpace, um centro de convivência que oferece medicina tradicional e tratamentos complementares, livraria, empório, café, centro de exposições e Bimbo Space, dedicado aos pequenos. “Um lugar onde os problemas diários possam ser esquecidos”, define Andrea. Mais em www.bspace.net.br.


Autor: BSpace Health Center
Fonte: Blue Comunicação

 

 
 

Alimentação que faz mal

Fast food é uma das principais causas de doença do fígado gordo

Uma dieta hipercalórica com a alta ingestão de gordura saturada e açúcar é uma das principais causas de esteatose não alcoólica, doença em que o fígado fica com até 80% de gordura.

"É exatamente a composição da dieta de uma pessoa que come fast food duas vezes por dia", disse Kristina Utzschneider, professora de Endocrinologia e Nutrição da Universidade de Washington, durante conferência no 29º Congresso de Endocrinologia e Metabologia esta semana, em Gramado.

Em estudo que está sendo realizado pela pesquisadora, um grupo de pacientes foi submetido a quatro semanas de uma dieta com 25% de gordura saturada e 55% de alimentos com alto teor calórico. Outro grupo foi submetido a uma dieta pobre em calorias e em gordura saturada (20% de gordura e 8% de gordura saturada).

Os resultados preliminares comprovam a hipótese de que uma dieta rica em gordura saturada e frutose interfere diretamente nos níveis de gordura no fígado. "Mesmo em poucas semanas, uma alteração pequena no peso pode causar mudanças significativas", afirmou. O estudo será concluído em 2012.

A esteatose hepática não alcoólica é uma doença reversível, mas se não acontecerem mudanças na alimentação nem perda de peso, o quadro pode evoluir para uma cirrose hepática.


Autor: Redação
Fonte: Folha de São Paulo

 

 
 

Alergias aumentam na primavera por causa do pólen. Saiba como se proteger

Médico sugere fechar as janelas e usar ar condicionado para filtrar o ar

Com a chegada da primavera, que começa oficialmente nesta quinta-feira (23), aumentam os casos de alergias causadas pelo pólen das plantas. Nesta época do ano, fica mais comum as pessoas sofrerem crises de asma, rinite alérgica, conjuntivite, entre outros problemas. A saúde pode ser ainda mais afetada por causa do tempo seco e da variação de temperatura.

A primavera é um período de intensa florescência das árvores e polinização das plantas. Durante esse processo, os grãos de pólen, que são estruturas masculinas de reprodução, são levados até as partes femininas das flores por diversos meios. Alguns deles são o vento e os insetos.

Com isso, aumenta a quantidade desses grãos no ar. O pólen, assim, se torna um incômodo a mais para aqueles que já sofrem de alergias a outros elementos, como ácaros e fungos. Essas alergias são conhecidas como sazonais ou primaveris e costumam atingir mais os adolescentes e jovens adultos do que as crianças.

O pólen causa problemas respiratórios quando penetra nas vias nasais, provocando crises de asma e rinite alérgica, espirros em sucessão, coriza e congestão nasal. Algumas pessoas podem ter falta de ar e chiado no peito. Outro problema bastante comum provocado por esses grãos é a conjuntivite alérgica, que provoca coceira e vermelhidão nos olhos.

Sul do Brasil é a região mais afetada

No entanto, a alergia ao pólen é mais comum em regiões com as estações do ano bem definidas. Esse é o caso de países como Estados Unidos e Canadá, além de alguns da Europa. No Brasil, os maiores índices dessas alergias estão nos Estados da região Sul.

Outro grupo de risco são os que já sofrem de rinite alérgica. De acordo com a Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia), 25% da população brasileira enfrenta esse problema.

O médico Nélson Augusto Rosário Filho, diretor científico da associação, diz que o pólen se encontra disperso no ar, especialmente nos dias ensolarados e com vento.

- Nessas ocasiões, o que pode ajudar é fechar as janelas e uso de ar condicionado para filtrar o ar. Automóveis que têm ar condicionado devem ter o filtro trocado anualmente.

Os especialistas recomendam também uma boa limpeza da casa, em especial do quarto, onde as pessoas passam a maior parte do tempo. Além disso, é preciso fazer os testes para identificar o tipo de alergia que a pessoa sofre. O método mais usado é o teste cutâneo, no qual os extratos dos alérgenos suspeitos são colocados na pele do paciente para que o médico observe a reação desenvolvida no local. O segundo método são os exames laboratoriais realizados com o soro do paciente.

Por ter origem genética, não há como evitar o surgimento da alergia. Apesar, pode-se também diminuir o contato com os fatores desencadeantes de crises, como o pólen.

Além disso, a alergia da primavera não é um problema exclusivo de regiões com intensa vegetação. Segundo o médico Ricardo Zollner, especialista em Alergia e Imunologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), os ventos fortes fazem com que as regiões urbanas também fiquem expostas ao pólen.

Zollner conta ainda que jardins e plantas ornamentais criadas em casa, além de árvores com floradas exuberantes, chamaram a atenção de especialistas brasileiros por também serem uma fonte dessas alergias, principalmente para os "pacientes com doença alérgica hereditária definida”.


Autor: Redação
Fonte: R7 Notícias

 

 
 

Criança x Alimentação

Conheça os nutrientes essenciais para a saúde do seu filho

Um dos grandes desafios para muitas mães é promover uma alimentação adequada aos seus filhos, com matérias-primas necessárias para o desenvolvimento dos pequenos. Mas que nutrientes são esses e quais benefícios proporcionam?

A nutricionista do Hospital Santa Catarina, Viviane Guerra, explica que a dieta de uma criança precisa de um planejamento especial, com nutrientes para a formação dos ossos, músculos e tecidos e mantê-los saudáveis. “Essa alimentação deve ser constituída por refeições pequenas e frequentes, desde que ricas em nutrientes essenciais”, afirma.

Segundo a profissional, crianças entre 1 e 4 anos de idade precisam de cálcio e mineral, encontrados no leite e produtos derivados, para o crescimento de ossos e dentes, além de ferro e vitaminas A, C e D. Nessa faixa etária, a deficiência de ferro é bastante comum devido ao aumento da necessidade fisiológica e a introdução dos alimentos até tornar sua alimentação regular e completa. Por isso, alimentos ricos em vitamina C, se ingeridos simultaneamente, ajudam na absorção desse nutriente. “Incluir no jantar um copo de suco natural de laranja é uma boa alternativa”, comenta Viviane.

No caso das vitaminas A, C e D, a primeira contribui para uma pele saudável e desenvolvimento celular e pode ser adquirida por meio de frutas e legumes, como abacate, brócolis, cenoura, manga, ou fígado de aves e outros animais.

A vitamina C é importante para o sistema imunitário e crescimento, e é encontrada em frutas e legumes, como acerola, abacaxi, kiwi, agrião, alface e rúcula.

Essencial para o metabolismo do cálcio, a vitamina D está em cogumelos, ovos, peixes gordurosos (salmão, bagre, sardinha, atum, cavalinha) e pode também ser sintetizada pela ação do sol através da pele. “Se seu filho está sempre coberto por roupas durante o inverno, certifique-se que sua alimentação contenha boas fontes de vitamina D ou suplementos alimentares que contenham essa vitamina”, alerta a nutricionista.


Autor: Viviane Monteiro
Fonte: Site O que eu tenho?

 

 

 
 

Vegetais congelados são mais nutritivos

É verdade. O freezer preserva nutrientes importantes como vitamina C e betacaroteno, que se perdem em temperatura ambiente

Desde que o médico e inventor americano John Gorrie (1803-1855) desenvolveu os primeiros sistemas de refrigeração, em 1850, a dificuldade para conservar alimentos nunca mais foi a mesma. Tudo bem que a proliferação das geladeiras domésticas só se deu anos depois, na década de 1920, mas a revolução havia começado, disparando descobertas muito além da máquina de fazer gelo. A notícia mais quente sobre o assunto mostra que o congelador, mais que solidificar água, é capaz de preservar nutrientes dos alimentos que, de outra forma, iriam para os ares.

O achado vem do Instituto de Pesquisa em Alimentação do Reino Unido (IFR Extra), onde se analisou o valor nutricional de vegetais como couve-flor, ervilha e cenoura 16 dias após a colheita, tempo médio que eles levam para chegar à mesa. À temperatura ambiente, as perdas de nutrientes alcançaram patamares entre 10 e 25%. As vítimas preferenciais foram as vitaminas. O estudo verificou prejuízos nos níveis da C, uma aliada das defesas, e nos de betacaroteno, precursor da vitamina A, que é essencial para a gente enxergar bem. Essas substâncias são classificadas como termolábeis — ou seja, sensíveis ao calor. “Por isso, quando os alimentos são refrigerados logo depois de colhidos, evita-se uma perda de seus nutrientes”, afirma Maria Elisabeth Machado Pinto e Silva, professora de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

O feijão verde é outro que se beneficia dessa estratégia gelada. Um trabalho conduzido pela nutricionista Barbara Klein, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, prova que essa vagem retém o dobro de vitamina C quando refrigerada. “Antes do congelamento, os vegetais passam por um processo conhecido como branqueamento, que é um cozimento rápido em água quente”, explica Barbara. Graças ao procedimento, são inativadas enzimas responsáveis por acelerar a extinção vitamínica. À temperatura ambiente, nem mesmo a embalagem natural das hortaliças, a casca, consegue barrar esse fenômeno.

A pausa na linha do tempo dos vegetais ocorre tanto no congelamento industrial quanto no doméstico. Porém, na indústria, além de a temperatura ser muito mais baixa, ele é instantâneo, formando cristais de gelo minúsculos. Em casa, a história é outra — e mais demorada. Além disso, as gotículas de água se unem em blocos que, ao se solidificarem, podem romper as células do alimento, modificando sua estrutura. Na hora de comer, leia-se textura. Daí que nem toda hortaliça sai do freezer ilesa, e, para algumas, o consumo logo após a compra ainda é a melhor pedida.

Pode!

Cenoura e abóbora
Elas são fontes de betacaroteno, precursor da vitamina A, responsável pela cor alaranjada desse duo e fundamental para a saúde ocular. Congeladas, conservam praticamente 100% do nutriente.


Feijão verde
Contém vitamina C, que previne o envelhecimento celular e fortalece o sistema imunológico. O congelamento mantém quase 100% das doses da substância presentes na leguminosa logo após a colheita.
 

Brócolis
No processo de resfriamento dessa crucífera, há perda de folato, que atua na formação e maturação de células do sangue. Em compensação, há retenção de 80% da vitamina C.


Não pode!

Folhas
São compostas de quase 80% de água, que se transforma em cristais de gelo durante o resfriamento. Eles rompem estruturas celulares, modificando sua textura. Também pode ocorrer perda de vitaminas. Portanto, em vez de apelar para o freezer, o ideal é comprá-las em quantidade suficiente para utilizar de pronto.

Modo de cozinhar

Após congelamento e descongelamento corretos, não erre a mão. Deixe os vegetais por pouco tempo no fogo. Isso porque o cozimento prolongado pode deixar um gosto amargo, como ocorre com a couve-flor. E não se esqueça: vitaminas hidrossolúveis, como as do complexo B e a C, vão parar na água durante o cozimento. “Portanto, procure usá-la no preparo do arroz, por exemplo”, aconselha Luana Grabauskas, nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar.


Na hora de descongelar

Os vegetais só devem ser retirados do freezer imediatamente antes da utilização e aquecidos no forno micro-ondas ou no fogão, podendo então ser consumidos em até 24 horas. Não os descongele junto a outros alimentos que liberem odores, como alguns peixes, porque o sabor final pode ser alterado. No caso de vegetais que já são comprados congelados, no supermercado, retire do freezer apenas a quantidade que será consumida naquele dia.

Antes do resfriamento...

...mergulhe os vegetais em água quente, a 90 °C. Veja abaixo por quanto tempo:

TEMPO ALIMENTOS

2 minutos

Abobrinha cortada em pedaços, chuchu, ervilha fresca em grãos

3 minutos

Abóbora em pedaços, cenoura em rodelas, couve-flor em buquês

4 minutos

Aipo, berinjela, brócolis, alho-poró, aspargo

5 minutos

Cenoura inteira, mandioquinha, nabo, palmito (branquear com água e limão)

8 minutos

Beterraba inteira, mandioca, milho em espiga

 

 

 

 


Autor: Lúcia Nascimento
Fonte: Saúde! É vital

 

 
 

Pele de pêssego

Saiba como adiar o envelhecimento da pele

Considerado um cartão de visita, o rosto das pessoas é uma parte do corpo com mais evidência e, por isso, é também a que mais fica exposta ao sol, ao vento e a poluição. Segundo o dermatologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Maurício Sato ao iniciar o processo de envelhecimento, com o passar dos anos, as manchas e linhas de expressão também podem aparecer. “O envelhecimento da pele começa por volta dos 25 anos de idade”, aponta.

 

É nesse pe